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Renegociamos a Dívida de sua Empresa (Esfera Administrativa)

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Bitcoin é Golpe, Fraude e/ou Pirâmide Financeira ? Sim Senhor(a)

Sim, segundo um dos mais conceituados bancos do planeta, o JP Morgan classifica a Bitcoin como um Golpe, Fraude e/ou Pirâmide Financeira, que poderá fazer com que seus investidores percam grandes somas de dinheiro.

Segundo Jamie Dimon, CEO do banco JP Morgan, acompanhado de Chairman, Presidente:
Não se pode existir pessoas que achem que um negócio chamado Bitcoin, um dia será lícito e/ou achar que quem estiver comprando isso seja inteligente; 
Esta Bitcoin não vai funcionar; 
Qualquer funcionário pego negociando a moeda digital Bitcoin, será demitido em apenas um segundo.
Todas as afirmativas foram proferidas em uma conferência bancária em Nova York, na quarta-feira, 13/09/2017, conforme reportado pelo The Guardian.

O executivo acrescentou que: 
Se você estivesse na Venezuela ou Equador ou Coreia do Norte, ou um monte de lugares como esses, ou se você é um traficante, um assassino, coisas assim, seria melhor negociar em Bitcoins do que em dólares americanos;
Então talvez haja mercado para isso, mas seria um mercado limitado.
Jamie Dimon ainda refletiu que esta Bitcoin, que hoje é avaliada em cerca de US$ 4.000 a unidade, vive uma bolha e informou que uma hora essa megavalorização vai acabar. 
Esta Bitcoin poderia estar avaliada em US$ 20 mil antes de acontecer, entretanto, poderá estourar; 
Honestamente, estou chocado que ninguém possa vê-la pelo que ela é.

Meu cartão foi clonado. Quais os meus direitos?

Percebi que meu cartão de crédito foi clonado. O que fazer? Quem é o responsável pelos danos causados? Tenho direito ao estorno das compras não reconhecidas? Neste caso, posso pedir indenização?

Ao perceber que seu cartão de crédito foi clonado é importante que o banco seja informado imediatamente, para que o mesmo cancele as compras e bloqueie o cartão, devendo o consumidor sempre guardar o protocolo da ligação, para poder comprovar que realmente informou o banco.

Em caso de prejuízos, o banco poderá ser responsabilizado, por não ter oferecido meios de segurança eficazes, e também devido a sua responsabilidade objetiva como fornecedor de serviços, devendo realizar o estorno das compras não reconhecidas.
Em caso da não realização de estorno ou de inscrição indevida no cadastro de inadimplentes o correntista pode ajuizar ação de indenização por danos materiais e morais.
Quando o consumidor tem seu cartão bancário clonado ou trocado dentro da agência bancária, com posterior utilização da tarjeta por fraudadores, o mesmo deve inicialmente procurar a casa bancária e realizar um requerimento administrativo de devolução dos valores, registrando a ocorrência em uma delegacia de polícia.
Contudo, muitas vezes tal procedimento não gera o resultado esperado pela vítima, sobrevindo negativa de restituição dos valores, bem como, a manutenção da dívida pelo fornecedor, que pode acarretar a negativação do nome do consumidor junto aos principais órgãos de proteção ao crédito.
Assim, quando isso ocorre, o consumidor pode ajuizar ação específica para reaver os prejuízos experimentados, tendo em vista que a casa bancária tem a obrigação de assegurar ao usuário final total segurança nas operações realizadas, bem como, inviolabilidade das senhas, na medida que, se os criminosos foram capazes de quebrar o sistema de segurança oferecido pelo banco, este deve ser responsável, tanto pelos valores os quais indevidamente retiraram da conta da vítima como pelos lançamentos indevidamente realizados à crédito, além de ressarcir eventuais danos morais sofridos.

Nestes casos, a cobrança de taxas e tarifas atreladas à fraude, bem como, a negativação do nome indevida, gera uma situação especial, dando direito ao consumidor pleitear a nulidade da dívida que lhe é imputada e o ressarcimento dos danos morais sofridos.

Fazer cartão de crédito: Pré-pago Fácil

Fazer cartão de crédito
A utilização do cartão de crédito no Brasil é cada vez mais comum. As operações realizadas com cartões de crédito nos últimos 2 anos tiveram um aumento 20% (vinte porcento). Os cartões de crédito são aliados do cotidiano dos Brasileiros devido suas praticidades, entretanto é preciso cuidado para não cair em armadilhas que podem atrapalhar o orçamento doméstico. 

Introdução

Fazer um cartão de crédito internacional Mastercard é o principal motivo de muitos desistirem de fazer suas compras em outros países, é por este motivo que resolvi criar este artigo mostrando como você deve fazer para adquirir um cartão de crédito internacional pré-pago.

Sobre o cartão de crédito pré-pago

A Conta Super é uma carteira eletrônica bem conceituada no Brasil, a mesma oferece suporte, permite que você realize compras, saques e transferências entre contas super.

Todos os cadastrados e aceitos na plataforma de pagamento têm acesso a um cartão de crédito internacional pré-pago, chamado de cartão super, que possibilita que os clientes tenham mais segurança nas suas compras online em qualquer site ou loja do mundo que aceite a bandeira Mastercard.

Na Conta Super também podemos contar com 3 cartões virtuais por cada conta, este cartão virtual pode ser utilizado para utilização em contas do PayPal ou para compras na internet, caso sua conta do PayPal bloquear o catão, basta você acessar sua Conta Super e gerar outro cartão cartão virtual e cadastrar novamente no PayPal. Este cartão virtual da Conta Super é muito útil para vários outros serviços.

