• Entrega amigável de veículo financiado: Saiba mais!

    Entrega amigável de veículos
    Basta uma breve consulta no Google para encontrar as inúmeras reclamações sobre pessoas e empresas que realizaram a entrega amigável do veículo Financiado para bancos e financeiras e ainda continuam com grandes problemas.

    Este texto tem o objetivo de ajudar todos os consumidores de produtos e serviços bancários e/ou financeiros que estão recebendo propostas de entrega amigável de veículo por parte de escritórios de advocacia e/ou empresas de cobrança e não sabem o que fazer.

    Definição de entrega amigável de veículos 

    Podemos definir a entrega amigável de veículos como o ato em que o devedor inadimplente com suas obrigações financeiras entrega o veículo anteriormente dado em garantia pela promessa de pagamento de um financiamento para o banco ou a financeira, antes ou depois de o banco entrar com a ação de busca e apreensão do veículo.

    Mentiras, constrangimentos e ameaças praticadas por bancos e financeiras na cobrança de dívidas

    Destaca-se que são inúmeras as mentiras, constrangimentos e ameaças por parte dos funcionários dos bancos, das financeiras ou das empresas de cobrança de dívidas, entre elas destacamos as mais comuns: 
    Se você não pagar as parcelas do veículo ou não entregar o mesmo amigavelmente, você será preso.  
    Se você não pagar as prestações atrasadas vão arrombar o portão da sua casa e tomar o veículo.  
    Se você entregar amigavelmente o veículo você poderá financiar outro veículo imediatamente. "mentira"  
    Se você não tinha condições de pagar o financiamento, porque comprou o veículo.  
    Se você entregar o veículo de forma amigável, você voltará ter crédito no banco e/ou financeira. "mentira, leia sobre o score"  
    Se você não pagar hoje nós vamos entrar com a busca e apreensão do veículo. 
    Se você não pagar hoje todo o valor atrasado, quando você passar pela policia vai perder o veículo.
    Também é imperioso destacar que outra mentira muito comum é a da Busca e apreensão de Veículos, pois as pessoas que realizam as cobranças insistem em falar para os consumidores inadimplentes, que, se os mesmos deixarem de pagar duas parcelas o veículo será apreendido imediatamente. Entretanto, o que ocorre é que após constatado o atraso de duas ou mais parcelas e esgotado todas as tentativas de cobrança os bancos ou financeiras podem utilizar-se de ação de busca e apreensão para satisfazer o débito do contrato.

    Assim sendo, caso você esteja se sentindo ameaçado, por empresas de cobrança, bancos e financeiras, procure uma delegacia de polícia mais próxima e registre um boletim de ocorrência, pois, estas são apenas algumas das inúmeras outras frases utilizadas por bancos, financeiras e empresas de cobrança neste momento tão delicado na vida de todos os consumidores de produtos e serviços bancários e/ou financeiros.

    Proposta da entrega amigável de veículos financiados

    A proposta de entrega amigável de veículos financiados ocorre devido os bancos e financeiras constatarem através das empresas de cobrança e escritórios de advocacia, que o devedor inadimplente não tem dinheiro para pagar a suposta dívida exigida e que a cobrança da dívida não está sendo eficaz. Neste momento o devedor inadimplente recebe propostas de entrega amigável do veículo.

    Da entrega amigável de veículos financiados

    Devido inúmeros casos de reclamações que podem ser encontrados facilmente na internet e devido os anos de experiência ajudando pessoas e empresas com problemas de financiamento em atraso, recomendamos que todos aqueles que estão inadimplentes com suas obrigações junto à bancos e financeiras, não aceitem entregar amigavelmente seus veículos financiados.

    Na entrega amigável de veículos as empresas de cobrança, os escritórios de advocacia, os bancos e financeiras não agem com transparência no sentido de esclarecer os devedores inadimplentes sobre detalhes desta possibilidade de acordo.

    Ainda na entrega amigável de veículos, são raras as oportunidades que os mesmos deixam para o devedor um "Termo de Entrega Amigável".

