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Hugo Cesar Hoeschl - Corajoso Procurador

Para quem ainda não sabe, o Dr. Hugo Cesar Hoeschl é o corajoso procurador ex-promotor que vem sendo vitima da engrenagem e fábrica de notícias com títulos sensacionalistas e inverdades que se disseminam na internet, pois, o mesmo é profundo conhecedor de sistemas de inteligência, criador e co-criador de alguns dos principais sistemas em uso no Brasil nessa área, coordenador científico do projeto de criação do Modelo Conceitual para o Combate à Lavagem de Dinheiro no Brasil.

O Dr. Hugo Cesar Hoeschl  vem criando e publicando artigos científicos na internet durante anos, por este motivo, seu nome ganhou grande notoriedade e respeito, ocorre, que se aproveitando desta notoriedade e respeito adquirida durante anos de trabalho, jornalistas e sites estão lucrando com a venda de anúncios e publicidade. Quanto maior a audiência da página, mais ela ganhará com os mesmos.

Segundo simples pesquisa no site ALEXA, que mede audiência digital, o site Conjur tem uma média de 1.917.915 visitantes únicos por mês, estes sites não divulgam quanto ganham, entretanto, segundo anúncios do nosso próprio site, que utiliza a mesma plataforma de anúncios, o adsense, podemos afirmar que os anúncios da revista eletrônica Conjur rendam de R$ 100 mil a R$ 150 mil por mês.

Em geral, sob títulos sensacionalistas, com notícias que embaralham verdade e mentira, a revista eletrônica Conjur e seus similares se retroalimentam, com ajuda de páginas e perfis no Facebook. 

Em 29/05/2013, por exemplo, o site Conjur, aproveitando-se da notoriedade e respeito do nome de Dr Hugo Cesar Hoeschl, veiculou matéria com o título "Justiça e MP investigam uso de Oscips como fachada" a qual foi objeto de registro de Boletim de Ocorrência e da respectiva RESPOSTA.

Como se não bastasse o lucro obtido com os anúncios e publicidade com a primeira matéria  envolvendo o nome do Dr Hugo Cesar Hoeschl, a resista eletrônica Conjur, querendo lucrar ainda mais, criou nova matéria com o título "MPF rejeita denúncia e expõe farsa de procurador da Fazenda", entretanto, nenhuma delas apresenta elementos factuais que comprovassem a manchete. 

Não existe no mundo exagero mais belo que a gratidão, entretanto, não é assim que a revista eletrônica Conjur entende, pois, após muita dedicação e trabalhos científicos desenvolvidos e publicados pelo Dr Hugo Cesar Hoeschl na revista eletrônica Conjur, desde sua criação, sem que o mesmo fosse remunerado por nenhum centavo de real, agora, a mesma revista eletrônica Conjur e seu dono lucram com a veiculação de notícias que mancham um dos mais respeitados autores não remunerado que a mesma já teve.

Somos admiradores e acompanhamos com atenção e muita gratidão as publicações do Dr. Hugo Cesar Hoeschl, onde o mesmo, através de pesquisas científicas e demonstrações técnicas, com conhecimento tecnológico, contribui para o desenvolvimento de cidadãos despertos que podem fiscalizar possíveis fraudes em demostrações e relatórios de elevados valores.