O Paypal também é super recomendável, por ser de fácil utilização, rápido e seguro, também porque caso você tenha qualquer problema em alguma loja internacional o PayPal garante meu dinheiro de volta.

Vantagens em adquirir um cartão de crédito internacional pré-pago

Devido os inúmeros impostos praticados no Brasil, caso você faça uma compra em alguma loja internacional com seu cartão de credito, é cobrado o IOF (imposto sobre operação financeira) que atualmente está em torno de 3,78%.

São muitas as pessoas e empresas que desconhecem o sistema de cartão pré-pago que já é utilizado há muitos anos no mercado nacional e internacional. O cartão de crédito pré-pago comparando ao cartão de crédito tradicional, oferece algumas vantagens:

Não existe anuidade;
Você transfere dinheiro entre contas sem gastar nada;
Você realiza saques em caixas 24 horas com as melhores taxas do mercado;
Você criar e cancela cartões virtuais para não ser vitima de golpes em compra na internet;
Você é quem decide o limite do valor que pretende utilizar;
Não exite tarifa de inatividade.

Você quem define o limite de seus gastos, evitando se afogar em dividas. Outra vantagem é que você pode recarregar seu cartão através do pagamento do boleto bancário para aqueles que não tem constas em bancos ou através de transferências eletrônicas para aqueles que tem contas bancárias.

Por todas as vantagens com a Conta Super você só gasta R$ 5.90 por mês.

Como se cadastrar na Conta Super

Para adquirir o cartão de crédito internacional pré-pago AGORA, basta clicar no link abaixo e seguir os passos. Comece Aqui

O cartão virtual da Conta Super

A Conta Super disponibiliza um cartão de crédito virtual pré-pago, ou seja, eles disponibilizam os números de um cartão com todos os dados de um cartão físico, e você poderá fazer compras utilizando os dados deste cartão virtual.

Para você gerar cartão virtual siga os seguintes passos:
Logado no seu painel administrativo, clique em Cartão Virtual e depois clique na aba "Solicitar Cartão". Agora clique em cartão adicional, adicione o apelido do cartão e clique em confirmar. Pronto, os números do cartão de crédito serão gerados e com o mesmo você poderá fazer qualquer compra em lojas da china ou estados unidos ou cadastrar na sua conta PayPal.

Conclusão

Ante o exposto caso você precise de um cartão de crédito pré-pago de fácil aquisição e confiável, saiba que a Conta Super atende de modo satisfatório estes requisitos. 

*Qual você acha o melhor cartão de crédito internacional pré-pago? Oque você acha do cartão da Conta Super? Deixe aqui seu comentário opinativo!

*Se você gostou e achou este artigo útil compartilhe nas redes socais, clique nos Botões abaixo.

Aprenda controlar suas dívidas nos momentos de crise

Uma pesquisa recentemente realizada pela SCPC Brasil mostrou que só na Região Sul existem mais 8 milhões de pessoas e empresas inadimplentes, ou seja, estes têm dívidas em atraso e estão com o crédito negativado. Em média, a pesquisa demostrou que os inadimplentes têm 2,3 dívidas em atraso.

Introdução

Em tempos de crise, os dados são ainda mais alarmantes. Em outro estudo da SCPC Brasil, de cada dez consumidores que estão ou ficaram com o nome sujo nos últimos 12 meses, um deles (11,2%) foi por ter “emprestado” o nome para outra pessoa fazer compras ou tomar empréstimos.

Quando se fala em dívidas, os maiores credores sempre são os bancos, são eles os responsáveis por 44,9% do total das dívidas na pesquisa, em segundo lugar o comércio, com 23,74%, e em terceiro vem a comunicação, com 18,10%. Entretanto não se pode deixar de falar que um número considerável de pessoas já enfrenta sérios problemas com contas básicas, como aluguel, água e energia elétrica.

A inadimplência não é um problema que está acontecendo apenas com pessoas e empresas de um determinado estado ou município, é um problema generalizado que precisa ser enfrentado em todo o Brasil. Reflexo do crédito fácil e sem orientação, agora chegou a hora de anotar todos os ganhos e despesas, criar uma planilha, comprar uma agenda ou bloco ou até mesmo baixar algum aplicativo de celular para anotar tudo aquilo que se ganha e tudo aquilo que se gasta, porque os números têm que fechar. 

Controlando as dívidas

Se você ganha R$ 5 mil reais mensais, você vai precisar saber quanto vai sobrar ao final do mês. Caso não esteja sobrando, você vai precisar saber o que precisa ser cortado.

No momento das compras;

Neste momento o mais importante, é saber definir os gastos fixos mensais. Quais são os valores dos proventos e quais são as despesas mensais? Se a conta da energia está alta, você deve buscar soluções para controlar os gastos, para diminuir a conta você pode desligar aparelhos da tomada ao sair de casa, trocar lampadas antigas por mais novas, etc.

Se a conta da água está muito alta, busque reduzir o consumo dos banhos ou da higiene pessoal, isso realmente funciona. Uma dica muito valiosa é prestar atenção nas compras do dia a dia. Uma solução para economizar nestas despesas é criar uma lista antes de sair para o supermercado e mais importante ainda é não fugir desta lista, além disso, você deve sempre sair de casa alimentado e não sair comprando tudo que ver escrito promoção.

Lições para toda a vida;

Nunca gaste mais do que você ganha, calcule seu salário e seus gastos sem fugir da realidade, gaste seu dinheiro apenas com aquilo que você realmente precisa.

Procure não cair na ilusão do crédito fácil, você facilmente será escravizado(a) por algum período caso caia nesta ilusão. Se ter cheque especial, não utilize, reserve o mesmo para uma emergência, se necessário for. Dessa forma você irá conseguir equilibrar sua vida financeira. Procure se conhecer melhor e saber de seus limites.

