Financiamento do BNDES para CNPJ e/ou CPF: Entenda como Funciona

Financiamento do BNDES para CNPJ e/ou CPF
Entenda como funciona todos os procedimentos e opções para conseguir Financiamento do BNDES para as operações da sua empresa com os juros mais baixos do Brasil.

Saiba o que é o BNDES:

BNDES é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, do Brasil, é uma empresa pública federal, principal supridor de recursos para financiamento de longo prazo a investimentos na economia nacional.

Com sua origem em 1952, o BNDES, ao longo de sua jornada, participou na linha de frente de todos os investimentos que mudaram a face econômica do Brasil. Essa atuação permitiu que o Banco acumulasse considerável conhecimento a respeito da base produtiva do seu país.

O BNDES fomenta projetos de investimentos que visem ao aumento da competitividade das empresas brasileiras, à ampliação da infraestrutura (energia elétrica, comunicações, transportes urbanos, saneamento, etc) e ao incremento da capacidade produtiva do parque industrial brasileiro (incluindo o setor agropecuário). O foco do BNDES é o financiamento do investimento.

Grande parte da operações do BNDES é realizada por meio da parceria com uma rede de instituições financeiras credenciadas, que cobre todo o território nacional, em sua maioria, os bancos brasileiros são credenciados a operar com as linhas de financiamento do BNDES.

Saiba qual é a Missão do BNDES: 

Promover o desenvolvimento sustentável e competitivo da economia brasileira, com geração de emprego e redução das desigualdades sociais e regionais.

Quem Pode Receber Financiamento?

Empresas instaladas no país (de controle nacional ou estrangeiro), administração pública, cooperativas, associações, empresários individuais inscritos no CNPJ e alguns grupos de pessoas físicas.

Classificação de porte de empresas

A classificação de porte de empresa adotada pelo BNDES é aplicável à indústria, comércio e serviços e é definida em função do faturamento anual da empresa ou do grupo econômico ao qual pertença, conforme resumido no quadro a seguir:

Porte Faturamento anual
Microempresa
Pequena empresa
Média empresa
Empresa média-grande
Grande empresa
Até R$ 2,4 milhões
Acima de R$ 2,4 milhões até R$ 16 milhões
Acima de R$ 16 milhões até R$ 90 milhões
Acima de R$ 90 milhões até 300 milhões
Acima de R$ 300 milhões

O BNDES utiliza essa classificação para efeito de enquadramento das condições de suas linhas e programas de financiamento.

Financiamento do BNDES para Pessoa física - CPF

As pessoas físicas que podem receber financiamento do BNDES são:
O produtor rural – com efetiva atuação no setor agropecuário, somente para investimentos, no setor; 
O caminhoneiro – transportador autônomo de carga, devidamente registrado no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga (RNTRC), para aquisição de caminhão e similares; 
O microempreendedor – formal ou informal, exclusivamente por meio do programa BNDES microcrédito.
As pessoas físicas não empresariais são equiparadas, quanto ao porte, conforme sua renda anual, às categorias da Classificação de Porte de Empresas utilizada pelo BNDES.

O que pode ser financiado?

O financiamento do BNDES pode ser utilizado para:
Construir, ampliar ou reformar/modernizar uma loja, galpão, armazém, fábrica, depósito, escritório, entre outros; 
Adquirir máquinas ou equipamentos. Desde que fabricados no Brasil e credenciados no BNDES
Importar máquinas ou equipamentos, desde que não haja similar nacional; 
Adquirir bens de produção, insumos e serviços; 
Produzir bens e serviços para exportação; 
Adquirir caminhão;  
Capital de giro, em condições específicas.
Ocorre que, o BNDES não apóia investimentos ou gastos nos seguintes setores:
Empreendimentos imobiliários, tais como edificações residenciais, edificações comerciais destinadas à revenda, empreendimentos comerciais destinados a aluguéis de escritórios, time-sharing, hotel-residência e loteamento; 
Empreendimentos do setor de mineração que incorporem processos de lavra rudimentar ou garimpo; 
Comércio de armas no país; 
Motéis, saunas e termas; 
Atividades bancárias/financeiras, exceto no caso do microcrédito;  
Empreendimentos relacionados a jogos de prognósticos e assemelhados.
Também não são financiáveis:
Aquisição de terrenos e desapropriações; 
Custeio de gastos com manutenção corrente, exceto a casos especiais; 
Transferência de ativos; 
Aquisição de software produzido no exterior, exceto adaptações realizadas no país ou quando associado a projetos de desenvolvimento tecnológico e inovação; 
Ações e projetos sociais contemplados com incentivos fiscais; 
Despesas que impliquem remessas de divisas;  
Aquisição de animais para revenda.

