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Bancos estão proibidos de elevar juros em financiamentos atrasados

A resolução foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional e restringe a cobrança sobre parcelas vencidas em financiamentos. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a regulamentação da cobrança dos encargos de inadimplência em operações de crédito feitas por bancos no país. A nova regra proíbe a alteração da taxa de juros no cálculo de parcelas vencidas e, em atraso, em operações de crédito.

Para o especialista, empresário e consultor Jeferson Lehmann, da equipe Prosiga, a determinação torna mais transparente a relação entre o banco e o cliente, pois, segundo a decisão, todas as taxas de juros aplicadas no ato do empréstimo estarão descritas em contrato. 
“Anteriormente a decisão do Conselho, os bancos poderiam, na hora de recalcular uma parcela de um financiamento em atraso, optar por aplicar a taxa de juros remuneratórios contratada ou as taxas de mercado divulgadas pelo Banco Central, implicando, na maioria das vezes, na incidência de taxas maiores do que a contratada”.
Jeferson explica ainda que a grande mudança diz respeito aos juros remuneratórios aplicados no cálculo de um financiamento atrasado. 
“Anteriormente a regulamentação, os bancos mudavam a taxa de juros, aplicando um percentual mais elevado sobre o valor em atraso.” Este percentual mais elevado de juros está vinculado à taxa média de mercado, divulgada pelo Banco Central do Brasil. “Em outras palavras, caso o financiamento fosse feito com a taxa de 0%, por exemplo, poderia o banco cobrar 4%, sobre o valor em atraso, se esta fosse a taxa limite estabelecida pelo governo”, esclarece o empresário.
Esta resolução entra começa a ter efeito a partir de 1º de setembro, entretanto, a partir de sua publicação no Diário Oficial da União (DOU), ocorrida em 1º de março, os bancos e instituições financeiras podem aplicar como regra a orientação para cálculo de juros em prestações vencidas. 
"É imperioso destacar que decisões nos tribunais de justiça já favoreciam os clientes, pois observadas as taxas contratadas, sempre favorecendo o consumidor. A nova regulamentação é clara, os juros remuneratórios, por dia de atraso, que incidem sobre a parcela vencida, devem ser a mesma taxa pactuada no contrato para o período de adimplência da operação". Afirma Jeferson. 

Procon: Juros do cheque especial aumenta pela 9ª vez seguida em outubro

Procon: Juros do cheque especial aumenta pela 9ª vez seguida em outubro
A taxa média dos jurus do cheque especial de 13,56% ao mês em setembro aumentou para 13,72% em outubro e a taxa do empréstimo pessoal também aumentou de 6,8% para 7,05% no mesmo período.

Segundo a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Procon-SP a taxa média dos juros do cheque especial aumentou pela nona vez consecutiva em outubro.
Vale lembrar que os juros nestes patamares elevadíssimos podem, dificultar ou até impossibilitar a quitação da dívida.
Em um ano, o consumidor que obter uma dívida de R$ 1 mil no cheque especial a uma taxa de 13,72% ao mês estará devendo R$ 4.677, sem considerar multas e taxas por atraso.

Sobre os Bancos

Entre os bancos pesquisados, a Caixa Econômica Federal foi o banco que mais aumentou a taxa de juros do cheque especial, de 13,05% para 13,55% - um aumento de 3,83%.

O Bradesco subiu a taxa de 13,15% para 13,55%, já o Itaú Unibanco, de 12,95% para 13,14% (aumento de 1,47%).

Busca e apreensão de veículo financiado: Saiba Mais!

busca e apreensão de veículos financiados é uma decisão, de um determinado juiz, que autorizou apreender o bem anteriormente dado em garantia do pagamento de um financiamento ou empréstimo, cuja obrigação do devedor está em atraso.

Normalmente a busca e apreensão de veículos financiados já esta prevista nos contratos de financiamentos, aqueles com cláusulas de alienação fiduciária, aonde o contratante buscou adquirir bens móveis como: Veículos, carros, motos, caminhões, lanchas, navios, helicópteros, etc.

Mas o que é afinal, um contrato de financiamento com cláusula de alienação fiduciária? É uma das muitas condições de financiamentos no qual a pessoa que efetuou a compra do veículo somente passa a ser efetivamente dono, quando quitar totalmente a sua dívida com o banco ou a financeira.


Ela acontece devido ao suposto atraso no pagamento das parcelas, o banco ou a financeira entra em contato com o cliente devedor objetivando a cobrança das parcelas em atraso incluindo em 99,9% das vezes juros exorbitantes, multas por atraso, multas por estar inadimplente, honorários advocatícios e tudo mais. Não existe data especifica para eles entrarem em contato nem data certa para eles engrenarem na justiça com o pedido de busca e apreensão do veículo

Somente nos casos em que o banco ou a financeira não consegue cobrar do consumidor as parcelas em atraso acrescidas do que eles desejam, é que solicitam ao juiz a expedição da busca e apreensão do veículo.

