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Financeira é responsável solidária pelo pagamento do IPVA de veículo financiado

Bancos e financeiras são responsáveis solidariamente pelo pagamento do IPVA de veículo financiado.
Bancos e financeiras são responsáveis solidariamente pelo pagamento do IPVA de veículo financiado.
Isso mesmo, bancos, financeiras e cooperativas de crédito são solidariamente responsáveis pelo pagamento do IPVA de veículo financiado até o cumprimento integral do contrato, isso ocorre, porque durante o contrato, o veículo do devedor ainda pertence ao credor (bancos, financeiras, cooperativas de créditos, etc.). Seguindo o mesmo entendimento, a 2º Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o recurso de um banco que pedia que o devedor fiduciante (consumidor, cliente) fosse reconhecido como único responsável pelo pagamento do IPVA por exercer efetivamente os atributos da propriedade.

Na alienação fiduciária, que é muito utilizada no financiamento de veículos, a propriedade é transmitida ao credor fiduciário em garantia pelo pagamento da dívida contratada, enquanto o devedor fica tão somente como possuidor direto da coisa. Este fenômeno é conhecido como desdobramento da posse.

O excelentíssimo ministro explicou que: 

No contrato de alienação fiduciária, credor mantém a propriedade do bem, de modo a tornar o IPVA um “tributo real”, tendo como consequência lógica a possibilidade de solidariedade em relação ao pagamento.

O relator do recurso, o excelentíssimo ministro Humberto Martins, destacou em seu voto que:

Se o credor fiduciário é o proprietário, deve-se reconhecer a solidariedade, pois “reveste-se da qualidade de possuidor indireto do veículo, sendo-lhe possível reavê-lo em face de eventual inadimplemento”.

Esta notícia refere-se ao processo REsp 1344288. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

Cartão de Crédito e o Código de Defesa do Consumidor

Cartão de CréditoPor inúmeras perguntas que chegam até nós a respeito de cartões de crédito, e para comemorar o sucesso do site, a Prosiga traz as perguntas mais comuns dos consumidores, todas relacionadas a utilização do Cartão de Crédito.

Não é de se negar que o cartão de crédito oferece agilidade, comodidade e segurança por não precisar andar com dinheiro na carteira. Entretanto, o que se tem observado é que o dinheiro de plástico pode trazer algumas dores de cabeça, para evitá-las é fundamental que o consumidor controle seus gastos e conheça melhor todos os seus direitos.

1 – O que existe em um contrato de cartão de crédito, e como é o contrato?

R: Primeiramente, este contrato entre a administradora de cartão de crédito e o consumidor é um ‘contrato de adesão’, ou seja, significa que todas as cláusulas existentes no contrato são pré estabelecidas pela administradora do cartão, porém, isto não impede que eventuais abusos cometidos no contrato sejam questionados. Todas as cláusulas a respeito da contratação devem ser prestadas antes da conclusão do negócio de forma esclarecedora e precisa. “diga-se de passagem, o que até hoje nunca ouvimos falar”

O contrato pode ser cancelado por:

comum acordo;
decisão tomada pelo consumidor, que deve comunicar por carta registrada à administradora do cartão;
ou pelo descumprimento de alguma cláusula do contrato.

Vale lembrar que: quando contratar o serviço fora do estabelecimento da Administradora do cartão ou seja por “telefone, cartas, internet, etc” existe um prazo de até sete dias, contados a partir da adesão do contrato ou recebimento do cartão, para que o consumidor exerça o direito de arrependimento; permitindo que este contrato seja cancelado neste período, conforme o que estabelece o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor.

2 – A loja, o supermercado, ou qualquer estabelecimento pode impor um valor mínimo para compras feitas pelo cartão de crédito ou débito?

R: Obviamente que não! Comerciantes não podem impor um valor mínimo para compras realizadas no cartão, seja na opção crédito ou débito. Esta prática, apesar de comum, é considerada abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor.

Vale ressaltar que o estabelecimento comercial não é obrigado a aceitar pagamentos realizados com o cartão. Mas quando aceitar não pode definir preços diferenciados, entretanto nas compras parceladas pode, uma vez que poderá haver cobrança de juros, que também deve ser informada de maneira esclarecedora ao consumidor.

