Prosiga

Oferecemos Excelência

Prosiga

Previsões, Metodologia, Estimativas e Projeções. Através de uma metodologia própria, a Prosiga se dispõe em oferecer serviços de consultoria que consideram todas as particularidades de cada empresa, considerando fatores como: condições financeiras de pagamento da empresa no momento, complexidade operacional, nível econômico financeiro da empresa, potencial de retorno e sucesso dos serviços propostos, riscos de sucesso do projeto, tempo da efetivação dos resultados, satisfação do cliente, investimentos e aportes financeiros para fins específicos, aceleração dos resultados propostos, capital de giro, aquisição de equipamentos e maquinário.

Me

Especialidades

Estamos sempre buscando o melhor para o exercício de nossas responsabilidades, aumentando tanto a nossa bagagem de conhecimento, quanto o nosso reconhecimento nos mercados que atuamos.

Consultoria Empresarial 99%
Prosiga Generali 93%
Prosiga Executive Experian 89%
Prosiga Analytics 89%
Fusões e Aquisições 17%

Fusões e Aquisições

Ajudamos você a criar valor ao seu negócio por meio de fusões, aquisições, alienações e reestruturações.

Consultoria Empresarial

Com as informações certas na fase de recuperação de crises, você pode superar o problema e sair ainda mais forte.

Prosiga Generali

Trabalhamos ao seu lado para ajudar você e/ou sua empresa a melhorar sua reputação On-line.

Recuperação de Crédito

Com o Serviço de Recuperação de Crédito, a dívida é negociada pela Prosiga com juros e condições mais favoráveis para as partes.

Prosiga Analytics

Negociação, celebração, revisão e rescisão de contratos e acordos comerciais, estruturação de negócios, compra e venda, garantias, etc.

Prosiga Executive Experian

Trabalhamos ao seu lado para ajudar você e/ou sua empresa a enfrentar crises da melhor forma.

0
Cidades Atendidas
0
Publicações
0
Facebook Like
0
Motivos para Agradecer
  • Odebrecht Engenharia: Bancos se preparam para possível recuperação judicial

    “Não tem jeito, agora é mera questão de tempo”, disse à Reuters um alto executivo de um dos maiores bancos do país. “Demoraram demais para reagir, agora ficou difícil.”
    Alvo das investigações da operação Lava Jato no Brasil a Odebrecht Engenharia e Construção (OEC) viu suas finanças se deteriorarem rapidamente nos últimos meses, após fracassos na tentativa de repor sua carteira de projetos e de vender ativos.

    Na terça-feira passada 20/02/2018, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota de crédito atribuída à organização, de CCC+ para CCC, mantendo uma visão negativa. Esta avaliação vem cerca de dois meses antes do vencimento de uma parcela de 500 milhões de reais com prazo para 25 de abril.

    Um suposto não pagamento da dívida pela Odebrecht Engenharia marcaria uma segunda grande reestruturação para o grupo, cuja unidade de petróleo e gás pediu recuperação extra-judicial no ano passado, objetivando realizar um plano de renegociação de 5 bilhões de dólares em títulos.

    Em uma visão analítica, os bancos provisionam a Odebrecht Engenharia em recuperação judicial entre 30 a 50 por cento. Esta possibilidade já tinha sido provisionada pelos bancos ao longo dos últimos anos, na esteira da operação Lava Jato, segundo fontes bancárias ouvidas pela Reuters.

    Além do mais, a carteira de projetos recuou 41 por cento, principalmente pela paralisação de um gasoduto bilionário no Peru. Até o final de 2017, executivos do próprio grupo acreditavam numa saída negociada com credores após concluírem a venda de alguns ativos, como o projeto do gasoduto, o que não prosperou.
    “Colocar a empresa como inadimplente tem implicações fortes; mexe com a posição junto aos credores e há um movimento antecipado para tudo. Estamos tratando com cuidado para não empurrar a empresa para o buraco, mas não significa que não vai se colocar como inadimplente”, disse uma fonte familiarizada com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
    Procurada, a Odebrecht Engenharia afirmou em nota que:
     “Estamos trabalhando na liquidez dos recebíveis e na liberação dos financiamentos já contratados para fazer face às suas obrigações”.
  • PDG Realty e PDG Companhia Securitizadora apresentam novo plano de recuperação judicial

