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  • Cobrança e Recuperação de Ativos

    Cobrança e Recuperação de Ativos
    Muito tem se falado sobre cobrança e recuperação de ativos na internet, ocorre que, campanhas envolvendo bancos e financeiras tendem a ter um nível de negociação e complexidade desafiador dentro de qualquer empresa de cobrança, afinal, este assunto "dinheiro" é delicado para os consumidores e de extrema importância para as empresas contratantes.

    Entre as várias ações que qualquer empresa de cobrança pode fazer nessa área, duas se destacam por sua importância e recorrência, assim, neste texto, vamos apresentar como funciona a nossa cobrança e a recuperação de créditos, além de apresentar ao final uma solução nesta área:

    Cobrança e recuperação de créditos:

    Atividade de cobrança: ação tomada pela empresa em consequência de um valor devido pelos inadimplentes. Em linhas gerais, ela é usada para cobrar ou renegociar uma dívida específica – o que faz com que seja uma negociação mais complexa.

    Esta atividade de cobrança exige uma capacitação maior dos negociadores, que conscientizam os devedores de uma oportunidade de regularização.

    Diante desta necessidade, entra o serviço Prosiga Analytics, onde, as intervenções de nossos negociadores são feitas com base em um ciclo de cobrança, que contribui para a empresa definir qual será a linguagem utilizada durante as abordagens, além, de não esquecer que uma intervenção de cobrança pode ter motivação judicial.

    Recuperação de crédito: ação distinta da cobrança, pois, o foco dela é de renegociar uma dívida. Essas estratégias visam conscientizar aos consumidores que já possuem dívidas e que foram inseridos em cadastros negativos de empresas como o SCPC e Serasa Experian. Por este motivo, essas pessoas perderam o direito de obter crediário junto a outras instituições financeiras.

    Diante desta situação, entra o serviço Prosiga Executive Experian: Nestes casos, o objetivo maior é ajudar os devedores em sanar suas dívidas e regularizar sua situação financeira junto aos seus credores (bancos, financeiras, operadoras de cartão de crédito, etc.), objetivando poder retomar seu acesso a linhas de crédito.

    É imperioso destacar que, nestas situações, é preciso usar uma abordagem mais estratégica, já que a empresa responsável pela abordagem tem a função de restabelecer o acesso do consumidor ao crédito.

    Prosiga para você e ou sua empresa

    Isso mesmo, se você e/ou sua empresa não estiverem sendo assistidos por profissionais com larga experiência na área e competência negocial, lamentamos informar, é quase certo que serão prejudicados em suas intenções.

    A maioria dos nossos clientes, tem buscado profissionais e empresas no seu círculo de relacionamento, amigos, indicações de colegas do trabalho e/ou vizinhos que geralmente, se limitam a fazer breves pesquisas sobre recuperação de crédito, recuperação de ativos e/ou cobranças e se deparam com informações que não resolvem problemas.

    Portanto, isto é um equívoco praticado regularmente por estes profissionais que não gozam da experiência do dia a dia de como funciona a cobrança e/ou a recuperação de ativos.

    Fato é, se você ou sua empresa, não estiverem corretamente assessorados, muito provável, irão acumular prejuízos.

    Por fim, vale ressaltar que os dois casos contam com ações que podem ser executadas pela nossa empresa, já que a diferença está na abordagem feita pelos negociadores e podem ser usada nas atividades de cobrança e nas de recuperação de crédito.

  • Devedor você passou vergonha? Isso é crime!

    Devedor você passou vergonha? Isso é crime!
    Existem inúmeras maneiras do credor realizar cobranças e claro tem todo o direito de protestar um título não pago, efetuar o registro do nome do devedor em órgãos de restrição ao crédito, tais como SPC, SERASA. Além disso pode ajuizar ação judicial objetivando cobrar o valor que acredita ser devido.

