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Entrega amigável de veículo financiado: Saiba mais!

Entrega amigável de veículos
Basta uma breve consulta no Google para encontrar as inúmeras reclamações sobre pessoas e empresas que realizaram a entrega amigável do veículo Financiado para bancos e financeiras e ainda continuam com grandes problemas.

Introdução

Este trabalho é voltado para todos aqueles que deram veículos em garantia pelo pagamento de dívidas e que no momento estão inadimplentes com suas obrigações anteriormente assumidas com bancos e financeiras. O objetivo deste trabalho é apresentar em linhas gerais que a entrega amigável de veículos não deve ser aceita pelos mesmos.

Definição de entrega amigável de veículos 

Podemos definir a entrega amigável de veículos como o ato em que o devedor inadimplente com suas obrigações financeiras entrega o veículo anteriormente dado em garantia pela promessa de pagamento de um financiamento para o banco ou a financeira, antes ou depois de o banco entrar com a ação de busca e apreensão do veículo.

Mentiras, constrangimentos e ameaças praticadas por bancos e financeiras na cobrança de dívidas

Destaca-se que são inúmeras as mentiras, constrangimentos e ameaças por parte dos funcionários dos bancos, das financeiras ou das empresas de cobrança na cobrança de dívidas, entre elas destacamos as mais comuns. 

1 - Se você não pagar as parcelas do veículo ou não entregar o mesmo amigavelmente, você será preso. 
2 - Se você não pagar as prestações atrasadas vão arrombar o portão da sua casa e tomar o veículo.
3 - Se você entregar amigavelmente o veículo você não deverá mais nada ao banco ou financeira. "mentira"
4 - Se você não tinha condições de pagar o financiamento, porque foi comprar o veículo. 
5 - Se você entregar de forma amigável o veículo, você terá seu nome limpo no spc e serasa e não deverá mais nada ao banco. "mentira, basta ler seu contrato" 
6 - Se você não pagar hoje nós vamos entrar com a busca e apreensão do veículo.
7 - Se você não pagar hoje todo o valor atrasado, quando você passar pela policia vai perder o veículo.

Também é imperioso destacar que outra mentira muito comum é a da Busca e apreensão de Veículos, pois as pessoas que realizam as cobranças insistem em falar para os consumidores inadimplentes que se os mesmos deixarem de pagar duas parcelas o veículo será apreendido imediatamente. Entretanto o que ocorre, é que após constatado o atraso de duas ou mais parcelas e esgotado todas as tentativas de cobrança os bancos ou financeiras podem utilizar-se de ação de busca e apreensão para satisfazer o débito do contrato.

Ate o exposto, caso você esteja se sentindo ameaçado, por empresas de cobrança, bancos e financeiras, procure uma delegacia de polícia mais próxima e registre um boletim de ocorrência, pois estas são apenas algumas das inúmeras outras frases utilizadas por bancos, financeiras e empresas de cobrança no momento da cobrança de dívidas.

Proposta da entrega amigável de veículos financiados

A proposta de entrega amigável de veículos financiados ocorre devido os bancos e financeiras constatarem através das empresas de cobrança e escritórios de advocacia, que o devedor inadimplente não tem dinheiro para pagar o que está sendo cobrado e que a cobrança da dívida não está sendo eficaz. Neste momento o devedor inadimplente recebe a proposta de entrega amigável do veículo.

Da entrega amigável de veículos financiados

Devido inúmeros casos de reclamações que podem ser encontrados facilmente na internet e devido os anos de experiência ajudando pessoas e empresas com problemas de financiamentos em atraso, recomendamos que todos aqueles que estão inadimplentes com suas obrigações junto a bancos e financeiras, não aceitem entregar amigavelmente seus veículos financiados.

Na entrega amigável de veículos as empresas de cobrança, os escritórios de advocacia, os bancos e financeiras não agem com transparência no sentido de esclarecer os devedores  inadimplentes sobre detalhes desta possibilidade de acordo. 




Ainda na entrega amigável de veículos, são raras as oportunidades que os mesmos deixam para o devedor um "Termo de Entrega Amigável".

Caso real de entrega amigável de veículos

Um cliente que vamos chamar de João comprou um veículo por meio de um financiamento, entretanto meses após o financiamento ficou desempregado.

João financiou junto ao Banco “Banco te Ferrei S.A.” o valor de 30 mil reais para adquirir um veículo no valor de 80 mil reais, o valor financiado seria devolvido em 60 "suaves" prestações de 735 reais. Ocorre que João só conseguiu pagar 7 prestações do financiamento. Foi neste momento que João ligou para o referido Banco e prontamente a atendente informou a João que o mesmo poderia realizar a entrega  amigável do veiculo financiado, mediante a "entrega quitativa", João prontamente fez as contas e percebeu que iria perder dinheiro, visto que seu carro valia 80 mil e o mesmo só financiou 30 mil, entretanto mesmo assim como não queria dever nada a ninguém resolveu entregar amigavelmente o veículo porque pensou que tudo estaria quitado.