Alguns trabalhos divulgados pelo Dr Hugo Cesar Hoeschl na revista eletrônica Conjur são:
24/07/09 O Direito Constitucional nunca esteve tão no centro das relações jurídicas
28/06/06 Tecnologia permite monitoração inteligente de conversas
29/05/06 É mais útil monitorar ligações do que bloquear celular
5/04/06 Brasil é representado no congresso mundial de informática
1/02/06 Ontoweb: A nova era das ferramentas de busca
2/08/05 Pesquisadores internacionais avaliam e-Gov no Brasil
6/07/05 Tecnologia é instrumento de consolidação da democracia
4/04/05 Professor vai falar dos avanços brasileiros na área de e-Gov
10/03/05 Consorcio internacional para integração de culturas
14/02/05 Conferência debate interação de informações públicas
7/02/05 Brasileiro supera líderes em trabalhos científicos
10/08/04 Brasileiros superam Nasa e IBM em evento internacional
5/07/04 Cientista brasileiro ultrapassa 100 artigos publicados
2/06/04 Investigação policial digital entra na era do e-Gov
21/05/04 É preciso pensar em uma nova perspectiva de organização social
17/05/04 Ciberespaço é o melhor produto da revolução da comunicação
13/05/04 Sistema eficiente é respaldado em bons conhecimentos
7/05/04 Ligação entre Direito e tecnologia da informação é milenar
16/04/04 Cientista brasileiro faz parte de referências no exterior
29/03/04 Ijuris bate recorde brasileiro de aprovações em comitê
15/03/04 Ijuris lança livro com tese de pós-doutorado de Hoeschl
27/02/04 Argentina será sede de simpósio de informática e Direito
13/01/04 Sistema Olimpo é selecionado para publicação na Europa
21/11/03 Brasileiro falará sobre comércio eletrônico em Estocolmo
4/11/03 "Aperfeiçoamento constante é a nova exigência do mercado."
29/10/03 "O Direito e o regulamento dos campeonatos de Fórmula 1."
24/09/03 Conferência traz conceito de e-car e discute e-sociedade
22/09/03 Conferência internacional discute inovações tecnológicas
18/09/03 Ijuris se destaca em eventos internacionais sobre E-Gov
13/09/03 Ijuris publica coletânea de pesquisas realizadas na Ufsc
12/08/03 Direito digital será discutido em videoconferência
10/08/03 Cientista renomado visita Florianópolis e Ijuris
28/07/03 Cientistas querem construir robôs para jogar contra humanos
18/07/03 Comitê Gestor da ICP-Brasil conta com novos membros
28/05/03 Conselho de Segurança da ONU e Robocup
2/05/03 Ijuris é destaque no RoboCup American Open
23/04/03 Pesquisadores brasileiros apresentam sistema na França
13/04/03 Excelência em Governo Eletrônico
30/03/03 Novo Portal para os Consumidores é lançado em SC
16/03/03 Os conflitos e os direitos da vida digital
15/03/03 Pesquisadores brasileiros lançam livro sobre e-Gov
18/02/03 Tecnologia da informação jurídica
12/02/03 Especialização em Direito Digital em SC.
5/02/03 O Conselho de Segurança da ONU
31/01/03 Novas tendências tecno-jurídicas mundiais.
28/01/03 Revolução e capacitação no ensino jurídico
27/01/03 Pesquisando a Sociedade da Informação
25/01/03 Projeto e-Courts: Fórum Eletrônico no Brasil.
21/01/03 MBA em E-Gov, pela Internet, desenvolvido pelo Ijuris
17/01/03 Presidente da Fundação UNL da ONU visita o Ijuris em SC
15/12/02 Novidades da nova versão do Sistema Olimpo
5/12/02 TI Jurídica para o Conselho de Segurança da ONU
14/11/02 Trabalhos brasileiros são apresentados na Espanha
11/11/02 O Governo Eletrônico e a Exclusão Digital
11/11/02 Brasil conta com três trabalhos selecionados na Índia
31/10/02 UFSC e IJURIS criam sistema de garimpagem de texto
22/10/02 Questões críticas: o futuro do Governo Eletrônico

O que se lamenta diante destes fatos é a falta de profissionalismo por parte de qualquer jornalista que se curve aos interesses obscuros com objetivo de lucro as custas de uma vida inteira de trabalho honesto e dedicação, comprometendo um cidadão respeitado, que luta constantemente para passar o país a limpo e por uma democracia plena, uma sociedade Justa, em defesa dos direitos garantidos na Constituição brasileira e por uma imprensa livre.