O juiz convencido pelo banco ou pela financeira, determina que o oficial de justiça vá até o domicílio do suposto devedor, acompanhado por um funcionário do banco ou financeira, em alguns casos também pela polícia, objetivando realizar a apreensão do veículo financiado. O consumidor terá, então, a contar do próximo dia útil, 5 dias para pagar as prestações atrasadas acrescidas de honorários de advogados e tudo mais ou 15 dias para apresentar defesa através de Advogado.

Quando o veículo for apreendido, ele volta a ser do banco ou financeira até que, no prazo dos 5 dias, o devedor quite tanto as parcelas vencidas e vincendas, além de todas as despesas adicionais. 

Mas, caso o banco ou a financeira leiloe o veículo logo após a realização da busca e apreensão do veículo, como é comum, e isso acontecer dentro do prazo de 5 dias, já estando o valor integral da dívida quitada, a instituição deverá indenizar o devedor em 50% do valor do bem que consta no contrato.

Estou com este problema, como agir?

Conhecedores das mais variadas expertises dos bancos e instituições financeiras, aconselhamos que o mais racional é você emprestar seu veículo para seu filho, assim, você poderá informar ao oficial de justiça, que o veículo não está no local, assim, não sofrerá acusações. Então se, você informar que o seu carro está com seu filho em uma outra cidade, não estará se recusando a entregá-lo.

Ainda na busca e apreensão de veículos, 90% dos consumidores com pagamentos em atraso não recebem nenhuma notificação sobre a apreensão do veículo, que em alguns casos pode gerar até dano moral para aquele que teve o carro apreendido.


Se no seu contrato não tem nada falando da cobrança de determinados valores, não pague e não aceite pagar taxas, multas e juros abusivos.

Renegocie dívidas bancárias sem cometer estes erros

Saiba quais estratégias de negociação precisam ser utilizadas para quitar dívidas bancárias sem cometer erros que possam prejudicar sua futura vida financeira.

São inúmeros os devedores que ainda encontram dificuldades para quitar suas dívidas com bancos. Entretanto, basta ter um conhecimento mínimo de como conversar com estes credores para que seja possível ficar com o nome limpo novamente, sem que seja cometido erros ao renegociar dívidas bancárias, não importando qual seja o valor que precisa ser pago e nem os motivos pelos quais você se tornou inadimplente com as prestações.

Confira os principais erros ao renegociar dívidas bancárias

1. Não saber exatamente o valor real da dívida

Sem dúvidas, o maior equívoco, é o devedor não saber a respeito do real valor da dívida. Na hora de renegociar dívidas com bancos e financeiras, é importante se informar de tudo, sobre taxas, honorários, juros, etc, isto se faz necessário para que você entenda melhor como o banco ou a instituição financeira chegou ao valor em questão. Uma dica importante é verificar o valor da dívida no SERASA e no Banco Central (BC) pois o valor da dívida costuma ser menor do que o valor que é cobrado pela instituição bancária.

Nestes casos, com a quantia exata, você terá condições de ter mais argumentos no caso de uma renegociação.

2. Parcelar a dívida com juros e multas em inúmeras outras prestações

É obvio que parcelar o valor total em inúmeras prestações vai gerar uma grande sensação de alívio, entretanto o ideal é que você tenha em mente um número exato de parcelas, tentando quitar tudo o quanto antes, objetivando diminuir taxas e juros. Para tanto, recomendamos que você corte gastos dispensáveis, a fim de poupar dinheiro e liquidar logo o débito.

Bancos e financeiras tendem a preferir que os clientes escolham um número elevado de prestações, tudo isso graças aos elevados índices de lucros com os juros e as outras taxas inseridas em um período maior. Nos casos em que o banco ou a financeira afirme que não existe espaço para negociação, informe que você tem a intenção de priorizar outras dívidas no lugar do banco ou da financeira.

3. Achar que já sabe de tudo quando o credor recusa renegociações

Nos casos em que o banco ou a financeira não desejar mais negociar, procure alguém ou alguma empresa especializada que não tenha reclamações na internet para lhe ajudar. Esta atitude vai fazer com que o banco ou a financeira volte a conversar com você na marra, desde que você acerte na escolha da ajuda, a partir de dados que comprovem a sua dívida. Além de fornecer os documentos necessários, é essencial já ter uma proposta em mente.

4. Não ter em mente nenhuma proposta

Nos casos em que você já sabe quanto deve, aconselhamos pensar em uma proposta para a renegociação. Para a criação desta estratégia você primeiro deve avaliar a sua capacidade de pagamento. Diante dessa decisão, suspenda os pagamentos e envie uma carta com um aviso de recebimento para a instituição para qual você deve. Essa carta, enviada pelos correios, deve conter a sua proposta de quitação ou de parcelamento. Assim, você vai provar que está disposto a solucionar o problema.

5. Não assine confissões de dívidas nem ofereça bens em garantia do pagamento

Outro erro é assinar confissões de dívidas e renegociar oferecendo bens em garantia do pagamento, isso vai deixar você ainda mais enrolado. Além disso, não se comprometa em pagar parcelas que ultrapassem 30% da sua renda mensal e para finalizar, não pague faturas mínimas por mais de três meses.

Se você levar estas dicas em consideração, você terá muito mais chances de acertar nas renegociações de dívidas bancárias, ficando mais preparado para conseguir melhores condições de pagamento do valor a ser quitado.

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