O pesadelo do Cartão de Crédito;

Caso seja mal utilizado, o cartão de crédito pode se tornar um pesadelo para a economia familiar. O mesmo pode ser prático e magnifico quando bem administrado, sem anuidade ou com anuidade não importa, desde que você ganhe alguma vantagem. Quando se trata de cartão de crédito o melhor é sempre mante-lo em dia. Caso você atrasar alguma fatura, o mesmo vai virar uma bola de neve infinita, imagine ter que pagar juros de 400% ao ano. 

Pagar o mínimo do cartão de crédito é uma das piores decisões que um consumidor pode tomar.

Os juros do cartão de crédito recentemente bateu recorde, com 449,1% ao ano.

Não "empreste" seu nome para ninguém;

Se alguém lhe pedir o nome "emprestado" saiba dizer não, se a pessoa não conseguiu administrar o crédito no nome dela, quem garante que ela vai conseguir administrar o seu nome? Ainda secundo a pesquisa realizada pela SCPC Brasil, de cada dez consumidores que estão ou ficaram com o nome negativado nos últimos 12 meses, um deles (11,2%) foi por ter “emprestado” o nome para outra pessoa.

Com dívidas e sem emprego;

Caso você esteja com dívidas e sem emprego, por mais que você queira quitá-las com algum dinheiro extra, como por exemplo o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (liberado após demissão), esta decisão pode lhe custar muito caro. Caso você utilize este dinheiro e ainda continue desempregado(a) você correr o risco de ficar sem receitas para cobrir gastos futuros. O melhor a se fazer nestas situações é criar estratégias para tentar multiplicar este dinheiro. Recomendamos que tente multiplicar a receita através de várias estratégias de negociações, não arisque toda a receita em apenas uma única estratégia de negociação. 

Crie uma poupança para emergências;

Esta poupança forçada vai ser um divisor de águas caso você seja vítima do desemprego, esta poupança forçada poderá garantir o pagamento das despesas, entretanto você pode utiliza-la para estratégias de negociações objetivando multiplicar as receitas.

Busque sempre lhe conhecer melhor e saber da sua realidade;

É extrema importância que você tenha total domínio sobre os seus números nesta crise que assola o Brasil. Caso tenha perdido o emprego, valorize o que você possui guardado e some com o que será ganho com a rescisão. Também faça um levantamento sobre todos os gastos mensais, lembre-se, todos. Nada deve deixar de ser anotado.

Elimine todas as ferramentas de crédito;

Caso você esteja enfrentando problemas com dívidas de cartões de crédito, cheque especial, factoring, enfim todos devem ser prioritariamente esquecidos, até em casos de emergência.

Realize uma limpeza financeira;

Chegou a hora de aprender a priorizar, verifique o que realmente é necessário para a sua vida. Todos os gastos devem ser repensados, repense sobre a TV a cabo, celulares, baladas, restaurantes, etc.

Renegocie todas as suas dívidas;

Busque todos os credores e seja o mais franco possível, demostre interesse em não se tornar inadimplente, argumente sobre sua real capacidade de pagamento e troque dívidas caras por dívidas de melhores condições e valores. Esta atitude pode fazer muita diferença para você e para seus credores. É muito importante que você priorize as dívidas com juros mais altos e com imóveis dados como garantia.

Crie estratégias para multiplicar sua renda;

Por menor que seja suas receitas e por mais que você não tenha conhecimento em outras áreas de atuação, busque criar estratégias para multiplicar suas receitas.

Conclusão

Caso você esteja desempregado, não se preocupe, é neste momento que sua consciência será mais criativa. Utilize sua rede de contatos, informe que você está disponível para novas oportunidades. Se você ainda não aprendeu, vai aprender, você precisa estar preparado para as oportunidades, pois ela pode estar na frente de seus olhos e você não consegue enxergar. Seja você mesmo, levante a cabeça, se você chegou até este site é porque você já é um vencedor. 

A Prosiga presta serviços especializados na área e dispõe de CONSULTA ONLINE GRATUITA para seus clientes. Nestes casos não perca tempo, se você ou sua empresa precisam de ajuda, entre em contato conosco, nós teremos o maior prazer em achar uma solução para este contratempo!

* Este artigo foi redigido meramente para fins de informação e debate, não devendo ser considerado uma opinião legal para qualquer operação ou negócio específico.

Endividamento atinge 1,962 milhão de famílias paulistanas em abril

Endividamento
Segundo a pesquisa da FecomercioSP, 54,4% das famílias de menor renda estão endividas e 22,5% inadimplentes.

Mesmo com a pequena queda de 0,5 ponto porcentual da proporção de famílias paulistanas endividadas na comparação com março, 51,1% delas estavam com algum tipo de dívida em abril. Já em relação ao mesmo período do ano passado, quando a proporção era 48,9%, houve aumento de 2,2 pontos porcentuais. Em termos absolutos, o número de famílias endividadas passou de 1,979 milhão em março para 1,962 milhão em abril. Na comparação com o mesmo mês de 2015, houve alta de 207 mil famílias com dívidas.

Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).


Segundo a assessoria econômica da Entidade, apesar do esforço das famílias paulistanas para ajustar o orçamento em decorrência da crise, a inflação elevada e o aumento do desemprego contribuíram para a elevação anual do endividamento entre as famílias de menor renda, que historicamente já são as mais endividadas.

A proporção de endividados entre as famílias com renda inferior a dez salários mínimos atingiu 54,4%, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a março e de 3,6 p.p. na comparação com abril de 2015. Nas famílias que recebem mais de dez salários, a parcela de endividados foi de 41,7%, queda de 2,5 p.p. ante março e de 1,8 p.p. em relação ao valor de abril do ano passado.