3 – No caso de compra internacional, como será feito o pagamento?

R: Compras que são realizadas no exterior, ou em qualquer moeda, todas serão convertidas para o dólar americano e posteriormente cobrada em reais na sua fatura, por isso vale ressaltar que existe uma taxa de conversão do dólar para o real a qual será a vigente na data fixada no contrato.

4 – Qual é a taxa cobrada, quando atraso o pagamento da fatura?

R: Nos casos que existe o atraso no pagamento da fatura, poderá ser cobrada pela administradora do cartão uma multa de 2% do valor total, juros de mora de 1% ao mês atrasado e outros encargos estabelecidos no contrato quando não for feito o pagamento do valor total da dívida, que geralmente são altos, por isso vale esclarecer que: evite de pagar o valor mínimo da conta.

Vale lembrar que: Todas as taxas devem ser previamente informadas em contrato.

5 – O que acontece quando solicito o cancelamento do cartão de crédito?

R: Quando você solicita o cancelamento do cartão de crédito, a administradora do cartão deve tomar todas as medidas para que não haja futuras cobranças de anuidade ou de quaisquer outros serviços atrelados ao contrato de adesão.

Vale lembrar que: A administradora do cartão deve enviar um comprovante por correspondência ou por meio eletrônico “número de protocolo” confirmando o cancelamento.

Vale lembrar também que: Todas as compras parceladas devem ser quitadas.

6 – O que devo entender quando tenho a decisão de parcelar o valor da compra?

R: Sempre que você ter o interesse em parcelar o valor da compra, deve-se solicitar o esclarecimento sobre o tipo de parcelamento que está sendo oferecido pelo comércio, questionando se vai exista a cobrança de alguma taxa ou de juros. Caso exista alguma cobrança, você deverá informar-se sobre qual à taxa de juros cobrada, qual é o valor de cada parcela e qual é o valor total que no final vai estar pagando pelo produto ou serviço com esse parcelamento.

Vale esclarecer que: Evite parcelar suas compras, sempre que for possível realize os pagamentos à vista.

7 – Que tipos de cartões de crédito existem?

R: Atualmente só podem ser oferecidos pelas instituições financeiras dois modelos de cartão de crédito:

O básico o pré-pago e o diferenciado.

O cartão de crédito básico e o pré-pago é: aquele exclusivo para o pagamento de compras, contas ou serviços.

O cartão de crédito diferenciado é: aquele que além de permitir o pagamento de bens e serviços, vai estar associado a programas de benefícios ou recompensas.

Vale lembrar que: Todos os benefícios e recompensas devem ser divulgados em tabela específica, todos listados no contrato, com detalhamento quanto a sua forma de utilização.

8 – O que devo fazer quando a fatura não chegar em minha residência?

R: Você deve entrar em contato com a administradora do cartão e solicitar a segunda via da fatura ou solicitar orientação nos canais de atendimento para efetuar o pagamento. O fato da fatura não ter sido entregue em sua residência não lhe isenta de pagar no vencimento.

Vale lembrar que: Se o não recebimento da fatura for frequente, você pode reclamar na SAC da administradora do cartão, pelo site Reclame Aqui ou no Procon mais próximo.

9 – O que fazer quando se recebe uma cobrança que é indevida?

R: Quando você receber a fatura, você deve conferir todos os valores lançados, com base nos comprovantes de venda que tiver em mãos. Em caso de não reconhecer algum valor na fatura ou tem certeza que a cobrança é indevida, deve solicitar esclarecimentos à administradora do cartão, através do SAC. É fundamental exigir o número do protocolo.

Vale lembrar que: Caso a operadora do cartão de crédito se negue em regularizar a fatura a empresa Prosiga ajuda você nestes casos.

10. Meu cartão foi roubado ou clonado o que devo fazer?

R: Primeiro realize a abertura de um Boletim de Ocorrência na delegacia mais próxima e comunique o ocorrido, o mais rápido possível a sua operadora do cartão de crédito.