No momento da entrega do veículo, João, por falta de transparência por parte do banco e pela sua inexperiência, acabou assinando um documento chamado de “Termo de Entrega Amigável”. No termo que João assinou, consta que seu veículo seria vendido em leilão e caso o valor adquirido pela venda do veículo não fosse suficiente para a quitação de sua divida, João deveria pagar o restante. 

Resultado, após 2 anos o Banco entra em contato com João informando que a venda do veículo no leilão não quitou a totalidade de sua dívida.

Conclusão

Por todo o exposto, podemos perceber que existem inúmeras alternativas possíveis de acordo para aqueles que no momento estão impossibilitados de pagar suas obrigações financeiras, visto que no atraso das obrigações os bancos e financeiras cobram valores que não estão nos contratos anteriormente assinados e que a maioria dos contratos  de financiamentos possuem erros.

Sempre existirão meios de se quitar o veículo, pagando um valor justo, através de negociações sustentáveis e bons acordos.

entrega amigável de veículo financiado com a promessa de quitação da dívida é uma MENTIRA, pois dificilmente a entrega do veículo irá quitar a dívida, na maioria das vezes, a entrega amigável do veículo somente irá amortizar uma parte do saldo devedor, e o consumidor, além de perder o veículo ainda continuará com uma dívida que não irá parar de aumentar. 

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Dívidas: Entrega quitativa de veículos não é bom negócio!

Dívidas: Entrega quitativa de veículos não é bom negócio! 

Acalme-se! Você ou sua empresa não são os únicos que receberam propostas de entrega quitativa de veículo ou maquinários, esta é uma dúvida que atormenta milhares ou até milhões de brasileiros, pois mesmo depois de toda a espera para a aquisição do veículo, podem surgir inúmeros imprevistos e levar você ao inadimplemento.

No momento em que não se consegue mais pagar as prestações do veículo ou maquinários, existem algumas alternativas e sobre elas vou esclarecer alguns pontos, pois já negociamos dívidas de muitas empresas e pessoas, por isso sei exatamente o quanto é importante saber de truques que podem facilitar a vida financeira de quem está passando por estas situações. 

Meu nome é Jeferson e além de ser uma empreendedor na vida e nos negócios, também sou acadêmico de Direito e isso me permite saber um pouco sobre nossa legislação, o que pode fazer a diferença em poder ajudar você a se proteger das fraudes e abusos cometidos por bancos e financeiras.

É importante ressaltar que as mentiras, constrangimentos e ameaças por parte dos funcionários dos bancos, das financeiras ou das empresas de cobrança no sentido de que: 
  1. se você não pagar as parcelas do veículo ou não entregar o mesmo, você corre o risco de ser preso. "isso é ameaça, é uma mentira, e é crime"
  1. se você não pagar as prestações atrasadas vão arrombar o portão da sua casa e tomar o veículo. "isso é ameaça, é uma mentira, e é crime"
  1. se você não tinha condições de pagar o financiamento o porque comprou o veículo. 
  1. se você entregar de forma amigável o veículo, você terá seu nome limpo no spc e serasa e não deverá mais nada ao banco. "mentira, basta ler seu contrato" 
  1. se você não pagar hoje nós vamos entrar com a busca e apreensão do veículo. "isso é ameaça, é crime"
  1. se você não pagar hoje todo o valor atrasado, quando você passar pela policia vai perder o veículo. "isso é ameaça, é uma mentira, e é crime"
Portanto se você está se sentindo ameaçado, por empresas de cobrança, bancos e financeiras, procure uma delegacia de polícia mais próxima e registre um boletim de ocorrência, pois estas são apenas algumas das inúmeras outras frases utilizadas por bancos, financeiras e empresas de cobrança para cobrar dívidas. 

Outra mentira muito comum é a da Busca e apreensão de Veículos, pois as pessoas que realizam as cobranças insistem em falar para os consumidores que se os mesmos atrasarem uma ou duas parcelas o veículo será apreendido imediatamente. O que ocorre, é que após constatado o atraso de duas ou mais parcelas e esgotado todas as tentativas de cobrança a financeira pode utilizar-se de ação de busca e apreensão para satisfazer o débito do contrato.

Ocorre que para a apreensão ser lucrativa para a financeira ou para o banco é necessário que o veículo tenha algum valor, pois se o veículo ter pouco valor, não será viável, pois o banco ou a financeira, após a apreensão do veículo, precisam gastar com o leiloeiro e inúmeras outras taxas.