A pesquisa revelou ainda que 34,9% das famílias estão com sua renda comprometida com dívidas por mais de um ano (ante 41,2% em abril de 2015); 24,4% possuem débitos com prazos de até três meses (18,7% em abril de 2015); 19,5%, entre seis meses e um ano (18,5% em abril de 2015); e 18,6% das famílias estão com dívidas de três a seis meses (17,5% em abril de 2015). Segundo a Federação, há uma tendência de encurtamento do prazo das dívidas, com aumento do endividamento em prazo mais curto e queda do endividamento de prazo mais longo, associado normalmente à aquisição de bens duráveis e imóveis.

Inadimplência

Em abril, 18,3% das famílias paulistanas afirmaram estar com as contas em atraso, queda de 0,1 p.p. em relação ao mês anterior. No comparativo com o mesmo mês do ano passado, o indicador apresentou alta de 5,3 p.p. Em números absolutos, o total de famílias com contas atrasadas atingiu 701 mil.

Entre as famílias com contas em atraso, 46% delas afirmaram ter débitos vencidos há mais de 90 dias; 26,2% têm contas atrasadas entre 30 e 90 dias; e 26% do total de famílias estavam com dívidas atrasadas por até 30 dias.

Assim como o endividamento, a inadimplência também é maior nas famílias com menor renda. Entre as que ganham até dez salários mínimos, 22,5% estão com contas atrasadas - alta de 7,2 p.p. na comparação com os 15,3% registrados em abril de 2015. Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, as famílias com menor renda sentem mais os efeitos da crise econômica. Para essa faixa da população, que já vive com o orçamento mais apertado e precisa do crédito para alavancar seu padrão de consumo, qualquer imprevisto pode desequilibrar suas finanças e levar à inadimplência.Já entre as famílias que ganham mais de dez salários mínimos, 8,2% delas afirmaram ter dívidas atrasadas em abril - elevação de 1,3 p.p. na comparação com o mesmo mês de 2015.

Além disso, em abril, 6,4% das famílias disseram que não teriam condições de pagar total ou parcialmente suas contas no mês seguinte. Esse porcentual era de 4,4% no mesmo período de 2015. Em números absolutos, existem 246 mil famílias que estão nessa situação.

Tipos de dívida

O cartão de crédito continua o vilão do endividamento e é o principal meio de financiamento das famílias, utilizado por 73,6% dos devedores em abril. Na sequência estão financiamento de carro (16%), carnês (14,2%), crédito pessoal (11,7%), financiamento imobiliário (12%) e cheque especial (10,2%). Na comparação com março, houve aumento de 2,7 p.p. na proporção de famílias endividadas no cartão e, na análise anual, foi registrada alta de 8,3 p.p. Houve também, em um ano, crescimento de 3,8% para 10,2% da proporção de endividados no cheque especial.

A FecomercioSP reforça que, com a alta dos preços e a queda da renda, as famílias recorrem cada vez mais a linhas de crédito emergenciais na tentativa de ganhar um fôlego no orçamento. Entretanto, são exatamente as modalidades que apresentam as maiores taxas de juros, o que pode levar à desorganização das finanças pessoais e aumentar o risco de inadimplência.

Metodologia

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) é apurada mensalmente pela FecomercioSP desde fevereiro de 2004. A partir de 2010, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) comprou a pesquisa da FecomercioSP, que passou a analisar os dados nacionalmente. A Federação continua divulgando os dados de São Paulo, alinhados com a data de divulgação da PEIC nacional pela CNC. Na capital, são entrevistados aproximadamente 2,2 mil consumidores.

O objetivo da PEIC é diagnosticar os níveis de endividamento e de inadimplência do consumidor. Com base nas informações coletadas, são apurados importantes indicadores: nível de endividamento, porcentual de inadimplentes, intenção de pagamento de dívidas em atraso e nível de comprometimento da renda. Tais indicadores são observados considerando duas faixas de renda.

A pesquisa permite o acompanhamento do nível de comprometimento do comprador com as dívidas e sua percepção em relação à capacidade de pagamento, fatores fundamentais para o processo de decisão dos empresários do comércio e demais agentes econômicos.

Fonte: Segs

Entrega amigável de veículo financiado: Saiba mais!

Entrega amigável de veículos
Basta uma breve consulta no Google para encontrar as inúmeras reclamações sobre pessoas e empresas que realizaram a entrega amigável do veículo Financiado para bancos e financeiras e ainda continuam com grandes problemas.

Introdução

Este trabalho é voltado para todos aqueles que deram veículos em garantia pelo pagamento de dívidas e que no momento estão inadimplentes com suas obrigações anteriormente assumidas com bancos e financeiras. O objetivo deste trabalho é apresentar em linhas gerais que a entrega amigável de veículos não deve ser aceita pelos mesmos.

Definição de entrega amigável de veículos 

Podemos definir a entrega amigável de veículos como o ato em que o devedor inadimplente com suas obrigações financeiras entrega o veículo anteriormente dado em garantia pela promessa de pagamento de um financiamento para o banco ou a financeira, antes ou depois de o banco entrar com a ação de busca e apreensão do veículo.

Mentiras, constrangimentos e ameaças praticadas por bancos e financeiras na cobrança de dívidas

Destaca-se que são inúmeras as mentiras, constrangimentos e ameaças por parte dos funcionários dos bancos, das financeiras ou das empresas de cobrança na cobrança de dívidas, entre elas destacamos as mais comuns. 