    A PDG Realty e a PDG Companhia Securitizadora apresentaram um novo plano de recuperação judicial nesta sexta feira dia 17/11/2017. Segundo a PDG Realty e a PDG Companhia Securitizadora, que não deram mais informações sobre as mudanças, a elaboração do plano de recuperação judicial reflete ajustes que resultaram das negociações mantidas entre o Grupo PDG e seus credores ao longo das últimas semanas.

    O processo de recuperação judicial das empresas envolve as demais 510 sociedades integrantes do seu grupo econômico PDG.

    A PDG Realty através de seu diretor Vladimir Ranevsky, afirmou no início do mês que acredita na aprovação do plano de recuperação judicial que será apresentado na assembleia geral dos credores. A primeira convocação está marcada para dia 22/11, e a segunda, para o dia 30/11.
  • BNDES entra em campo para ajudar empresas em recuperação judicial

    BNDES entra em campo para ajudar empresas em recuperação judicial

    Entretanto, uma das formas para evitar agravamento do nível de desemprego ou a falta de pagamentos dos créditos preferenciais é a preservação dos ativos dessas empresas através da sua utilização e conservação, antes que atinjam o estágio de deterioração.

    A área econômica do atual governo percebeu que o meio mais célere de incrementar e preservar as atividades econômicas de empresas em dificuldades – desde que essas estejam em recuperação judicial, extrajudicial ou até mesmo tenham falido – é através da concessão de linhas de créditos especiais. As linhas que serão disponibilizadas pelo BNDES para aquisição de ativos operacionais (leia mais detalhes aqui) tem evidente objetivo de preservar empregos e aumentar a geração de renda dentro de um ambiente econômico tão deteriorado.

    O governo compreendeu que oferecer linhas para novos investimentos geraria um tempo muito longo até sua entrada em operação, além de produzir o sucateamento de um parque produtivo já instalado no país e pronto para entrar em operação. Dessa forma, há a adoção de medidas imediatas de manutenção e preservação de empregos – que, aliás, tem se tornado o grande desafio do governo nestes últimos dois anos de crise no Brasil.

    O Programa de Incentivo à Revitalização de Ativos prevê recursos de até R$ 5 bilhões para contratações até meiados de 2017, com linhas destinadas às empresas ou cooperativas que adquirirem ativos das que estiverem em recuperação judicial, extrajudicial ou em falência. Algumas condições são necessárias: que os adquirentes mantenham a atividade econômica, mesmo que em outro setor; que possuam capital nacional; que tenham situação econômica compatível com a exploração pretendida; e que seus demonstrativos sejam conferidos por auditoria independente registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). As que obtiverem aprovação poderão financiar até 100% do valor do ativo, com spred básico de 1,5 % ao ano acrescido do spred de risco conforme sua classificação no mercado. Os prazos de carência e amortização deverão ser compatíveis com o fluxo de caixa projetado para o investimento, limitados a 10 anos.

    Até mesmo linhas para financiar estudos, consultoria e auditorias serão disponibilizadas, contando que estejam associadas ao plano de negócios da nova operação, implementação de práticas de governança e planejamento estratégico. Há previsão, inclusive, de capital de giro para a fase inicial desta nova fase operacional.

    Para os profissionais que atuam em projetos de recuperação e reestruturação, vislumbra-se uma oportunidade tanto de auxiliar as empresas ou cooperativas interessadas em adquirir ativos nestas condições como aquelas que se encontram em recuperação judicial ou extrajudicial que necessitam se desfazer de alguns ativos ou, até mesmo, as que estão em estudos de adotarem tais medidas protetivas. Afinal, quando se previa a venda de ativos operacionais no plano de recuperação a ser apreciado pelos credores, a maior dificuldade era justamente a falta de linhas de créditos que viabilizassem tal estratégia.

