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BB, Caixa, Itaú, Bradesco e Santander criam gestora de inteligência de crédito


Para quem ainda não sabe a gestora de inteligência de crédito (GIC) foi criada para desenvolver um banco de dados para agregar, conciliar e tratar informações cadastrais e creditícias de todos os consumidores brasileiros, tanto de pessoas físicas como de jurídicas. 

Com esta iniciativa, o Banco do Brasil (BB), o Bradesco, o Santander Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Itaú Unibanco esperam uma maior troca de informações, ampliando a eficiência na gestão e liberação do crédito.

Segundo "especialistas" a gestora de inteligência de crédito e o consequente aperfeiçoamento da análise e gestão do crédito vão contribuir para a queda de spreads, da inadimplência e do superendividamento dos consumidores.

As razões que levaram os bancos a criação da gestora de inteligência de crédito, é a expertise no setor bancário e na gestão de informações oriundas do sistema financeiro, que permite melhor conhecimento de seus clientes.

A gestora de inteligência de crédito é estruturada como sociedade anônima, com controle compartilhado entre as partes, sendo que cada uma detém 20% do capital social da mesma. O conselho de administração da gestora é composto por integrantes indicados pelas partes e os executivos terão dedicação exclusiva ao negócio.

Banco Pan S.A.

O Banco Pan S.A. é uma instituição financeira brasileira que atua com foco nos seguintes produtos: financiamento de veículos, crédito pessoal, crédito consignado e cartões de crédito. Sua sede fica localizada em São Paulo e foi criado pelo empresário e apresentador de programas de televisão Silvio Santos. Hoje, o Banco Pan S.A. é de propriedade da Caixa Econômica Federal e do grupo BTG Pactual. É Sociedade Anônima, e tem atuação em todos os estados brasileiros.

Qual o número do Banco Pan?

CódigoBanco
623Banco Panamericano S.A.
Telefones

Fale com o Pan
SAC0800 776 8000
Deficientes auditivos e de fala0800 776 2200
Ouvidoria0800 776 9595

História

A história do Banco Pan iniciou-se em 1963, com o Real Sul S/A, adquirido pelo grupo Silvio Santos no ano de 1969. Nos anos de 1990, o atual banco pan se chamava Banco PanAmericano, e levou esse nome até o ano de 2013. Desde 2010 a Caixa Econômica Federal também tinha uma boa parte das ações da instituição financeira.

Em 2010, o Banco PanAmericano sofreu um rombo milionário, e o acionista majoritário na época, Silvio Santos, anunciou um empréstimo de 2,5 milhões de reais junto ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para cobrir as fraudes encontradas no Banco PanAmericano

Em 2011, o Banco PanAmericano foi vendido pelo Silvio Santos para o Grupo BTG Pactual, entretanto, Silvio não recebeu nada pela venda, pois o grupo que assumiu o Banco assumiu também suas dívidas. 

No ano de 2013 foi lançada uma nova marca, indicando uma nova jornada: surge então o Banco Pan, propriedade dividida entre o BTG Pactual, com 51% das ações, e a Caixa Econômica Federal, com 49%.

Gestora de Inteligência de Crédito S.A.

A Gestora de Inteligência de Crédito S.A. é uma gestora de informações cadastrais criada a partir da união de 5 bancos Brasileiros - Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú-Unibanco e Santander, com o objetivo de estabelecer uma empresa diferente no mercado de informações de crédito, ferramenta que beneficia os bancos e demais instituições que demandam informações de crédito (Ex. segmentos de Varejo e Telecom). 

O Banco do Brasil, o Bradesco, a Caixa Econômica Federal, o Itaú-Unibanco e o Santander aproveitando a oportunidade proporcionada pela lei do Cadastro Positivo, criaram uma empresa para atuar de maneira inovadora no mercado dos tradicionais “Bureaus de Crédito”, com produtos baseados em big data e técnicas de inteligência artificial que possibilita que os bancos e financeiras tenham maior conhecimento e controle dos dados de pessoas e empresas. 