1 - Se você não pagar as parcelas do veículo ou não entregar o mesmo amigavelmente, você será preso. 
2 - Se você não pagar as prestações atrasadas vão arrombar o portão da sua casa e tomar o veículo.
3 - Se você entregar amigavelmente o veículo você não deverá mais nada ao banco ou financeira. "mentira"
4 - Se você não tinha condições de pagar o financiamento, porque foi comprar o veículo. 
5 - Se você entregar de forma amigável o veículo, você terá seu nome limpo no spc e serasa e não deverá mais nada ao banco. "mentira, basta ler seu contrato" 
6 - Se você não pagar hoje nós vamos entrar com a busca e apreensão do veículo.
7 - Se você não pagar hoje todo o valor atrasado, quando você passar pela policia vai perder o veículo.

Também é imperioso destacar que outra mentira muito comum é a da Busca e apreensão de Veículos, pois as pessoas que realizam as cobranças insistem em falar para os consumidores inadimplentes que se os mesmos deixarem de pagar duas parcelas o veículo será apreendido imediatamente. Entretanto o que ocorre, é que após constatado o atraso de duas ou mais parcelas e esgotado todas as tentativas de cobrança os bancos ou financeiras podem utilizar-se de ação de busca e apreensão para satisfazer o débito do contrato.

Ate o exposto, caso você esteja se sentindo ameaçado, por empresas de cobrança, bancos e financeiras, procure uma delegacia de polícia mais próxima e registre um boletim de ocorrência, pois estas são apenas algumas das inúmeras outras frases utilizadas por bancos, financeiras e empresas de cobrança no momento da cobrança de dívidas.

Proposta da entrega amigável de veículos financiados

A proposta de entrega amigável de veículos financiados ocorre devido os bancos e financeiras constatarem através das empresas de cobrança e escritórios de advocacia, que o devedor inadimplente não tem dinheiro para pagar o que está sendo cobrado e que a cobrança da dívida não está sendo eficaz. Neste momento o devedor inadimplente recebe a proposta de entrega amigável do veículo.

Da entrega amigável de veículos financiados

Devido inúmeros casos de reclamações que podem ser encontrados facilmente na internet e devido os anos de experiência ajudando pessoas e empresas com problemas de financiamentos em atraso, recomendamos que todos aqueles que estão inadimplentes com suas obrigações junto a bancos e financeiras, não aceitem entregar amigavelmente seus veículos financiados.

Na entrega amigável de veículos as empresas de cobrança, os escritórios de advocacia, os bancos e financeiras não agem com transparência no sentido de esclarecer os devedores  inadimplentes sobre detalhes desta possibilidade de acordo. 



Ainda na entrega amigável de veículos, são raras as oportunidades que os mesmos deixam para o devedor um "Termo de Entrega Amigável".

Caso real de entrega amigável de veículos

Um cliente que vamos chamar de João comprou um veículo por meio de um financiamento, entretanto meses após o financiamento ficou desempregado.

João financiou junto ao Banco “Banco te Ferrei S.A.” o valor de 30 mil reais para adquirir um veículo no valor de 80 mil reais, o valor financiado seria devolvido em 60 "suaves" prestações de 735 reais. Ocorre que João só conseguiu pagar 7 prestações do financiamento. Foi neste momento que João ligou para o referido Banco e prontamente a atendente informou a João que o mesmo poderia realizar a entrega  amigável do veiculo financiado, mediante a "entrega quitativa", João prontamente fez as contas e percebeu que iria perder dinheiro, visto que seu carro valia 80 mil e o mesmo só financiou 30 mil, entretanto mesmo assim como não queria dever nada a ninguém resolveu entregar amigavelmente o veículo porque pensou que tudo estaria quitado.

No momento da entrega do veículo, João, por falta de transparência por parte do banco e pela sua inexperiência, acabou assinando um documento chamado de “Termo de Entrega Amigável”. No termo que João assinou, consta que seu veículo seria vendido em leilão e caso o valor adquirido pela venda do veículo não fosse suficiente para a quitação de sua divida, João deveria pagar o restante. 

Resultado, após 2 anos o Banco entra em contato com João informando que a venda do veículo no leilão não quitou a totalidade de sua dívida.

Conclusão

Por todo o exposto, podemos perceber que existem inúmeras alternativas possíveis de acordo para aqueles que no momento estão impossibilitados de pagar suas obrigações financeiras, visto que no atraso das obrigações os bancos e financeiras cobram valores que não estão nos contratos anteriormente assinados e que a maioria dos contratos  de financiamentos possuem erros.

Sempre existirão meios de se quitar o veículo, pagando um valor justo, através de negociações sustentáveis e bons acordos.

entrega amigável de veículo financiado com a promessa de quitação da dívida é uma MENTIRA, pois dificilmente a entrega do veículo irá quitar a dívida, na maioria das vezes, a entrega amigável do veículo somente irá amortizar uma parte do saldo devedor, e o consumidor, além de perder o veículo ainda continuará com uma dívida que não irá parar de aumentar. 

Dívidas: Empresa de cobrança pode ligar para os familiares do devedor?

Dívidas: Empresa de cobrança pode ligar para os familiares do devedor?

Estou com dívidas em um determinado banco, mas este banco tem ligado para o número dos meu familiares e amigos. O que fazer? Posso denunciar esse banco? Neste caso, tenho direito a indenização por danos morais?

Você entende do assunto? Então pode ajudar milhares de pessoas respondendo nos comentários ou escrevendo um artigo sobre o tema. Contribua!

Para publicar seu artigo para os leitores da PROSIGA envie o mesmo para info@prosiga.net

Bancos não podem cobrar juros com capitalização anual, salvo se previsto em contrato

Bancos não podem cobrar juros com capitalização anual, salvo se previsto em contrato
Os Bancos não podem cobrar pela capitalização anual dos juros de cliente que utiliza o limite do cheque especial, salvo se essa cobrança estiver prevista no contrato assinado entre a instituição financeira "Bancos" e o titular da conta-corrente.