Ainda em relação às cobranças, os bancos e as financeiras repassam seus contratos com pouco atraso para as empresas "especializadas em cobrança", ocorre que estas empresas têm somente 30 dias para a realização da cobrança, é por este motivo que fazem de tudo para receber, é por este motivo também que ameaçam os consumidores de todas as maneiras possíveis e impossíveis, geralmente ilegais. Quando ocorrer da empresa não receber em 30 dias, esses contratos geralmente são repassados para outras empresas de cobrança por outros 30 dias, e assim continuadamente, até que a financeira ou o banco entender ser inviável continuar com o contrato, é neste momento em que se começa a chegar nos acordos.

Quanto mais antiga a dívida,  melhor é a chance de se obter um acordo com os bancos e as financeiras. 

Entre tantas mentiras já ouvidas por mim, também escuto nas ligações de cobrança de meus clientes, que o financiamento protestado nunca prescreve, quanto a isso o Código de Defesa do Consumidor é bem claro e não permite que sejam repassadas informações negativas de consumidores sobre dívidas vencidas a mais de 05 anos, ou seja, após 05 anos até protesto some.

Outra situação que me sinto na obrigação de alertar você, para que preste muita atenção, é com a questão do ajuizamento de ações revisionais e consignatórias de pagamento, pois existem muitos advogados que não são sérios e chegam ao cúmulo de entregar ao cliente boletos de contas pessoais, propostas que não existem e inúmeros outras falcatruas presenciadas, por isso, se você tem uma ação revisional com consignação de pagamento ou uma consignatória, é melhor ir até o Fórum de sua cidade e conferir se os depósitos estão realmente sendo feitos.

No meu ponto de vista, como acadêmico de direito, além da falta de argumentação e de juntada de provas um erro bastante comum dos advogados, dos casos que chegam até meu conhecimento, é que os mesmos não informam os consumidores sobre as custas judiciais ou cobram as custas e solicitam a justiça gratuita, ocorre que esta cada vez mais difícil para um juiz atender ao pedido de isenção de custas, e mais de 70 % dessas ações acabam quando o juiz manda pagar as custas e o advogado abandona a ação.

Portanto, se você ajuizou contratou algum advogado para ingressar com uma ação revisional ou consignatória, vá até o fórum ou confirme no site do tribunal se sua ação ainda está tramitando ou se foi extinta por falta de pagamento de custas processuais.

Lembre-se que a proposta das empresas de cobrança em você realizar a entrega quitativa do veículo com quitação do contrato, isso é MENTIRA, pois dificilmente a entrega do veículo irá quitar o contrato, na maioria das vezes, a entrega somente irá amortizar uma parte do saldo devedor, e o consumidor, além de perder o veículo ainda continuará com uma dívida que não para de aumentar, ou seja, aceite esta proposta de fazer a entrega amigável do veículo para quitação, após você receber um contrato da financeira em que isso esteja escrito de uma maneira bem transparente. -- "Eu em mais de 8 anos trabalhando com isso nunca vi um contrato deste". 

Ainda, em relação às chamadas “Cobranças vexatórias”, que acontecem com ligações constantes para parentes, amigos, vizinhos e até mesmo para o trabalho do consumidor informando que é ligação de cobrança ou ainda com ligações em que o cobrador chega a xingar o financiado, fazendo ameaças físicas ou morais, em todas essas situações cabe indenização por danos morais, e as vezes essas indenizações são maiores que o valor devido pelo financiado, então se você for vítima de qualquer dessas situações, tente gravar as ligações ou me procure que irei auxiliar você na solução deste problema.

Lembre-se de jamais fazer um financiamento para um amigo, vizinho, parente ou outra pessoa, porque, com toda a certeza, essa outra pessoa não irá pagar o financiamento, até o término do mesmo, e você possivelmente ficará com restrições no nome e sem o carro.

Existem inúmeras alternativas possíveis para quem não consegue pagar um financiamento, a mediação a conciliação ou quem sabe até a arbitragem se assim o banco ou a financeira aceitar pode servir para solucionar problemas como este. Espero ter ajudado a diminuir o número de abusos cometidos por bancos, financeiras e advogados mal intencionados.

Sempre existirão meios de se quitar o veículo, pagando um valor justo, através de negociações sustentáveis e bons acordos.

Busca e apreensão de veículo financiado: Saiba Mais!

busca e apreensão de veículos financiados é uma decisão, de um determinado juiz, que autorizou apreender o bem anteriormente dado em garantia do pagamento de um financiamento ou empréstimo, cuja obrigação do devedor está em atraso.