Com a disseminação do uso e da importância do histórico positivo de crédito, os bancos acreditam que ajudarão também a desenvolver a educação financeira da população brasileira, entretanto, sabemos que os mesmos querem manter o seu histórico de crédito como um verdadeiro ativo financeiro, criando um círculo virtuoso para a economia dos mesmos.

Procon: Juros do cheque especial aumenta pela 9ª vez seguida em outubro

Procon: Juros do cheque especial aumenta pela 9ª vez seguida em outubro
A taxa média dos jurus do cheque especial de 13,56% ao mês em setembro aumentou para 13,72% em outubro e a taxa do empréstimo pessoal também aumentou de 6,8% para 7,05% no mesmo período.

Segundo a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Procon-SP a taxa média dos juros do cheque especial aumentou pela nona vez consecutiva em outubro.
Vale lembrar que os juros nestes patamares elevadíssimos podem, dificultar ou até impossibilitar a quitação da dívida.
Em um ano, o consumidor que obter uma dívida de R$ 1 mil no cheque especial a uma taxa de 13,72% ao mês estará devendo R$ 4.677, sem considerar multas e taxas por atraso.

Sobre os Bancos

Entre os bancos pesquisados, a Caixa Econômica Federal foi o banco que mais aumentou a taxa de juros do cheque especial, de 13,05% para 13,55% - um aumento de 3,83%.

O Bradesco subiu a taxa de 13,15% para 13,55%, já o Itaú Unibanco, de 12,95% para 13,14% (aumento de 1,47%).

Caixa Econômica Federal foi condenada por cobrança indevida em cartão de crédito

A Caixa Econômica Federal (CEF) foi condenada ao pagamento de uma multa
A Caixa Econômica Federal (CEF) foi condenada ao pagamento de uma multa no valor de R$ 27 mil ao Procon de Umuarama (PR) por realizar lançamentos indevidos na fatura do cartão de crédito de um consumidor. Na última semana, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou recurso do banco que pedia a anulação da penalidade.

A denúncia do consumidor que levou à aplicação da multa foi oferecida por um morador da cidade do oeste paranaense. Além da queixa à Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), o correntista ingressou com processo cível contra o banco solicitando danos morais. A questão foi encerrada com a homologação de um acordo realizado pelas partes.

Após o acordo entre as partes através da conciliação, a Caixa ajuizou ação na Justiça solicitando a anulação da multa aplicada pelo Procon. De acordo com a instituição, a sanção administrativa tem a mesma pretensão da indenização paga à parte autora no processo judicial, de forma que não é justo responder duas vezes pelo mesmo fato.

A ação, em primeira instância foi julgada improcedente, entretanto, a instituição recorreu. Ocorre que, por unanimidade, a 4ª Turma do TRF4 decidiu manter a sentença ao levar em conta a independência das instâncias civil e administrativa.

Segundo relator do processo, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior, “a administração pública pode aplicar penalidades aos infratores independentemente de processo judicial, sobretudo porque os atos administrativos que retratam poder de polícia são auto-executáveis, e a responsabilidade administrativa não é prejudicada pelas responsabilidades penal e civil”. Com informações da assessoria de imprensa do TRF4.

Caixa Econômica Federal terá que indenizar clientes por saques indevidos

Por unanimidade, a 5.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região deu provimento ao recurso de clientes da Caixa Econômica Federal (CEF) que sustentaram serem vítimas de saques indevidos em suas contas de poupança, mediante uso de cartão que, segundo eles, jamais foi solicitado ou recebido. A Turma também negou provimento à apelação da CEF, na qual a instituição bancária alegava a ausência de dano moral ante a "negligência" de dois clientes na utilização de cartão magnético.

Em suas alegações, a CEF sustentou improcedência do pedido, argumentando não ter havido conduta culposa de sua parte, "uma vez que a senha da conta é cadastrada no momento de sua abertura e de escolha do correntista".

Contudo, segundo o voto do relator do processo, desembargador federal João Batista Moreira, a Caixa não trouxe aos autos documento que corroborasse as afirmativas de que os saques foram feitos pelos autores, ou por determinação deles, ou, ainda, que houve "culpa exclusiva", por negligência, no uso do cartão magnético.