Esta decisão foi proferida pela Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em julgamento de um recurso apresentado pelo HSBC BANK BRASIL S.A. - BANCO MÚLTIPLO. O entendimento dos ministros do STJ confirmou uma decisão dos desembargadores (acórdão) do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.

Na decisão, a instituição financeira foi proibida de cobrar pela capitalização anual dos juros porque não apresentou no contrato, aonde previa a cobrança. Além de não poder cobrar pela capitalização anual dos juros a instituição financeira também foi condenada ao pagamento de multa de 10% sobre o valor corrigido da causa (R$ 1.000 em 15 de dezembro de 2003).

Segundo o ministro Marco Buzzi, que foi relator do recurso especial na Segunda Seção, observou que o entendimento do STJ é de que a cobrança de juros capitalizados em periodicidade anual nos contratos bancários somente pode ser possível mediante “expressa pactuação". 

“No presente caso, o tribunal de origem assentou que os contratos não foram apresentados, impossibilitando a análise de previsão expressa de pactuação da capitalização de juros”, afirmou o ministro no voto, aprovado por maioria na Segunda Seção.

Ainda Marco Buzzi, “considerando a ausência de pactuação expressa da capitalização anual, o acórdão do Tribunal de Justiça do Paraná está em conformidade com o entendimento do STJ”.

Nesta decisão, o competente Tribunal de Justiça do Paraná observou ainda que a cobrança de tarifas bancárias não precisa estar pactuada em contrato porque “representam a remuneração pelos serviços efetivamente prestados pela instituição financeira, sendo devidamente regulamentadas pelo Banco Central”.

A divergência exposta pela ministra e seguida pelos ministros Villas Bôas Cueva, João Otávio de Noronha e Raul Araújo, foi, vencida pela tese apresentada pelo relator, Marco Buzzi.

Este texto notícia refere-se ao(s) processo(s): Aresp 429029 REsp 1095852

3 dicas para empresas com dívidas recuperarem o crescimento

Consultor de negócios nesta área há mais de 8 anos, posso afirmar, com propriedade, que ser devedor sem ter expectativa de pagar é a uma das piores experiências da vida, podendo esta experiência levar as pessoas a doenças graves, como a depressão e em outros casos, até mesmo à morte.

As dívidas não chegam todas de uma vez, assim como as doenças, as dívidas precisam de muita atenção aos primeiros sintomas, que na maioria das vezes, acabam passando desapercebidos.

O tempo que se gasta para iniciar o tratamento será determinante para que se possa criar estratégias e retomar o controle do problema. Até porque, ao contrário das doenças sem tratamento as DÍVIDAS TÊM SOLUÇÃO!

Relacionamos abaixo 5 dicas que, se seguidas, podem livrar uma empresa da falência, salvar os empregos que dela dependem e o mais importante, trazer de volta o lucro de suas atividades. Vamos a eles?

Dica 1 – Identificação real do problema e seu tamanho;

Pode até parecer simples, mas esta é uma das tarefas mais complexas de todo processo. Esta tarefa começa com desconfianças de que algo está errado e se encerra com uma grande realidade, o faturamento da empresa não será suficiente para pagar todas as dívidas.

Administrar uma empresa é diferente de administrar as contas da família. O orçamento familiar é razoavelmente previsível. Da renda familiar, existem as despesas da casa, sem grandes surpresas (exceto em casos como doenças, mortes, perca de renda, etc.).

Entretanto em uma empresa existem custos fixos, habituais e muitos custos variáveis. Além disso, a empresa pode ser atingida por uma mudança de comportamento no consumo, as vendas podem cair e, o que é ainda mais perigoso, a inadimplência pode multiplicar, afetando e muito sua capacidade de pagamento.

Recebemos milhares de contatos de micros, pequenos e médios empresários e quando listamos todas as suas despesas e receitas e, principalmente, quando realizamos a projeção das suas situações financeiras ao longo de um determinado período, a reação imediata dos mesmos é de completo desespero.

Também ao longo dos anos podemos observar que logo em seguida os mesmos tentam buscar os culpados pela situação. Por fim, se sentem envergonhados. Sim, vergonha! Infelizmente o sistema capitalista do qual estamos inseridos tem como regra básica, discriminar como INCOMPETENTE todo aquele que não consegue pagar em dia suas contas.

E essa, sem sobra de dúvidas é a fase mais perigosa que um empresário endividado pode passar.

Dica 2 – Organização;

Confirmado a situação de superendividamento da empresa, ou seja, da sua incapacidade de honrar suas obrigações de pagamentos, chegou a hora de reorganizar os números. Despesas e receitas.

Além da organização dos números se faz necessário identificar todas as despesas e priorizar quais merecem melhor atenção.

Um bom empresário vai fazer inúmeros sacrifícios para horar o pagamento de seus funcionários e provavelmente já tenha utilizado seus limites bancários, que são as dívidas mais abusivas, que merecem um "carinho" maior, devido aos exorbitantes e abusivos juros cobrados pelos bancos e instituições financeiras.

Empréstimos, financiamentos, folha de pagamento, impostos, fornecedores, aluguéis; enfim, todos as despesas devem ser listadas, para que, possam ser estudadas, reduzidas e até mesmo de eliminadas.

Realizando estas dicas, o desespero – que já era grande – agora aumentou um pouco mais. A realidade está aí, na frente dos olhos dos empresários. O medo se transformou em realidade: Se a empresa não ter uma estratégia de negociação eficaz, ela não sobreviverá e irá morrer financeiramente.