    O credor pode perfeitamente ainda utilizar-se na cobrança de envio de cartas, telefonemas e até mesmo cobradores.

    No entanto, o direito de cobrança do credor vai até o limite do direito do devedor de não se sentir importunado desproporcionalmente ou até constrangido.

    Hoje em dia tornou-se comum as ligações a toda a hora, em qualquer lugar, com ameaças e com linguajar desoportunos,certamente está pratica é um abuso ao direito do devedor.

    O credor em hipótese nenhuma não pode ameaçar, coagir ou constranger o consumidor na cobrança de uma dívida, como por exemplo, entrar em contato com vizinhos, parentes, amigos ou diretamente no trabalho do devedor.

    Perceba que esta atitude já está consolidada em lei, e considerado crime pelo Código de Defesa do Consumidor:

    Art. 42. Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça.

    Art. 71. Utilizar, na cobrança de dívidas, de ameaça, coação, constrangimento físico ou moral, afirmações falsas incorretas ou enganosas ou de qualquer outro procedimento que exponha o consumidor, injustificadamente, a ridículo ou interfira com seu trabalho, descanso ou lazer: Pena Detenção de três meses a um ano e multa.

    É previsto na maioria dos contratos que os credores contratem empresas de cobrança para satisfazerem seus interesses. Quando o contrato chega nestas empresas de cobrança, seus funcionários sem pudor nenhum,  fazem uma verdadeira pressão no devedor, utilizam-se de mentiras cabeludas, do tipo..."se você não pagar vamos adentrar na sua casa para buscar mercadorias, iremos derrubar o portão, seu veículo vai ser preso pela polícia, porque você assinou o contrato se não consegue pagar, estamos vigiando você, seu veículo será preso quando for parado em uma blits, etc." estas atitudes por parte das empresas de cobrança é muito mais eficaz e barata do que muitas vezes entrar com processo na justiça objetivando cobrar a dívida.

    Além do mais estas empresas de cobrança realizam inúmeras ligações telefônicas durante o dia e muitas das vezes quando atendidas eles mesmo desligam para continuar perturbando, não só o devedor mais também os vizinhos, os amigos, ou pessoas aonde você trabalha.

    Na realização das cobranças estas empresas não têm o mínimo de respeito com os devedores, vislumbram apenas o lucro e suas metas de resultado. A grande maioria destas empresas, digo com propriedade e conhecimento de causa que 99% delas, não se importam com os horários ou com o dia de perturbarem o sossego de suas vitimas.

    Os consumidores jamais deverão aceitar este tipo de abuso.

    Primeiramente, recomendamos que a vítimas destes abusos, realize uma queixa crime em uma delegacia de polícia mais próxima de sua residência, informando os fatos ocorridos, e os autores destes abusos, no caso a empresa que está realizando a cobrança e o credor que se tem a dívida.

    A responsabilidade pelos danos causados nestas vítimas de abusos é tanto do credor como também da empresa de cobrança, conforme já se prevê no Código de Defesa do Consumidor. Por esta razão, é extremamente importante fazer a queixa crime em nome das duas empresas.

    Ressalta-se que nos casos de ligações para vizinhos, amigos ou trabalho, é importante que a vítima leve as testemunhas que tenham atendido tais ligações para relatarem sobre os fatos ocorridos.

    Já na hipótese da cobrança ser realizada através de cobradores contratados que cometeram abusos ao realizarem a cobrança causando constrangimentos ao devedor, exemplo: deixando recados para vizinhos, amigos, ou colegas de trabalho, nos moldes “Diga pro fulano que estive aqui e vim buscar o dinheiro, Diga ao fulano que estive aqui para o dinheiro que ele deve pro beltrano” ou ainda “Diga para aquele velhaco do teu vizinho que se ele não pagar a dívida…”, ou que realizam a cobrança de forma pública, na frente de outras pessoas, usando de ameaças, de palavras degradantes ou de baixo calão, fazendo o devedor passar vergonha, é importante que se tenha testemunhas dos fatos ocorridos, pois a prova se constituirá em uma elemento facilitador para a tomada de decisão por parte do Juiz da causa.