    O programa criado pelo BNDES vem a favor de todas as categorias interessadas no processo de recuperação de empresas em crise: à vendedora, por gerar ingresso de recursos com a venda de ativos; à adquirente, por poder comprar ativos em condições facilitadas e ainda operá-los rapidamente e ao governo por preservar a cadeia geradora de empregos.

    Com informações de: Amanhã, acesso em 12/07/2017 as 13:09
  • BNDES abre linha de crédito para empresas em recuperação judicial

    BNDES abre linha de crédito para empresas em recuperação
    O programa terá orçamento de R$ 5 bilhões e validade até 2017. O governo federal anunciou a abertura de duas linhas de crédito que, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), visam ajudar empresas que precisam de apoio financeiro para ter capital de giro, e para empresas em dificuldades que necessitam de apoio para recuperação judicial, extrajudicial ou de falência. A meta é criar condições para que empresas em situação de crise econômico-financeira superem dificuldades para obtenção de crédito. Segundo a presidente do BNDES, Maria Sílvia Bastos Marques, a intenção do governo é melhorar as condições para as empresas “neste momento de elevada taxa de desemprego e economia em retração, e um volume expressivo de empresas em recuperação judicial”. 

    A primeira linha de crédito é destinada a ajudar empresas em situação de recuperação judicial, extrajudicial ou falência a buscarem apoio de outras empresas em melhor situação, por meio da transferência de ativos. O Programa de Incentivo à Revitalização de Ativos Produtivos terá orçamento de R$ 5 bilhões e prazo de vigência até 31 de agosto de 2017. “Temos elevado número de empresas em recuperação judicial. As estatísticas são bastante preocupantes. Apenas 1,1% das empresas saem do processo de recuperação judicial. Isso em um prazo que vai de seis a dez anos. Esses prazos são muito diferentes dos prazos que temos observado nos países desenvolvidos, onde cerca 20% a 30% das empresas saem desse processo em um prazo muito mais curto do que dois anos”, analiou a presidente do BNDES. Segundo ela, apenas no primeiro semestre deste ano, 923 empresas entraram em recuperação judicial. “É um número quase 90% maior do que o do ano passado no mesmo período. Buscamos formas de como o banco atuar de forma a preservar e incentivar a atividade econômica e, dessa forma, preservar empregos”.

    As empresas que comprarem os ativos dessas empresas em situação de recuperação terão obrigatoriamente de manter a atividade produtiva, mesmo que seja em outro setor. “Ela pode comprar esse ativo e transformar em outra atividade, mas tem de ser uma atividade produtiva”, disse Maria Sílvia. Segundo ela, a linha de financiamento criada não concorre com os bancos privados por entrar onde o mercado privado não está atuando.

    A segunda linha, de capital de giro, já existe no BNDES. É o Programa de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (Progeren), que teve seu prazo de vigência prorrogado até 31 de dezembro de 2017, além de receber um reforço orçamentário de R$ 2,3 bilhões. “Estamos ajustando essa linha em condições que consideramos mais adequadas para o momento em que estamos vivendo. Essa linha, que era de R$ 7,7 bilhões, passa para R$ 10 bilhões”, anunciou a presidente do BNDES. Deste total, R$ 7 bilhões terão como destino micro, pequenas e médias empresas, com faturamento anual de até R$ 90 milhões.

    Os juros anuais cobrados das empresas participantes desse programa serão reduzidos para 9,5%, no caso de empresas de micro, pequeno e médio porte (com faturamento anual de até R$ 90 milhões). Atualmente, os juros cobrados de empresas que aderiram ao programa estão em 10,2% para micro e pequenas empresas e em 12,56% para empresas de médio porte. No caso das empresas de médio-grande porte (com faturamento anual entre R$ 90 milhões e R$ 300 milhões), a queda será dos atuais 14,61% para 13,06%. Já os juros cobrados das empresas de grande porte (com faturamento anual superior a R$ 300 milhões) serão reduzidos dos atuais 17,11% para 16,61%. O apoio do BNDES será feito de forma indireta, por meio de sua rede de agentes financeiros credenciados, o que faz com que os empresários acabem tendo de pagar o spread bancário – diferença entre as taxas que os bancos pagam para captar recursos e as que cobram dos clientes – cobrado pelo banco repassador.