Como solicitar um financiamento junto ao BNDES?

As solicitações de financiamentos do BNDES podem ser deferidos de forma direta ou indireta. O incentivo do BNDES às micro, pequenas e médias empresas se dá, na maior parte das vezes, de forma indireta, ou seja, por meio de instituições financeiras credenciadas pelo BNDES.

É imperioso destacar que, a maioria dos bancos em atividade no Brasil está autorizada a repassar os recursos do BNDES, possibilitando que esses recursos cheguem a todos os pontos do território nacional.

O interessado em contratar um financiamento deve procurar o gerente no estabelecimento bancário credenciado em que tenha cadastro ou algum tipo de relacionamento bancário. Este banco conhece melhor as necessidades e possibilidades do cliente em assumir um compromisso financeiro, além de ser o responsável pela análise e aprovação do crédito.

Esta análise de crédito é feita pelos bancos que levam em consideração as exigências do BNDES e também sua regras próprias de concessão de crédito.

Para solicitar um financiamento para aquisição de veículo, máquina ou equipamento, o interessado deve, primeiramente, obter um orçamento do fabricante ou, em alguns casos, do distribuidor, que deve ser credenciado junto ao BNDES. Esse orçamento, no qual é descrito o bem a ser financiado, deve ser levado pelo cliente ao banco credenciado, que realizará a análise de crédito e, se aprovado, encaminhará o pedido ao BNDES.

Nos casos de financiamento a projeto de investimentos, o interessado deverá apresentar seu projeto ao banco credenciado, juntamente com os demais documentos previamente solicitados. A agilidade da solicitação, entre outros fatores, sempre que possível, deve ser verificada junto ao BNDES.

Utilização consciente do financiamento: 

Os recursos liberados através do BNDES são sempre destinados a um fim específico. No caso de projetos, os recursos só poderão ser utilizados na aquisição de bens e serviços previstos no mesmo; no caso de veículo, máquina, equipamento ou implemento, só poderá ser usado para aquisição daquele bem que constou no orçamento aprovado; os demais recursos serão repassados à empresa beneficiária do financiamento que fará os pagamentos aos seus fornecedores, devendo comprovar posteriormente junto ao banco intermediário escolhido.

PS: Existem apenas 2 estratégias que podem aumentar suas chances de viver confortavelmente de uma atividade remunerada sustentável: lucratividade e gestão consciente de qualidade.

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7 Tipos de clientes que devem ser evitados

Um grande erro cometido por profissionais de inúmeros setores da economia é a falta de capacidade de observação e conhecimento sobre o comportamento de seus clientes e como tratar essa questão com ética e consciência.

Uma das estratégias de evitar esse tipo de problema desnecessário, é estar preparado para observar e identificar comportamentos não saudáveis, criando estratégias ágeis de eliminação dessas relações de carreiras curtas. 

Comecemos pelo cliente "Perna Longa":