Acalme-se, o seu equilíbrio deve assumir o controle. A situação pode até parecer grave, mas tem de ser enfrentada de cabeça erguida. Abandonar o barco e entregar os pontos não é solução. 

Ao logo dos anos, tenho certeza que ninguém do seu financeiro ou nenhum contador lhe informou que os bancos e as financeiras estavam sendo desonestos com a sua empresa. É hora de agir! Não existe outra solução.

Agir significa, não esperar ser pego de surpresa, é dar o primeiro passo antes do problema bater a sua porta.

Dica 3 – Comprometimento;

Uma galinha e um porco estão caminhando pela estrada, e a galinha diz:
- "Ei, porco, eu estava pensando que a gente devia abrir um supermercado.”
- "E qual vai ser o nome do supermercado?”, pergunta o porco.
- "Que tal ‘Presunto e Ovos’?”, pergunta a galinha.
- "Não, obrigado”, responde o porco. “Eu teria que me comprometer, mas você só teria de se envolver.”


Você sabia que muitas pessoas desistem bem próximo à seus objetivos, onde, em muitos casos, bastaria apenas comprometimento para conquistá-los?

Em muitos casos de dívidas bancárias e empresariais acontecem exatamente a mesma coisa. O desespero é tão grande que as dívidas se tornam algo estratosférico que acabam tendo consequências inimagináveis, muito superior ao tamanho original. E isso pode levar a empresa à desistir dos objetivos… Por medo de dar o próximo passo!

Comprometa-se! Observe o problema como ele é, de forma simples e objetiva. Confronte os números.

Por alguma razão a empresa chegou a esse estado. Você pode colocar a culpa nos funcionários, no governo, nos bancos, nas financeiras ou em qualquer pessoa que desejar. Entretanto, nada tira, a necessidade de aprender e evoluir – de forma simples e objetiva.

Dica 4 – Eliminar custos;

Esta sem modéstia nenhuma é a dica mais importante e uma das tarefas mais difíceis, eliminar custos, porém é fundamental para salvar qualquer empresa. Não se deve sair cortando qualquer despesa de forma não estratégica, as empresas necessitam de condições mínimas para se manterem no mercado. Precisam de funcionários e de um local para funcionar.

Precisam de algumas despesas fixas como; água, energia elétrica, telefone, internet, e de uma série de outros itens e serviços para continuarem funcionando.

O primeiro sacrifício deve ser feito de cima para baixo, ou seja, os donos e diretores, cortar regalias e gastos desnecessários, se possível converter salário fixo, por ganhos sobre comissão.

Neste momento, se o imóvel da empresa é alugado, vale procurar o locador para renegociar os valores. Nessa recessão, o poder de negociação dos inquilinos aumenta.

O pagamento das dívidas bancárias e de empréstimos é, de todos os pontos, um dos mais delicados e difíceis de serem resolvidos. Isso porque os bancos e as financeiras praticamente não negociam de uma hora para outra. E, quando desejam negociar, as condições são tão ruins e desvantajosas que somente servem para aumentar o grau de endividamento das empresas.

Você deve estar se perguntando, porque aquele gerente de banco amigo, que sempre nos recebia com sorrisos e linhas de crédito, virou as costas agora que a empresa precisa de empréstimo? Nós podemos ajudar!

Do corte de despesas, para todo bom e justo empresário, o mais difícil, sem dúvidas, é a demissão dos funcionários. Esta decisão pode ser indispensável, já que, em grande parte das empresas, os custos com a folha de pagamento é um dos itens que mais oneram o caixa.

Não havendo outra alternativa, os cortes das folhas de pagamento, devem ser realizadas o mais rápido possível e, de preferência, todas de uma única vez.

Dica 5 – Recuperar o crescimento!

Nas dicas anteriores, aprendemos a conhecer melhor a empresa. Entretanto, não só devemos querer salvar as empresas que estão endividadas, mais também entender o porque elas ficam endividadas.

Financiamentos, custos de processos muito elevados, dívidas bancárias, funcionários desmotivados, equipe maior que a necessária, inadimplência fora de controle, desperdícios, etc.

Como já escrevemos no início deste texto, as dívidas impagáveis são como doenças. Não se desespere, dívidas tem solução. Não são raros os casos de empresários com depressão e várias outras enfermidades correlatas as dívidas empresariais.

Assim como também não é incomum, o processo de dívidas descontroladas provocar o fim de casamentos e relacionamentos entre pessoas da própria família. Administrar uma empresa deve ser prazeroso, como tudo na vida.

Caso você não sinta prazer em ser empresário, repense o que você está fazendo de sua vida. 

Atenciosamente;
Jeferson Lehmann 

Renegocie dívidas bancárias sem cometer estes erros

Saiba quais estratégias de negociação precisam ser utilizadas para quitar dívidas bancárias sem cometer erros que possam prejudicar sua futura vida financeira.

São inúmeros os devedores que ainda encontram dificuldades para quitar suas dívidas com bancos. Entretanto, basta ter um conhecimento mínimo de como conversar com estes credores para que seja possível ficar com o nome limpo novamente, sem que seja cometido erros ao renegociar dívidas bancárias, não importando qual seja o valor que precisa ser pago e nem os motivos pelos quais você se tornou inadimplente com as prestações.

Confira os principais erros ao renegociar dívidas bancárias

1. Não saber exatamente o valor real da dívida

Sem dúvidas, o maior equívoco, é o devedor não saber a respeito do real valor da dívida. Na hora de renegociar dívidas com bancos e financeiras, é importante se informar de tudo, sobre taxas, honorários, juros, etc, isto se faz necessário para que você entenda melhor como o banco ou a instituição financeira chegou ao valor em questão. Uma dica importante é verificar o valor da dívida no SERASA e no Banco Central (BC) pois o valor da dívida costuma ser menor do que o valor que é cobrado pela instituição bancária.