No recurso, os clientes da CEF pediram a majoração do valor da indenização, de R$ 3.000,00 para R$ 5.000,00. Em seu voto, o relator decidiu que "o quanto indenizatório - R$ 3.000,00 (três mil reais) -, por danos morais, é insuficiente." Explicou que "a estipulação deve levar em conta a finalidade reparatória e educativa da sanção. Não pode resultar o arbitramento em valor inexpressivo, nem excessivo".

O desembargador João Batista Moreira entendeu que o valor de R$ 5.000,00 "atende os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, prestando-se à justa indenização do autor pelos danos morais sofridos".

Foi mantida a sentença de primeiro grau referente aos danos materiais, correspondente ao valor total dos saques indevidamente realizados e taxas, ou seja, R$ 2.425,00. Nesse aspecto, o voto do relator foi pela incidência da correção monetária e dos juros moratórios a partir do evento danoso, de acordo com súmulas do Superior Tribunal de Justiça.

Banco é condenado a pagar indenização por não cumprir a lei dos quinze minutos

A Caixa Econômica Federal (CAIXA) terá que indenizar, por danos morais, cliente que se diz prejudicada, devido ao fato de ter passado 1 hora e 31 minutos aguardando atendimento em uma das agências da referida instituição financeira. A determinação é do juiz da 3ª Vara Federal de Sergipe, Edmilson da Silva Pimenta, que ressaltou que "é público e notório o desrespeito à Constituição Federal, ao Código de Defesa do Consumidor e à Lei Municipal n° 2.636/98, quando o consumidor de serviços bancários é submetido a longa espera nas filas de atendimento pessoal, que, também, já se verifica nos terminais eletrônicos disponibilizados".

A autora da ação argumentou que o tempo de espera na fila das instituições financeiras não pode ser superior a quinze minutos, conforme estampado em Lei Municipal, salientando que a CAIXA faz pouco caso de sua clientela, que é tratada como "se fosse constituída de pessoas desocupadas, com tempo livre para ficar à disposição, o que lhe causou descontentamento, humilhação, dissabor, irritação, desconforto, angústia, fadiga, frustração, além de constrangimento físico e emocional". Para a requerente é precária e falha a prestação de serviços pela CAIXA, face à falta de pessoal, com serviço lento, longas filas, ambiente desconfortável e desgastante, ensejando um tratamento vexatório ao cliente cujos serviços bancários são imprescindíveis nos dias atuais.

A CAIXA contestou, alegando que não existe, no presente caso, nada a ensejar indenização por dano moral, pois a autora esperou o atendimento, na agência, na mesma condição que todos os presentes, e que o prazo máximo de quinze minutos, estabelecido pela Lei Municipal, para atendimento de clientes em filas de bancos, não é razoável e se apresenta desproporcional, posto que "ela é o principal agente das políticas sociais do governo federal, atendendo a mais de 170 (cento e setenta) milhões de pessoas".

O juiz Edmilson Pimenta considerou relevante registrar que "Além de tudo isso, é relevante registrar que a ré é a Caixa Econômica Federal, empresa Pública Federal, que deveria ser modelo e exemplo de atendimento ao consumidor, face ao relevante papel que representa no Sistema Financeiro e Bancário Nacional, inclusive como regulamentadora do aludido Sistema". E completou: "A CAIXA, por ser empresa pública federal, também está submetida ao princípio da eficiência de que trata o art. 37 da Carta Política, não podendo buscar a justificativa de mau atendimento aos seus clientes e ao público geral no volume de serviços e atividades que lhe são cometidas".

No entendimento do juiz, está demonstrado que a autora permaneceu na fila, aguardando atendimento, por 1 hora e 32 minutos, o que revela menosprezo ao cliente, gerando um sentimento de baixa estima, desgaste físico e emocional, aborrecimentos, angústia, sensação de descaso e irritação, o que enseja sofrimento psicológico e íntimo incomuns, sujeitando a entidade financeira às sanções administrativas previstas na lei municipal e a indenização pelos danos morais sofridos pelo consumidor lesado pelo ato ilícito do fornecedor do serviço mal prestado e ineficiente. 

 

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