Normalmente a busca e apreensão de veículos financiados já esta prevista nos contratos de financiamentos, aqueles com cláusulas de alienação fiduciária, aonde o contratante buscou adquirir bens móveis como: Veículos, carros, motos, caminhões, lanchas, navios, helicópteros, etc.

Mas o que é afinal, um contrato de financiamento com cláusula de alienação fiduciária? É uma das muitas condições de financiamentos no qual a pessoa que efetuou a compra do veículo somente passa a ser efetivamente dono, quando quitar totalmente a sua dívida com o banco ou a financeira.


Ela acontece devido ao suposto atraso no pagamento das parcelas, o banco ou a financeira entra em contato com o cliente devedor objetivando a cobrança das parcelas em atraso incluindo em 99,9% das vezes juros exorbitantes, multas por atraso, multas por estar inadimplente, honorários advocatícios e tudo mais. Não existe data especifica para eles entrarem em contato nem data certa para eles engrenarem na justiça com o pedido de busca e apreensão do veículo

Somente nos casos em que o banco ou a financeira não consegue cobrar do consumidor as parcelas em atraso acrescidas do que eles desejam, é que solicitam ao juiz a expedição da busca e apreensão do veículo.

O juiz convencido pelo banco ou pela financeira, determina que o oficial de justiça vá até o domicílio do suposto devedor, acompanhado por um funcionário do banco ou financeira, em alguns casos também pela polícia, objetivando realizar a apreensão do veículo financiado. O consumidor terá, então, a contar do próximo dia útil, 5 dias para pagar as prestações atrasadas acrescidas de honorários de advogados e tudo mais ou 15 dias para apresentar defesa através de Advogado.

Quando o veículo for apreendido, ele volta a ser do banco ou financeira até que, no prazo dos 5 dias, o devedor quite tanto as parcelas vencidas e vincendas, além de todas as despesas adicionais. 

Mas, caso o banco ou a financeira leiloe o veículo logo após a realização da busca e apreensão do veículo, como é comum, e isso acontecer dentro do prazo de 5 dias, já estando o valor integral da dívida quitada, a instituição deverá indenizar o devedor em 50% do valor do bem que consta no contrato.

Estou com este problema, como agir?

Conhecedores das mais variadas expertises dos bancos e instituições financeiras, aconselhamos que o mais racional é você emprestar seu veículo para seu filho, assim, você poderá informar ao oficial de justiça, que o veículo não está no local, assim, não sofrerá acusações. Então se, você informar que o seu carro está com seu filho em uma outra cidade, não estará se recusando a entregá-lo.

Ainda na busca e apreensão de veículos, 90% dos consumidores com pagamentos em atraso não recebem nenhuma notificação sobre a apreensão do veículo, que em alguns casos pode gerar até dano moral para aquele que teve o carro apreendido.


Se no seu contrato não tem nada falando da cobrança de determinados valores, não pague e não aceite pagar taxas, multas e juros abusivos.

Busca e apreensão de veículos no novo CPC

A busca e apreensão de veículos é uma decisão, de um determinado juiz, que autorizou apreender o bem anteriormente dado em garantia do pagamento de um financiamento ou empréstimo, cuja obrigação do devedor está em atraso.

Normalmente a busca e apreensão já esta prevista nos contratos de financiamentos, aqueles com cláusulas de alienação fiduciária, aonde o contratante buscou adquirir bens móveis como: Veículos, carros, motos, caminhões, lanchas, navios, helicópteros, etc.

Somente nos casos em que o banco ou a financeira não conseguem cobrar do consumidor as obrigações em atraso, acrescidas do que eles desejam, é que vão solicitar ao juiz a expedição da liminar de busca e apreensão do veículo.

Para quem ainda não sabe, o novo código de processo civil entrou em vigor em Março deste ano (2016), com o objetivo de agilizar os processos brasileiros, sem afetar a eficiência do provimento jurisdicional. 

No tocante à legislação referente à busca e apreensão de veículos, houve poucas alterações, as quais foram no sentido a agilizar o processo de recuperação do bem dado em garantia do pagamento e diminuir os "prejuízos" dos bancos e financeiras. 

POSSIBILIDADE DA BUSCA E APREENSÃO SER REALIZADA EM FÉRIAS FORENSES:

O que todos devem ficar em alerta é que antes do novo código de processo civil, existia a possibilidade da distribuição da ação, liminar e o cumprimento de seus atos, serem apreciados no plantão judiciário. Ocorre que agora com o novo CPC, os artigos 214, II e 215, III acrescentaram que a tutela de urgência além de ser apreciada em plantão, poderá inclusive ser realizada durante as férias forenses. (período compreendido entre 20 de Dezembro e 20 de Janeiro – Art. 220).