Tecnologia permite monitoração inteligente de conversas

Tecnologia permite monitoração inteligente de conversas
Tecnologia permite monitoração inteligente de conversas, isso mesmo, recentes ataques do PCC e o ataque ao Congresso Nacional mostram a necessidade da ampliação do trabalho informacional estatal, apoiado por tecnologias inovadoras. Em ambos os casos, era possível saber muito mais sobre os incidentes, antecipadamente, para que tivessem desfechos completamente diferentes daqueles que ocorreram. A boa informação adequadamente coletada, bem armazenada, devidamente analisada e corretamente difundida praticamente elimina o uso desnecessário da força e da violência e permite uma eficiente tomada de decisão.

Mas como extrair informações efetivamente relevantes de dentro de enormes massas de dados e textos e de monstruosos fluxos de comunicações? A resposta vem da Alemanha. Ou do Brasil, embora identificada pelos alemães. A editora Springer, de Berlim, uma das mais conceituadas do mundo no cenário da tecnologia da informação, acaba de selecionar uma tecnologia brasileira para a sua publicação Lecture Notes in Computer Science. A tecnologia brasileira foi classificada pelos germânicos como Intelligent Information Extraction from Texts, ou Extração Inteligente de Informações Textuais, e trata exatamente desse assunto.

O modelo brasileiro, entre outras coisas, contém uma estrutura de representação do conhecimento baseada em ontologias. Isso faz com que o sistema jamais confunda lavagem de dinheiro com cédulas na máquina de lavar, por exemplo, e atribua a cada uma das expressões um valor diferenciado e contextualizado.

Desenvolvido originariamente para o Ontoweb (daí o nome), esse modelo tem uma derivação específica para a área de segurança pública, chamada de IDSeg — Inteligência Digital para Segurança Pública. A finalidade da tecnologia IDSeg é consolidar grandes massas de informações e cruzá-las com ocorrências policiais, dados de administração carcerária, relatórios de inteligência, dados de veículos e armas, transações financeiras e comunicações monitoradas, para, com técnicas de inteligência artificial e redes de relacionamento, detectar e identificar focos criminosos.

No âmbito da segurança pública e das atividades de inteligência, a construção de estruturas ontológicas permite um monitoramento muito mais eficiente e preciso dos fatos sob análise. Assim, quando surge a pergunta "como um sistema pode monitorar 10 mil elos comunicacionais ao mesmo tempo, conseguindo identificar o que é relevante?", automaticamente surge a resposta: com o uso de ontologias e extração inteligente de informação textual. Segundo os alemães.

Inteligência Jurídica: trabalhos sobre E-Gov apresentados na Espanha

Inteligência Jurídica
Inteligência Jurídica: trabalhos sobre E-Gov apresentados na Espanha. A Universidade de Sevilha (Espanha) promove, durante esta semana, o Iberamia (Congresso Ibero-americano de Inteligência Artificial). O evento é dedicado exclusivamente a inteligência artificial e suas diversas técnicas, metodologias e tecnologias.

O Iberamia é composto de vários encontros internos, com focos específicos. Um deles é dedicado a "Deducción Automática e Inteligencia Artificial" e foi batizado de "Ideia".

Os principais centros de pesquisa Ibero-americanos, além de representantes de outros países como Itália, Inglaterra, França e Alemanha, estão prestigiando o evento.

Há conferencistas convidados como Willian B. Langdon, da Universitty College, de Londres, e Wolfgang Minker, da DaimlerChrysler da Alemanha, cuja presença tem por objetivo estabelecer uma ligação mais forte do universo científico com o profissional.

Brasil é referência mundial

Os trabalhos apresentados no "Ideia" pela equipe brasileira (Ijuris/UFSC) têm forte aplicabilidade nas áreas do Judiciário e do Governo Eletrônico. Ao todo, foram quatro trabalhos apresentados:
* Sistema Olimpo: pesquisa contestual estruturada para o Conselho de Segurança da ONU;
* AlhaThemis: do texto ao conhecimento;
* Aplicando raciocínio baseado em casos para representar o conhecimento de decisões tributárias em Sistemas de Recuperação de Informação;
* UNL como elemento redutor das barreiras culturais nos Sistemas CSCW.
Os autores dos trabalhos são: Tânia Cristina Bueno, Ricardo Miranda Barcia, Marcelo S. Ribeiro, Eduardo da Silva Mattos, Damian Rodriguez Sanches, Alexandre Serra Barreto, Vinicius Medina Kern, além do autor desta materia.