Nestes casos, com a quantia exata, você terá condições de ter mais argumentos no caso de uma renegociação.

2. Parcelar a dívida com juros e multas em inúmeras outras prestações

É obvio que parcelar o valor total em inúmeras prestações vai gerar uma grande sensação de alívio, entretanto o ideal é que você tenha em mente um número exato de parcelas, tentando quitar tudo o quanto antes, objetivando diminuir taxas e juros. Para tanto, recomendamos que você corte gastos dispensáveis, a fim de poupar dinheiro e liquidar logo o débito.

Bancos e financeiras tendem a preferir que os clientes escolham um número elevado de prestações, tudo isso graças aos elevados índices de lucros com os juros e as outras taxas inseridas em um período maior. Nos casos em que o banco ou a financeira afirme que não existe espaço para negociação, informe que você tem a intenção de priorizar outras dívidas no lugar do banco ou da financeira.

3. Achar que já sabe de tudo quando o credor recusa renegociações

Nos casos em que o banco ou a financeira não desejar mais negociar, procure alguém ou alguma empresa especializada que não tenha reclamações na internet para lhe ajudar. Esta atitude vai fazer com que o banco ou a financeira volte a conversar com você na marra, desde que você acerte na escolha da ajuda, a partir de dados que comprovem a sua dívida. Além de fornecer os documentos necessários, é essencial já ter uma proposta em mente.

4. Não ter em mente nenhuma proposta

Nos casos em que você já sabe quanto deve, aconselhamos pensar em uma proposta para a renegociação. Para a criação desta estratégia você primeiro deve avaliar a sua capacidade de pagamento. Diante dessa decisão, suspenda os pagamentos e envie uma carta com um aviso de recebimento para a instituição para qual você deve. Essa carta, enviada pelos correios, deve conter a sua proposta de quitação ou de parcelamento. Assim, você vai provar que está disposto a solucionar o problema.

5. Não assine confissões de dívidas nem ofereça bens em garantia do pagamento

Outro erro é assinar confissões de dívidas e renegociar oferecendo bens em garantia do pagamento, isso vai deixar você ainda mais enrolado. Além disso, não se comprometa em pagar parcelas que ultrapassem 30% da sua renda mensal e para finalizar, não pague faturas mínimas por mais de três meses.

Se você levar estas dicas em consideração, você terá muito mais chances de acertar nas renegociações de dívidas bancárias, ficando mais preparado para conseguir melhores condições de pagamento do valor a ser quitado.

Dívidas vencidas podem estar sendo cobradas por outros credores

Dívidas
O consumidor pensava que tinha a dívida com o banco ou a financeira "X", mas as ligações de cobrança estão informando que sua dívida agora é do fundo de investimento "y", totalmente desconhecido. Isso é golpe? Não necessariamente. 

Cresce o número de grandes lojas e bancos que vendem as dívidas em atraso para outras companhias e fundos de investimento, mais conhecidas como recuperadoras de créditos. Estas recuperadoras de créditos se comprometem em recuperam parte do dinheiro e tiram o prejuízo do balanço destes bancos, financeiras e grandes lojas. 

Estas dívidas na maioria das vezes são vendidas por um valor bem menor para essas empresas de recuperação de créditos. Quanto menor a chance de recuperação, menor é o valor pago pelas recuperadoras de crédito. 

Depois da venda, o banco, a instituição financeira ou a loja retira o nome do consumidor da lista de maus pagadores, SPC e SERASA. 

Entretanto o alívio dura pouco porque assim que adquirem essas dívidas vencidas, a maioria das empresas de recuperação de crédito ou fundos de investimento voltam a negativar esse devedor.

Estas empresas e fundos de investimentos assim como a Prosiga, especializada em cobrança e recuperação de crédito, compram dívidas atrasadas entre 180 dias e quatro anos. 

A instituição que adquire estas carteiras de crédito são obrigadas a notificarem os devedores. Entretanto na grande maioria das vezes os consumidores não recebem nenhuma notificação, o que dificulta estas operações. 

Assim que estas dívidas trocam de credores, as regras dos antigos credores em relação a taxas e juros já não valem mais e passa a valer a taxa do código civil, que é de 1% ao mês. Os juros obrigatoriamente precisam ser calculados de forma simples ou seja, incidem somente sobre o principal da dívida

A recomendação é que você atenção antes de começar a negociar com a nova detentora do direito de cobrar a dívida, recomendamos que todos os consumidores entrem em contato com o antigo credor e confirme a transação ou consulte o SPC ou SERASA. Isso vai evitar, por exemplo, fraudes no momento da cobrança.

STJ: Banco consegue penhorar 30% do faturamento bruto de empresa inadimplente

STJ
A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), julgou um processo sobre o não pagamento de um financiamento feito por uma empresa junto ao Banco Safra S/A.

Por maioria dos votos, os ministros mantiveram a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que determinou a penhora de 30% (trinta porcento) do faturamento bruto mensal de uma empresa, objetivando quitar a dívida contraída com o banco.

Os ministros obtiveram o entendimento que cabe à empresa condenada provar que o percentual de 30% é demasiadamente alto para inviabilizar a atividade econômica, bem como pleitear a redução mensal do desconto no faturamento.

A empresa buscava limitar a penhora em 5% do faturamento mensal, pretensão rebatida pelos advogados do banco em sustentação oral; já que para a parte recorrida, a limitação em 5% não seria suficiente para pagar os custos com juros e mora, impossibilitando o pagamento da dívida de cerca de R$ 170 milhões em valores corrigidos.
Esta notícia refere-se ao(s) processo(s): REsp 1545817

 

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