Para que os bancos e as financeiras consigam a liminar de busca e apreensão dos veículos os mesmos deverão ter em seus processos os requisitos já previstos no antigo código, tais como os requisitos básicos da Inicial, e das tutelas de urgência, bem como os elementos contidos no Decreto 911/69 (descrição do bem, memória de cálculo, etc..), os quais já são conhecidos.

DA BUSCA E APREENSÃO POR OFICIAIS DE JUSTIÇA E DO USO DA FORÇA POLICIAL:

Concedida a liminar da busca e apreensão, a apreensão será realizada por 02 oficiais, nos termos do artigo 536, §2º do Novo Código. 

Antes, caso não fossem atendidos, os Oficiais de Justiça podiam arrombar sem interromper a diligência, com o novo código, os Oficiais, deverão fazer o mesmo procedimento previsto para a resistência à Penhora: ou seja, caso encontrem resistência que obste a apreensão do veículo, o oficial terá que comunicar o fato ao juiz e solicitar ordem de arrombamento (Art. 536 §2º c/c 846 Novo CPC), além de que, sempre que necessário, o juiz requisitará força policial para auxiliar os oficiais de justiça na referida apreensão (Novo CPC - Art. 846 §2º ).

Vale lembrar, que é possível inclusive, que o juiz, já autorize no despacho da liminar que se proceda com o arrombamento, caso julgue necessário, afim de evitar que a diligência seja adiada e o veículo procurado desapareça.

DA EFETIVA APREENSÃO DO VEÍCULO:

Caso apreendido o veículo, o devedor terá o prazo de 5 (cinco) dias para purgar a mora (pagar a dívida) e ter seu veículo restituído sem ônus. Purgada ou não a mora (pagando a dívida), poderá o devedor apresentar defesa após o cumprimento da liminar. Neste ponto a única alteração que houve foi no tocante à contestação que passa a ter o prazo de 15 dias úteis para defesa, além de que, as exceções podem ser arguidas no corpo da peça de defesa.

Estas foram as mudanças mais significativas no tocante ao procedimento da Busca e Apreensão trazidas pelo Novo Código de Processo Civil.

Ocorre que através dos anos de experiência, podemos afirmar, que os escritórios de cobrança estão acostumados a cobrar juros de mora superiores a 28% ao mês, além de correção monetária, multa e honorários advocatícios, o que é totalmente ilegal, uma vez que estes escritórios na maioria das vezes nem escritórios de advocacia são. 

Porque digo ilegal? Porque esses juros de mora devem constar no escopo do contrato, o que é muito difícil de encontrar. Neste sentido os juros de mora não podem ser superiores a 1% ao mês e multa de 2% conforme entendimento do STJ e o Código de Defesa do Consumidor.

Você sabe porque os escritórios de cobrança fazem com que o valor de uma única parcela se torne impagável? Porque para estes oportunistas o mais importante é pegar o veículo e não facilitar um acordo. 

Portanto, sempre que você paga prestações em atraso estes oportunistas estão inserindo e cobrando taxas, juros e mora de forma totalmente abusiva. 

Não pague e não aceite pagar taxas, multas e juros abusivos.

Busca e apreensão de veículos: Novas Regras

Busca e apreensão de veículos: Novas Regras 

No tocante à legislação referente à busca e apreensão de veículos, houve poucas alterações, as quais foram no sentido a agilizar o processo de recuperação do bem dado em garantia do pagamento e diminuir os "prejuízos" dos bancos e financeiras.

Antes do novo código de processo civil, existia a possibilidade da distribuição da ação, liminar e o cumprimento de seus atos, serem apreciados no plantão judiciário. Ocorre que agora com o novo CPC, os artigos 214, II e 215, III acrescentaram que a tutela de urgência além de ser apreciada em plantão, poderá inclusive ser realizada durante as férias forenses. (período compreendido entre 20 de Dezembro e 20 de Janeiro – Art. 220).

Antes, caso não fossem atendidos, os Oficiais de Justiça podiam arrombar sem interromper a diligência, com o novo código, os Oficiais, deverão fazer o mesmo procedimento previsto para a resistência à Penhora: ou seja, caso encontrem resistência que obste a apreensão do veículo, o oficial terá que comunicar o fato ao juiz e solicitar ordem de arrombamento (Art. 536 §2º c/c 846 Novo CPC), além de que, sempre que necessário, o juiz requisitará força policial para auxiliar os oficiais de justiça na referida apreensão (Novo CPC - Art. 846 §2º).