1. FOGE DE PAGAMENTOS PRELIMINARES
Um dos primeiros sinais de um cliente não saudável é a sua relação com pagamentos. Uma das premissas que empresas sustentáveis praticam, é a precificação de modo profissional, sendo indicado que pelo menos as despesas geradas pela demanda do cliente sejam cobertas pelo mesmo. 
Esta premissa faz com que esses profissionais autônomos e empresas sustentáveis rejeitem, logo na entrevista preliminar, funcionários, clientes e/ou parceiros que não cobrem pelo menos o que representa o custo do serviço ou trabalho realizado. 
“Mas dessa forma eles não perdem clientes Lehmann?” 
Sim, eles perdem muitos clientes. Entretanto, ter vários clientes não é certeza de lucratividade, sendo lógico que um perfil de cliente com dificuldades de pagar com as despesas da sua empreitada, dificilmente terá maturidade emocional para reconhecer o trabalho da instituição, da empresa ou do profissional. Em linhas gerais, o que se configura é uma relação doentia, onde a troca sempre é desequilibrada e inconsciente. 
Existem muitos clientes por ai que contrata o profissional, por exemplo, para fazer a intermediação de uma negociação, mas liga toda semana para tirar duvidas sobre um outros negócios, negociações, contratos e até sobre o vizinho que o mesmo não gosta (...). Esse cliente é alguém frustrado tentando extrair o possível da consciência do profissional porque inconscientemente ainda não enxergou vantagem nessa parceria, ou seja, ele entendeu que o profissional trabalhou pouco (...). Isso sempre ocorre por duas lógicas: Ou a instituição, empresa e/ou profissional não soube comunicar o valor corretamente, ou a consciência do cliente é muito escassa. 
É imperioso destacar que: Clientes que não querem pagar logo de início os custos do que ele mesmo gerou, é certo que ele poderá promover algum tipo de débito e serão muito resistentes em remunerar o profissional por algum serviço. 
Como proceder: Afirme de logo ao seu cliente que aqui só se trabalha com pagamento de determinado valor adiantado. Explique pausadamente que anteriormente já teve problemas com clientes que pagavam e que você deixava de prestar os serviços que prefere fazer dessa forma. Caso seu cliente não respeitar, é porque ele não é um saudável cliente para você.
2. QUER SABER (ACHAR) MAIS DO QUE VOCÊ
Consideramos que o bom relacionamento entre o contratado e o cliente é um dos segredos para obter os melhores clientes de longo prazo. Para que esse relacionamento seja saudável, se faz necessário que o contratado estimule seu cliente a opinar e trocar alguns pensamentos, focando sempre no êxito da futura empreitada. Entretanto, existe uma grande distância entre “estimular algumas opiniões” e querer prestar o serviço por você. 
Lamentavelmente, esse tipo de cliente pode corromper suas teses com menor qualidade, o que acabará deixando o contratado frustrado e com menos tempo para se dedicar aos clientes que realmente lhe interessam! 
Como proceder: Disponibilize um mês seu para esse cliente. Caso ele continuar duvidando da sua capacidade de solucionar o problema, a melhor opção é dispensá-lo.
3. O CLIENTE MIMIMI
Você conhece algum cliente que liga para você em feriados, domingos às 10 da noite ou às 7 da manhã? Pois é, esse é outro tipo de cliente que obrigatoriamente você precisa evitar. Com estas atitudes, o cliente está provando para o Contratado, que o mesmo não respeita e não tem importância em perturba-lo ou talvez não te reconheça como um respeitado profissional. 
Como proceder: Existem duas lógicas. A primeira é evitar que esse tipo de situações aconteçam através de clausulas contratuais mais assertivas e destacadas. No contrato, forneça o seu horário de prestação de serviços e deixei bem claro que ele só poderá entrar em contato pelo telefone dentro desse período de tempo. Caso o Contratado não deixou isso previamente definido, a segunda lógica é avisar esse tipo de cliente que só vai atender o celular dentro do seu horário de trabalho.
4. CLIENTE DA CARREIRA CURTA
Você agendou uma reunião e o cliente não apareceu? Você enviou um email e o cliente não respondeu? Ele não compareceu ao compromisso? Esse é um cliente da carreira curta. As suas constantes desculpas podem até gerar a perda irreversível de oportunidades, além é claro, da perda irrecuperável do tempo da sua existência. 
Como proceder: Inicialmente, logicamente, avisar o da carreira curta, que desde cedo que você vai colocar valor e cobrar por esse tempo perdido, etc. Caso a situação persista, é melhor desistir dessa relação.
5. O DR. PROBLEMAS
Você conhece algum cliente que sempre cria algum problema de última hora que o impede de realizar pagamentos, de se reunir ou de executar qualquer tarefa de cunho colaborativo?Este mesmo, estes são o que mais você deve evitar. São estes clientes que cria sempre uma desculpa de última hora para deixar de fazer algo (...).