Os softwares "Olimpo" e "AplhaThemis", totalmente desenvolvidos no Brasil, causaram um impacto bastante positivo pelo seu avançado estado de implementação, algo raro em eventos científicos.

O Brasil já é uma referência mundial no desenvolvimento de aplicações inteligentes no âmbito da Justiça e do Governo Eletrônico.

 é professor da UFSC. É também ex-secretario de Geração de Oportunidades de Florianópolis. Especialista em Informática Jurídica, doutor em Inteligência Aplicada e pós-doutor em Governo Eletrônico. Ex-Promotor de Justiça e ex-Procurador da Fazenda Nacional.

Frentes de combate: o governo eletrônico e a exclusão digital

Frentes de combate: o governo eletrônico e a exclusão digital.
Frentes de combate: o governo eletrônico e a exclusão digital. O Governo Eletrônico enfrenta um desafio com sabores especiais de requinte tecnológico e abrangência social. Trata-se do "Digital Divide", ou exclusão digital.

Existem várias causas para explicar este fenômeno, mas apenas uma solução: inclusão.

Dentre estas causas, algumas são sociais, outras culturais, muitas são políticas, outras econômicas, e algumas sao tecnológicas. Todas devem ser enfrentadas e superadas, cada qual em seu campo de atuação. As "econômicas" são muito fortes, não resta dúvida.

Mas existem boas alternativas no plano tecnológico. Um projeto chamado "Digital Nations" (Nações Digitais), embrionado por pesquisadores da Universidade da ONU (Tokyo) e pelo Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) aponta quatro importantes frentes de combate:
1 - Computadores da baixo custo, para utilização em massa;
2 - Conexão web universalizada e de baixo custo;
3 - Moeda Digital;
4 - Idioma Universal.
Além de apontar os problemas, os pesquisadores também indicam estudos voltados para a sua solução, como o "processador de papel" (isso mesmo!) e a internet por rádio. Teremos novidades em breve sobre isso.

No ambito do "Idioma", onde temos a "exclusão linguística", a solução apontada é a UNL - Universal Networking Language, uma plataforma universal de representação do conhecimento, que permitirá comunicação real no plano mundial, em ambientes digitais.

O Brasil está participando ativamente do assunto, e já pode ser considerado uma potência no assunto, com destaque para os trabalhos brasileiros que serão apresentados na Índia nos próximos dias (25 a 29):
- Object Oriented Modeling Applied To Unl;
- Semiotic approach for the design of adaptive graphical user interfaces using universal networking language; e
- A proposal of an UNL Application Development Environment.
Uma outra frente para acelerar o desenvolvimento da UNL em território nacional é a aproximacão com países de cultura semelhante a do Brasil, como a Espanha. Para isso, a equipe de pesquisadores do IJURIS/UFSC esteve reunida com o comando do Centro Espanhol de UNL, sediado na Universidade Politécnica de Madrid, no último dia 11/11, para definir formas de trabalho cooperativo, envolvendo a realização de softwares, projetos, cursos de pós-graduação e eventos em conjunto.

Hugo Cesar Hoeschl é professor da UFSC. É também ex-secretario de Geração de Oportunidades de Florianópolis. Especialista em Informática Jurídica, doutor em Inteligência Aplicada e pós-doutor em Governo Eletrônico. Ex-Promotor de Justiça e ex-Procurador da Fazenda Nacional.

Egov: quais os pontos críticos e quem ganha com seu crescimento?

Egov: quais os pontos críticos e quem ganha com seu crescimento? O tema "Governo Eletrônico" parece ser uma daquelas unanimidades que aparece de vez em quando, na historia da humanidade. Esclarecidos e inovadores cientistas, empresários e políticos estão enaltecendo sua necessidade e importância. Ele está realmente passando por cima de referenciais culturais, econômicos e religiosos para se afirmar como uma das principais instituições do terceiro milênio.