Caso apreendido o veículo, o devedor terá o prazo de 5 (cinco) dias para purgar a mora (pagar a dívida) e ter seu veículo restituído sem ônus. Purgada ou não a mora (pagando a dívida), poderá o devedor apresentar defesa após o cumprimento da liminar. Neste ponto a única alteração que houve foi no tocante à contestação que passa a ter o prazo de 15 dias úteis para defesa, além de que, as exceções podem ser arguidas no corpo da peça de defesa.

Conclusão

Estas foram as mudanças mais significativas no tocante ao procedimento da Busca e Apreensão trazidas pelo decreto nº 911/69 e pelo novo Código de Processo Civil.

Busca e apreensão de veículo financiado: Saiba Mais!

Busca e apreensão de veículo

Busca e apreensão de veículo financiado: Saiba Mais!

Saiba mais sobre a busca e apreensão de veículos financiados realizada por bancos, financeiras, escritórios de advocacia e empresas de cobrança. Saiba o que é a busca e apreensão de veículos de veículos financiados, a sua previsão contratual e muito mais.

O objetivo deste trabalho é apresentar, em linhas gerais, as regras aplicáveis à busca e apreensão de veículo financiado, nos moldes do Decreto nº 911/69 e novo código de processo civil (novo CPC).

Definição de Busca e Apreensão de Veículo Financiado:

A busca e apreensão de veículo financiado pode ser definida como uma decisão, de um determinado juiz, que autoriza apreender o veículo anteriormente dado em garantia pelo pagamento de um financiamento ou empréstimo, cuja obrigação do devedor está em atraso.

A previsão contratual da busca e apreensão do veículo financiado:

Normalmente a busca e apreensão de veículo financiado já esta prevista nos contratos de financiamentos, aqueles com cláusulas de alienação fiduciária, aonde o contratante buscou adquirir bens móveis como: Carros, motos, caminhões, lanchas, navios, helicópteros, etc.

O inicio da busca e apreensão do veículo financiado:

O início da busca e apreensão do veículo financiado acontece devido ao suposto atraso no pagamento das obrigações do devedor.

O banco ou a financeira entra em contato com o cliente objetivando a cobrança das parcelas em atraso, incluindo em 99,9% das vezes juros exorbitantes, taxas, multas por atraso e honorários advocatícios, inviabilizando o pagamento por parte do devedor que até então não conseguiu pagar nem o valor das prestações, objetivando a busca e apreensão do veículo para venda do mesmo em leilões.

É imperioso destacar que não existe data especifica para bancos e financeiras engrenarem na justiça com o pedido de busca e apreensão de veículo financiado.

A alteração da legislação referente a busca e apreensão do veículo financiado:

No tocante à legislação referente à busca e apreensão de veículos, houve poucas alterações, as quais foram no sentido a agilizar o processo de recuperação do bem dado em garantia do pagamento e diminuir os "prejuízos" dos bancos e financeiras.

Antes do novo código de processo civil, existia a possibilidade da distribuição da ação, liminar e o cumprimento de seus atos, serem apreciados no plantão judiciário. Ocorre que agora com o novo CPC, os artigos 214, II e 215, III acrescentaram que a tutela de urgência além de ser apreciada em plantão, poderá inclusive ser realizada durante as férias forenses. (período compreendido entre 20 de Dezembro e 20 de Janeiro – Art. 220).

Antes, caso não fossem atendidos, os Oficiais de Justiça podiam arrombar sem interromper a diligência, com o novo código, os Oficiais, deverão fazer o mesmo procedimento previsto para a resistência à Penhora: ou seja, caso encontrem resistência que obste a apreensão do veículo, o oficial terá que comunicar o fato ao juiz e solicitar ordem de arrombamento (Art. 536 §2º c/c 846 Novo CPC), além de que, sempre que necessário, o juiz requisitará força policial para auxiliar os oficiais de justiça na referida apreensão (Novo CPC - Art. 846 §2º).

Caso apreendido o veículo, o devedor terá o prazo de 5 (cinco) dias para purgar a mora (pagar a dívida) e ter seu veículo restituído sem ônus. Purgada ou não a mora (pagando a dívida), poderá o devedor apresentar defesa após o cumprimento da liminar. Neste ponto a única alteração que houve foi no tocante à contestação que passa a ter o prazo de 15 dias úteis para defesa, além de que, as exceções podem ser arguidas no corpo da peça de defesa.

Estas foram as mudanças mais significativas no tocante ao procedimento da Busca e Apreensão trazidas pelo decreto nº 911/69 e pelo novo Código de Processo Civil.

E após a apreensão do veículo financiado?

Quando o veículo for apreendido em busca e apreensão, ele volta a ser do banco ou financeira até que, no prazo dos 5 dias, o devedor quite tanto as parcelas vencidas e vincendas, além de todas as despesas adicionais.