    Com informações de: Agência Brasil, acesso em 12/07/2017 as 13:09
  • Fibrafort: Estaleiro Fibrafort pede recuperação judicial

    Estaleiro Fibrafort pede recuperação judicial
    Crise econômica diminuiu em 75% as vendas da empresa catarinense. O estaleiro catarinense Fibrafort entrou com um pedido de recuperação judicial. A empresa de Itajaí já foi a maior da América do Sul e, até o ano passado, vinha apresentando ótimos resultados impulsionada pelo aquecimento do mercado nacional e o aumento da demanda de exportações pelos seus barcos (foto).
    “A retração econômica, entretanto, afetou diretamente o consumidor emergente, cliente-alvo da Fibrafort. E a conta não fechou mais: a média de produção e venda de quatro embarcações por dia passou para um barco diário – uma queda de 75%”, revela o Jornal de Santa Catarina em sua edição desta quinta-feira (10). 
    De acordo com a publicação, o dólar alto estimulou as exportações, mas a venda para o mercado externo não foi suficiente para compensar a baixa no mercado nacional. Diante disso, o resultado foi a adequação da linha de produção para alcançar o ponto de equilíbrio, o que resultou na demissão de quase dois terços dos 300 funcionários.

    Com a estrutura enxuta, a Fibrafort apelou para a recuperação judicial para ganhar prazo para o pagamento das dívidas, que não tiveram o valor divulgado. Márcio Ferreira, empresário que comanda o estaleiro, revelou ao Jornal que o processo protegerá a marca, que é conhecida internacionalmente, e os empregos.
    “Estamos comprometidos em pagar todos os credores”, afirmou.
    Com informações de Amanhã, acesso em 12/07/2017 as 15:53
  • Seara Agroindustrial formalizou pedido de recuperação judicial

    Gigante do agronegócio, sediada em Sertanópolis, Paraná, entrou na semana passada com um pedido de recuperação judicial bilionária, com passivo estimado em R$ 2 bilhões. Frustração de safra no ano anterior, exposição da empresa aos preços de soja e milho e à crise econômica interna, foram determinantes para que a Seara Agroindustrial não conseguisse renovar importantes linhas de crédito. 

    Com terminais no Paraná (Londrina, Maringá e Paranaguá) e Mato Grosso (Itiquira), além de escritórios e filiais no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul, uma frota própria e agregada de centenas de caminhões e de vagões ferroviários, a Seara Agroindustrial controla uma das principais estruturas logísticas de transporte de grãos do país.

    A Seara Agroindustrial possui mais de 800 funcionários e um faturamento que já chegou à atingir a casa dos R$ 3,5 bilhões, a recuperação judicial foi o caminho encontrado pela empresa para reestruturação econômica e financeira. A manutenção das unidades e dos serviços se apresenta como condição ao pagamento do seu passivo. Portando,  a recuperação judicial se apresenta como fundamental ao pleno desenvolvimento do agronegócio nas regiões onde está presente.

    Risco e proteção

    Alega a Seara Agroindustrial que a exposição às cotações e ao clima é um risco pertinente ao agronegócio. A agricultura e seus preços são fortemente impactados pela relação de oferta demanda, supersafras e escassez de produtos que desregulam o mercado. Além desses fatores a exposição cambial também interfere muito no agronegócio. Brasil, um país do berço natural ao agronegócio, uma nação de intensa variação cambial, provocada não necessariamente pela economia, mas pelas crises políticas que se tornaram intensas no Brasil.