"O meu carro furou o pneu!"
"Tenho dinheiro na conta do banco mas o mesmo cometeu um erro"
"Tive gastos que não estavam no meu orçamento"
"Meu celular deu uma pane e eu perdi o seu número" 
E muitas outras desculpas semelhantes a esta! 
Como proceder: Se afaste imediatamente deste tipo de clientes! Os mesmos podem ser clientes “esponjas” que no final só querem os seus serviços de graça. Acredite: esponja uma vez, esponja para sempre.
6. O CLIENTE OPORTUNISTA
Tem os clientes oportunistas: 
1- O que é amigo intimo do Presidente da República, do presidente do STJ, ou do Senador e que se ofereceram para dar uma ajuda no problema; 
2- O que "acha" que conhece você e disse que em nome desse conhecimento você faria um precinho bem camarada; 
3- O que diz conhecer outro alguém que presta o mesmo serviço e disse que se você tiver problema com a empreitada e/ou achar difícil, ele pode pedir uma ajuda e ensinar como solucionar. 
Como proceder: Siga o passo seguinte
7. O CLIENTE MAMÃO COM AÇÚCAR
É aquele cliente que já chega fazendo cálculos querendo que você se impressione com o que ele está argumentando, para que você aceite receber ao final do serviço um preço insignificante, pressupondo que o Contratado vai atuar de fácil e simples, podendo ele mesmo contratar qualquer outro para a função, a empreitada é a mais simples e fácil do mundo. 
Esse tipo de cliente geralmente se "acha" no direito de encher a boca para dizer: - essa empreitada para mim não é nada, vou colocar uma empreitada na sua mão para você ganhar 10000 vezes mais. Além de desmerecer o trabalho do contratado, logicamente invalidará publicamente os serviços do mesmo em caso de alcançar os objetivos pretendidos inicialmente, que na sua opinião, "esta empreitada seria mamão com açúcar". 
Além, esse tipo de cliente na maioria das vezes gosta de confundir colaboração negocial, com promoção da empreitada, diminuindo o valor da contratação, o que deve gerar grande desprestigio moral ao Contratado. 
A pergunta que não quer calar é: excluídos esses 7 tipos de "clientes", restará algum na sua carteira atual?
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Cobrança e Recuperação de Ativos: Entenda como funciona

Cobrança e Recuperação de Ativos: Entenda como funciona
Muito tem se falado sobre cobrança e recuperação de ativos na internet, ocorre que, campanhas envolvendo bancos e financeiras tendem a ter um nível de negociação e complexidade desafiador dentro de qualquer empresa de cobrança, afinal, este assunto "dinheiro" é delicado para os consumidores e de extrema importância para as empresas contratantes.

Entre as várias ações que qualquer empresa de cobrança pode fazer nessa área, duas se destacam por sua importância e recorrência, assim, neste texto, vamos apresentar como funciona a cobrança e a recuperação de créditos, além de demostrar como ambas podem ser feitas pela mesma empresa:

Como funciona a cobrança e recuperação de créditos:

Atividade de cobrança: ação tomada pela empresa em consequência de um valor devido pelo consumidor. Em linhas gerais, ela é usada para cobrar ou renegociar uma dívida específica – o que faz com que seja uma negociação mais complexa.

Esta atividade de cobrança exige uma capacitação maior dos negociadores, que devem conscientizar os devedores de uma oportunidade de regularização.

As intervenções dos negociadores devem ser feitas com base em um ciclo de cobrança, que contribui para a empresa de cobrança definir qual será a linguagem utilizada durante as abordagens, além, de não esquecer que uma intervenção de cobrança pode ter motivação judicial.

Recuperação de créditos: ação distinta da cobrança, pois, o foco dela não é, acabar com uma dívida. Essas estratégias são voltadas aos consumidores que já possuem dívidas e que foram inseridos em cadastros negativos de empresas como o SCPC e SERASA. Por este motivo, essas pessoas perderam o direito de obter crediário junto a outras instituições financeiras.

Diante desta situação, entra o trabalho de recuperação de crédito: Nestes casos, o objetivo maior é ajudar o consumidor inadimplente em sanar suas dívidas e regularizar sua situação financeira junto aos seus credores, objetivando poder retomar seu acesso a linhas de crédito.

É imperioso destacar que, nestas situações, é preciso usar uma abordagem mais estratégica, já que a empresa responsável pela abordagem tem a função de restabelecer o acesso do consumidor ao crédito.

Nesses casos específicos, o trabalho dos negociadores tende a ser maior e pode até envolver mais de uma instituição. Ao final das negociações, um indicador positivo para averiguar o sucesso desse tipo de operação é o número de pessoas com crédito restabelecido após o contato.

Vale ressaltar que os dois casos contam com ações que podem ser executadas pela mesma empresa, já que a diferença está na abordagem feita pelos negociadores, alem disso, a legislação tributária e financeira é a mesma e pode ser usada nas atividades de cobrança e nas de recuperação de crédito.

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Negociação de Dívidas Bancárias: Curso Grátis

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Confessamos para você que muitas vezes as pessoas estão errando em um pequeno detalhe e basta alguém com experiência mostrar o ponto específico para ter um salto de sucesso nestas negociações!

Em outros casos a pessoa acredita que está fazendo tudo certo e falta só ajustar algum detalhe e na verdade precisa reestruturar todas as estratégias de negociação...

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Abraço cordial.

Atenciosamente,

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