A venda em leilão do veículo quitado apreendido em busca e apreensão:

Caso o banco ou a financeira venda em leilão o veículo já quitado apreendido em busca e apreensão, a instituição deverá indenizar o devedor em 50% (cinquenta porcento) do valor do veículo, constante no contrato.

A reversão extrajudicial da busca e apreensão do veículo financiado:

Existem, inúmeras possibilidades de reversão da busca e apreensão do veículo, tanto no âmbito judicial, como no extrajudicial.

O conhecido ditado popular reza que mais vale um péssimo acordo do que uma excelente demanda. Esse ditado popular até certo ponto é verdadeiro. Mover uma ação judicial custa muito dinheiro, por isso, a possibilidade de realizar um acordo nunca é descartado.

Quando se fala em veículo apreendido em busca e apreensão, existem duas possibilidades de acordo a serem considerados.

O mais comum é o acordo para atualização da dívida. Nesta modalidade de negociação, o devedor deverá concordar em pagar o valor das parcelas em atraso, além de honorários advocatícios e demais taxas, enquanto o banco ou financeira, por sua vez, se comprometerá a devolver o veículo aprendido.

Outra possibilidade de negociação é o acordo de quitação do contrato, a negociação se dará no sentido das partes ajustarem e definirem um valor a ser pago pelo devedor para obtenção da quitação do contrato mediante a devolução do veículo apreendido em busca e apreensão, livre de ônus.

Conclusão:

Em vista do acima, há opções para amenizar os prejuízos caso haja a total impossibilidade de continuar pagando as prestações mensais, uma alternativa é a venda do veículo (desde que consentida pela instituição financeira) ainda que seja por preço vil, neste caso, vale levar em conta o que será gasto, caso a busca e apreensão do veículo se concretize.

Também é imperioso destacar que a grande maioria dos contratos bancários possuem alguma irregularidade. Portanto, são boas as chances de se recuperar o veículo apreendido por uma das opções apresentadas.

Analisar documentos e extratos, realizar notificações, traçar uma estratégia de negociação de dívida, gerenciar o dia a dia de uma negociação, analisar resultados e identificar novas oportunidades de negócio, é trabalho para profissional!

A negociação de dívida moderna não admite amadorismos e improvisos. Por isso, busque por qualificação. 

Consulta busca e apreensão de veículos

Consulta busca e apreensão de veículos
Objetivando ajudar o maior número de pessoas e empresas, neste texto vamos ensinar como consultar processos de busca e apreensão de veículos existentes na justiça. 

Muitos consumidores entram em contato diariamente com a Prosiga perguntando se existe algum processo de busca e apreensão contra eles, relatam que por qualquer motivo estão inadimplentes com o pagamento de financiamentos e estão sendo ameaçados por empresas de cobranças, sobre possível arrombamento de residências objetivando a busca e apreensão de veículos ou outros bens. Ocorre que, muitas vezes ainda nem existe nenhum processo de busca e apreensão contra o seu nome.

É imperioso destacar que você não deve ceder a nenhum tipo de ameça por parte das empresas de cobrança, você pode sanar a insegurança de saber se existe ou não algum processo de busca e apreensão em seu nome ou no nome de sua empresa: basta uma simples consulta processual no Tribunal de Justiça de seu estado

É mais simples do que você imagina – Vamos explicar como você irá realizar esta consulta!

Também é importante que você saiba que usar de ameaças, pressão e coação é ilegal e segundo o art. 71 do Código de Defesa do Consumidor esta atitude é passível de pena de detenção de três meses a um ano e multa.  Por este motivo, qualquer cobrança que seja feita com tom de ameaça ou grosseria, que faça você se sentir humilhado ou pressionado indevidamente, se qualifica como uma cobrança abusiva e pode ser denunciada a polícia ou ao ministério público da sua localidade, além de você poder pedir indenização à empresa cobradora pela humilhação sofrida.

De qualquer forma, o correto é que você mantenha a calma, informe que vai verificar a veracidade das informações e solicite um telefone de contato para retorno. Desligue o telefone, faça uma Consulta Processual no site do Tribunal de Justiça da sua localidade e se informe,

Aprenda como consultar processos de busca e apreensão

Caso você ainda não saiba, o Tribunal de Justiça do seu estado possui um website, no mesmo você irá encontrar a opção “Consulta Processual” ou “Consulta de Processos”, clicando nesta aba você poderá saber de todos os processos que não estejam em segredo de justiça existentes em seu nome. 

A consulta de processos existentes em seu nome que versem sobre possível busca e apreensão de veículos ou outros bens é simples, basta digitar seu nome completo e o site retornará com possíveis informações de processos existentes nos termos da pesquisa, inclusive outros processos existentes.