Este fenômeno é mundial. De um lado, os EUA estão apostando forte na sua sedimentação, e o nome do seu principal portal governamental, "First Gov", fala por si.

Do outro lado do mundo, Cingapura, que não tem os mesmos referenciais econômicos, culturais e religiosos que os EUA, também está entrando firme nesse jogo, com o seu "Government Online Portal".

No Brasil não é diferente. Opostos políticos se encontram quando o assunto é a importância do Governo Eletrônico.

O Governo da Bahia, comandado pelo PFL, desencadeou uma séria de iniciativas eficazes na área, incluindo o "Portal Bahia".

No outro extremo do País, a prefeitura de Porto Alegre, administrada pelo PT, também manteve consistente foco no assunto, materializado em um site de bom nível.

Ressalvando-se o fato de que "governo eletrônico" não se resume nem a portais nem ao poder executivo, podemos dizer que estes são fortes indícios de que realmente este é um conceito que veio para ficar.

Os principais fatores motivadores desta conclusão são os efeitos positivos do governo via bits: melhoria da qualidade, segurança e rapidez dos serviços para o cidadão; simplificação dos procedimentos e diminuição da burocracia; avanço da cidadania; democracia da informação; transparência e otimização das ações do governo; educação para a sociedade da informação; facilidade de acessar o governo; integração das informações para o cidadão; geração de empregos na iniciativa privada; otimização no uso e aplicação dos recursos disponíveis; integração entre os órgãos do governo; aproximação com o cidadão; desenvolvimento do profissional do serviço público; aperfeiçoamento dos modelos de gestão pública; universalização do acesso da informação. Existem inúmeros outros.

Pois bem, agora que todos estão convencidos, do oriente ao ocidente, de que o assunto é realmente importante, precisamos destacar duas questões estratégicas para o futuro do e-government:

Primeira questão: Quais são os principais pontos críticos do egov?

Segunda questão: Quem vai ganhar com seu crescimento?

Primeira questão: Ao mesmo tempo em que tem enorme potencial de integração, o egov também tem o efeito de evidenciar os desequilíbrios mundiais. Mais de 90% da população mundial nunca utilizou um telefone, e este dado fala por si só. Obviamente que aqueles que têm mais acesso à educação e à tecnologia estarão em vantagem, sempre. Será que a evolução tecnológica não vai aumentar a disparidade social entre pessoas e países ?

Segunda questão: Obviamente que as empresas mundiais de tecnologia ganharão muito. Grandes bancos de dados, milhares de sistemas operacionais, muitos cabos, computadores, linhas digitais, sinais de rádios, satélites, e etc precisam estar em perfeito funcionamento para que o egov exista e seja realidade. Outro ponto significativo é que as nações líderes, já estabelecidas, não pretendem deixar de ocupar a liderança. A legislação japonesa sobre egov é bastante clara neste aspecto, e as lideranças regional e mundial, como objetivos estratégicos, estão escritas, com todas as letras, nas leis do Japão.

O futuro do egov passa pela adequada identificação e solução dessas questões, e de outras que virão. Porém, é importante não deixar que estas questões invalidem o cenário evolutivo que está se apresentando.

No momento, o maior de todos os riscos, e que mais deve ser observado, é a utilização internacional do Governo Eletrônico como instrumento de perpetuação do cenário mundial de dominação que vige atualmente. Para isto, devemos ficar extremamente atentos aos protocolos e padrões internacionais que estão sendo fixados exatamente agora, enquanto você está lendo este texto, pois, como já advertiu Rousseau, "o mais forte nunca é suficientemente forte para ser sempre o senhor, senão transformando sua força em direito e a obediência em dever".

Hugo Cesar Hoeschl professor da UFSC. É também ex-secretario de Geração de Oportunidades de Florianópolis. Especialista em Informática Jurídica, doutor em Inteligência Aplicada e pós-doutor em Governo Eletrônico. Ex-Promotor de Justiça e ex-Procurador da Fazenda Nacional.
 

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