    O jogo do agronegócio economicamente sustentável, pode passar ileso às crises econômicas, ao descompasso de oferta e demanda, entretanto, precisa, como condição, se proteger, mais e melhor, para minimizar os riscos inerentes ao negócio.
  • Justiça homologa plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos

    Justiça homologa plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos
    Justiça homologa plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos, a homologação do plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos aconteceu na 3ª Vara Cível do Fórum de Santa Rosa. Foi em julho que a maioria dos credores aprovaram as diretrizes que envolvem a recuperação judicial da empresa, que está passando por crise financeira. 

    O plano de recuperação judicial estabelece a venda de até 30% dos ativos da empresa. A partir de agora a empresa também pode iniciar as negociações com investidores interessados em participações no empreendimento.

    Foi em recente entrevista na RPI, que o diretor da empresa, Roberto Kist, informou que a empresa planeja retomar a produção de biodiesel na unidade existente em Ijuí, localizada nas margens da ERS 342, rodovia entre Ijuí e Cruz Alta. Caso tudo ocorrer conforme o planejado, Roberto acredita que a Camera Agroalimentos retornará a produzir biodiesel já no próximo ano.
  • Recuperação judicial do Grupo Schahin foi paralisada por desembargador do TJSP

    Grupo Shahin
    Esta paralisação se deu graças a um grupo formado por bancos que conseguiram interromper o andamento da recuperação judicial do Grupo Schahin, que teve inicio em março. Esta medida foi necessária para que seja analisado possíveis irregularidades na assembleia de credores realizada para o plano de recuperação.

    O Grupo Schahin atua em diversos setores da economia, entre eles estão os de engenharia, telecomunicações e petróleo. O Grupo Schahin ficou popularmente conhecido no Brasil devido estar sendo investigado na operação “lava jato”. Treze instituições informaram que o plano de recuperação judicial foi homologado mesmo após ter sido rejeitado por quase 75% dos seus credores que detém o direito a voto em assembleia geral.

    Entre o grupo que conseguiu a medida de paralisação da recuperação judicial estão os Bancos Itaú, Bradesco, HSBC e Santander os mesmos afirmam que até o Ministério Público assinou documento contra a proposta, por entender que o plano de recuperação judicial não apresenta soluções viáveis e ignora dívidas tributárias que correspondente ao montante de R$ 4 bilhões.

    O desembargador decidiu proibir que as empresas do grupo Schahin utilizem de qualquer dinheiro depositado judicialmente e que vendam quaisquer ativos e ainda fixou prazo de 15 dias para as empresas e a administradora judicial se manifestem sobre as alegações do grupo de bancos.

    A Fazenda Nacional também apontou problemas no plano de recuperação judicial, como também a falta de documentos comprovando regularidade fiscal perante o Fisco. Nesse caso, o desembargador negou aplicar efeito suspensivo ao recurso.

    Em nota, o Grupo Schahin declarou ter ficado surpreendido com a decisão adotada em favor de um grupo minoritário de credores. Segundo o Grupo a decisão ameaça o pagamento de dívidas trabalhistas com cerca de 4 mil empregados e ex-empregados. O plano de recuperação judicial já fora homologado e se encontrava em execução desde o dia 21 de março.

    Segundo o Grupo Schahin, os votos dos bancos foram considerados abusivos pelo juízo de origem, porque os bancos e instituições financeiras desejavam receber 80% dos recursos, enquanto o grupo teria direito a apenas 30%. O grupo de bancos e financeiras prejudicaram todos os demais credores do Grupo Schahin ao pedir a falência do grupo.

    Clique aqui para ler a decisão.
  • Renegociação de Dívidas Empresariais‎

    Renegociação de dívidas empresariais, PJ Giro, Financiamentos, Fornecedores, Conta Garantida, Duplicata e Cheque Especial. Dívidas acima de R$150 Mil. Atendimento especializado, 11 anos de experiência. Serviços: Renegociação de Dívidas com Bancos, Cooperativas, Fundos de Investimentos, Factorings e Fornecedores.

    Endereço

    Avenida República do Libano, 251
    Recife/PE

    EMAIL

    atendimento@prosiga.net
    financeiro@prosiga.net

    TELEFONE

    +55 81 4101 8219