    Temos conhecimento de casos em que o devedor de tanto ser perturbado em seu trabalho acabou sendo demitido de seu emprego.

    Estas empresas de cobrança não podem enviar aos devedores nenhuma carta que demonstre, de forma explicita, que o documento se trata de cobrança de dívida. Muito menos no envelope pode constar o logotipo da empresa de cobrança.

    Estas empresas de cobrança só estão ganhando rios de dinheiro e cometendo os mais variados abusos contra os devedores, porque na grande maioria das vezes os consumidores já estão fragilizados com sua situação e aceitam calados, desconhecendo as leis e não se informando sobre seus direitos. 

    Alertamos que vocês nestas situações, procurem informar-se sobre seus direitos, fazendo isso estará ajudando a combater os abusos cometidos diariamente por estas empresas de cobrança contratadas por bancos, financeiras e operadoras de cartão de crédito.
  • STJ decide pela ilegalidade na cobrança da TAC e TEC nos financiamentos

    Os consumidores já podem comemorar por esta pequena vitória, porque o Superior Tribunal de Justiça (STJ) votou pela ilegalidade da cobrança da Tarifa de Abertura de Crédito (TAC) e da Tarifa de Emissão de Carnês (TEC) — estas taxas podem variar de R$ 600 a R$ 4 mil para quem realiza contratos de financiamentos ou até mesmo para quem realiza pagamentos via boletos bancários — o ponto negativo para os consumidores foi que o STJ manteve a tarifa cadastral e permitiu a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras e de Crédito (IOF) sobre o valor principal no cálculo dos juros. Esta decisão ainda não está valendo, porque até no dia de hoje não foi publicada no Diário Oficial.

    Esta decisão tomada pelo STJ será válida para mais de 285 mil ações que discutem esse assunto no país. Estas ações que estavam paralisadas e aguardavam a definição sobre a ilegalidade ou legalidade dessas cobranças chegam a envolver um valor estimado em R$ 533 milhões. As ações estavam paralisadas devido a determinação da ministra do STJ Isabel Gallotti.

    Ocorre que esta decisão do STJ é considerada prejudicial para muitos consumidores, pois ela só é valida para os contratos realizados após 2008, ou seja: Os consumidores que realizaram os contratos antes de 2008 e entraram com as ações solicitando a restituição de valores e tiveram suas ações paralisadas foram prejudicados pois foi decidido que eles não tem mais direito da devolução. Esta decisão ainda é considerada negativa pois a "TAC" ainda se confunde com a tarifa de cadastro, o que da vantagem a bancos e financeiras, pois cuja cobrança foi legitimada pelo STJ.

    Esta tarifa cadastral é cobrada uma única vez ao se abrir uma conta, ou começar um relacionamento com alguma instituição. Um banco ou uma qualquer instituição financeira, por exemplo, só podem fazer essa cobrança uma unica vez. Alguns pontos não estão claros e objetivos. Exemplo: Se eu tenho aberto uma conta em um determinado banco e vou financiar um veículo em uma concessionária pelo mesmo banco que sou cliente a tarifa de cadastro pode ser cobrada? Obviamente que entendemos que não. 

    Outro ponto que coloca o consumidor em desvantagem é o fato de o imposto "IOF" poder ser cobrado sobre o valor principal da dívida:

    Nestes casos, o valor do "IOF" vai ser financiado e vai ser cobrado juros sobre juros, para quem não sabe financiando R$ 2 mil de IOF no final do contrato o consumidor paga R$: 4 mil. 

    Para ler a certidão do julgamento Clique Aqui

    Com esta decisão nós consumidores continuaremos sendo verdadeiros "burros de carga" deste sistema financeiro.
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