Após clicar na opção “Consulta Processual” ou “Consulta de Processos”, encontre a opção "Consulta pelo Nome da Parte", preencha com os seus dados e verifique os resultados. Recomendamos que você imprima os resultados e busque a ajuda de um especialista. 

Para facilitar ainda mais sua consulta a possíveis processos de busca e apreensão de veículos, a Prosiga disponibilizou a lista com todos os websites dos Tribunais de Justiça do Brasil, acesse e encontre aquele que você deseja localizar processos!

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Carro de devedor pode ser retomado em até três meses

Carro de devedor pode ser retomado em até três meses
Entrou em vigor ontem a nova regra para retomada de veículos com financiamento em atraso, que vai facilitar a recuperação de bens com atraso nas parcelas de financiamento. A nova lei desburocratiza o processo, que hoje pode levar mais de um ano.


Com isso, a expectativa é que o prazo caia para cerca de três meses e os bancos deixem de ser tão seletivos na hora de liberar o crédito e até mesmo reduzam os juros.

Essa é a expectativa das montadoras, para quem a restrição do crédito tem importante contribuição na queda das vendas - de 9% no ano ante igual período de 2013. Metade das vendas de veículos é financiada.

"Essa lei é um instrumento fundamental para o setor automotivo ao premiar o cliente adimplente, possibilitando o fortalecimento do setor financeiro na concessão de crédito com a redução do custo e maior segurança jurídica", diz Luiz Moan, presidente da Anfavea, associação que representa as montadoras.

Atualmente, além do prazo longo, recuperar um carro em inadimplência custa, de acordo com o bem e com a complexidade do processo de apreensão, entre R$ 4 mil e R$ 14 mil, segundo as financeiras. O cálculo inclui custos com advogados, quitação de multas e impostos não pagos e gastos com leiloeiro.

Entre as normas aprovadas estão a eliminação de etapas no processo judicial e possibilidade de alienação online dos bens do devedor.

O setor automotivo conta com essa medida para melhorar o desempenho nesta reta final do ano e tentar chegar em dezembro com uma queda acumulada de 5% a 6%, ainda assim a maior desde 2002. A principal expectativa, contudo, é que a nova regra ajude o setor a reagir mais rapidamente em 2015.

"A partir de agora, os bancos deverão aumentar o apetite por riscos novamente e devem baixar o nível de restrições atuais", diz Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave, que representa as concessionárias de veículos. "Nossa expectativa é que os bancos aumentem em até 20% o volume de aprovação dos contratos."

De acordo com Meneghetti, isso poderá representar um aumento de cerca de 30 mil veículos financiados ao mês. Será, diz ele, um forte estímulo às vendas neste fim de ano e, principalmente, em 2015, "ano que se projeta como sendo possivelmente de bastante volatilidade".

Segundo as montadoras, hoje entre 40% e 50% das fichas com pedido de crédito são recusadas pelos bancos. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) diz que as alterações no Decreto-lei 911/69 representam avanço, pois desburocratizam o sistema de cobrança judicial, reduzem custos e trazem maior segurança jurídica para o financiamento de bens. A entidade informa não dispor do número de veículos retomados anualmente.

Pelo número de carros que vão a leilão todo mês é possível se ter uma ideia. Só a Sodré Santoro, maior empresa do ramo no País, leiloa de 5 mil a 6 mil veículos ao mês, dos quais 35% foram recuperados por bancos.

Cadeia. Para chegar ao leilão, o processo é demorado e exige serviços de uma indústria da retomada de carros. Além dos bancos e financeiras, essa cadeia envolve cartórios, o Poder Judiciário, escritórios de advocacia, empresas de renegociação de dívidas e até de localização, com profissionais que fazem serviços de detetives.

"Para retomar o carro é preciso intervenção judicial e, como o Judiciário está congestionado, a autorização para busca e apreensão do veículo demora a sair", diz Décio Carbonari, presidente da Anef, entidade representante dos bancos das montadoras.

O processo judicial começa após o terceiro mês de atraso. O prazo para o juiz deferir o pedido de busca e apreensão do veículo leva de 30 dias a um ano, informa Carbonari. Antes da mudança da lei, o mandado só valia para a cidade em que foi expedido.

"De cada 100 mandados, em média 15 carros são localizados", afirma Carbonari. "Chega um momento em que fica muito caro tentar recuperar o veículo e o processo se inviabiliza." Segundo ele, de cada 100 inadimplentes, 70% fazem acordo para evitar a Justiça. Após a ação, em média 22% saldam a dívida e 8% são retomados. Ainda assim, "o processo é custoso".

Fonte: Exame
 

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