    Caso real de entrega amigável de veículos

    Um cliente que vamos chamar de João comprou um veículo por meio de um financiamento, entretanto meses após o financiamento ficou desempregado.

    João financiou junto ao Banco “Banco te Ferrei S.A.” o valor de 30 mil reais para adquirir um veículo no valor de 80 mil reais, o valor financiado seria devolvido em 60 "suaves" prestações de 735 reais. Ocorre, que João só conseguiu pagar 7 prestações do financiamento. Foi neste momento que João ligou para o referido Banco e prontamente a atendente informou a João que o mesmo poderia realizar a entrega amigável do veiculo financiado, mediante "entrega quitativa", João prontamente fez as contas e percebeu que iria perder dinheiro, visto que seu carro valia 80 mil e o mesmo só financiou 30 mil, entretanto, mesmo assim como não queria dever nada a ninguém resolveu entregar amigavelmente o veículo, porque pensou que tudo estaria quitado.

    No momento da entrega do veículo, João, por falta de transparência por parte do banco e pela sua inexperiência, acabou assinando um documento chamado de “Termo de Entrega Amigável”. No termo que João assinou, constapva que seu veículo seria vendido em leilão e caso o valor adquirido pela venda do veículo não fosse suficiente para a quitação de sua divida, João deveria pagar o restante. 

    Resultado, após 2 anos o Banco entra em contato com João informando que a venda do veículo no leilão não quitou a totalidade de sua dívida. 

    Conclusão 

    Por todo o exposto, podemos perceber que existem inúmeras possíveis mentiras que vem sendo contadas para todos os consumidores de produtos e servições bancários e/ou financeiros, assim, recomendamos que em últimos casos, seja preferível que se venda o veículo para quem deseja quitar o financiamento, pois, será muito melhor, e, assim poderá financiar outro veículo quando necessário.

    Assim sendo, podemos afirmar que a entrega amigável de veículo financiado com a promessa de ser possível obter novo financiamento junto ao banco a curto prazo é uma MENTIRA, pois, dificilmente será possível conseguir um financiamento em quaisquer outro banco e/ou financeira que seja há curto prazo, visto que, seu histórico de pagamento já consta em diversos bancos de dados iguais ao criado recentemente pelo Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú-Unibanco e Santander "Gestora de Inteligência de Crédito (GIC)".

    Saiba tudo sobre a entrega amigável de veículos financiados no: Acre, Rio Branco, Alagoas, Maceió, Amapá, Macapá, Amazonas, Manaus, Bahia, Salvador, Ceará, Fortaleza, Distrito Federal, Brasília, Espírito Santo, Vitória, Goiás, Goiânia, Maranhão, São Luís, Mato Grosso, Cuiabá, Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Minas Gerais, Belo Horizonte, Pará, Belém, Paraíba, João Pessoa, Paraná, Curitiba, Pernambuco, Recife, Piauí, Teresina, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Natal, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rondônia, Porto Velho, Roraima, Boa Vista, Santa Catarina, Florianópolis, São Paulo, São Paulo, Sergipe, Aracaju, Tocantins, Palmas e inúmeros outros municípios.
  • Um comentário:

    1. Texto bem explicativo. Mas descordo da parte inicial: "a pessoa que efetuou a compra do veículo somente passa a ser efetivamente dono, quando quitar totalmente a sua dívida com o banco ou a financeira." Pois no financiamento fiduciário (CDC) o que é financiado não é o veículo, pois este é pago à vista, e sim o valor que a financeira pagou à agência.
      O proprietário do veículo é o único dono do bem (por isso o documento já vem no nome do proprietário), o qual fica gravado com com cláusula de alienação fiduciária, o que impede que o veículo venha ser transferido para outra pessoa, por isso se procede a busca e apreensão, pois o veículo foi dado como garantia.

      A financeira só é proprietária nos casos de arrendamento mercantil (leasing), o documento fica com o nome da financeira. Neste caso, por ser ela proprietária do bem, quando consumidor não cumpre com sua obrigação, qual seja pagar as parcelas pactuadas, procede-se com ação de reintegração de posse.

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