Vale lembrar que: Todas as compras feitas com o cartão clonado ou roubado devem ser canceladas, mesmo que o consumidor não tenha o seguro do cartão, que sempre é oferecido pela administradora.

Fazer cartão de crédito: Pré-pago Fácil

Fazer cartão de crédito
A utilização do cartão de crédito no Brasil é cada vez mais comum. As operações realizadas com cartões de crédito nos últimos 2 anos tiveram um aumento 20% (vinte porcento). Os cartões de crédito são aliados do cotidiano dos Brasileiros devido suas praticidades, entretanto é preciso cuidado para não cair em armadilhas que podem atrapalhar o orçamento doméstico. 

Introdução

Fazer um cartão de crédito internacional Mastercard é o principal motivo de muitos desistirem de fazer suas compras em outros países, é por este motivo que resolvi criar este artigo mostrando como você deve fazer para adquirir um cartão de crédito internacional pré-pago.

Sobre o cartão de crédito pré-pago

A Conta Super é uma carteira eletrônica bem conceituada no Brasil, a mesma oferece suporte, permite que você realize compras, saques e transferências entre contas super.

Todos os cadastrados e aceitos na plataforma de pagamento têm acesso a um cartão de crédito internacional pré-pago, chamado de cartão super, que possibilita que os clientes tenham mais segurança nas suas compras online em qualquer site ou loja do mundo que aceite a bandeira Mastercard.

Na Conta Super também podemos contar com 3 cartões virtuais por cada conta, este cartão virtual pode ser utilizado para utilização em contas do PayPal ou para compras na internet, caso sua conta do PayPal bloquear o catão, basta você acessar sua Conta Super e gerar outro cartão cartão virtual e cadastrar novamente no PayPal. Este cartão virtual da Conta Super é muito útil para vários outros serviços.

O Paypal também é super recomendável, por ser de fácil utilização, rápido e seguro, também porque caso você tenha qualquer problema em alguma loja internacional o PayPal garante meu dinheiro de volta.

Vantagens em adquirir um cartão de crédito internacional pré-pago

Devido os inúmeros impostos praticados no Brasil, caso você faça uma compra em alguma loja internacional com seu cartão de credito, é cobrado o IOF (imposto sobre operação financeira) que atualmente está em torno de 3,78%.

São muitas as pessoas e empresas que desconhecem o sistema de cartão pré-pago que já é utilizado há muitos anos no mercado nacional e internacional. O cartão de crédito pré-pago comparando ao cartão de crédito tradicional, oferece algumas vantagens:

Não existe anuidade;
Você transfere dinheiro entre contas sem gastar nada;
Você realiza saques em caixas 24 horas com as melhores taxas do mercado;
Você criar e cancela cartões virtuais para não ser vitima de golpes em compra na internet;
Você é quem decide o limite do valor que pretende utilizar;
Não exite tarifa de inatividade.

Você quem define o limite de seus gastos, evitando se afogar em dividas. Outra vantagem é que você pode recarregar seu cartão através do pagamento do boleto bancário para aqueles que não tem constas em bancos ou através de transferências eletrônicas para aqueles que tem contas bancárias.

Por todas as vantagens com a Conta Super você só gasta R$ 5.90 por mês.

Como se cadastrar na Conta Super

Para adquirir o cartão de crédito internacional pré-pago AGORA, basta clicar no link abaixo e seguir os passos. Comece Aqui

O cartão virtual da Conta Super

A Conta Super disponibiliza um cartão de crédito virtual pré-pago, ou seja, eles disponibilizam os números de um cartão com todos os dados de um cartão físico, e você poderá fazer compras utilizando os dados deste cartão virtual.

Para você gerar cartão virtual siga os seguintes passos:
Logado no seu painel administrativo, clique em Cartão Virtual e depois clique na aba "Solicitar Cartão". Agora clique em cartão adicional, adicione o apelido do cartão e clique em confirmar. Pronto, os números do cartão de crédito serão gerados e com o mesmo você poderá fazer qualquer compra em lojas da china ou estados unidos ou cadastrar na sua conta PayPal.

Conclusão

Ante o exposto caso você precise de um cartão de crédito pré-pago de fácil aquisição e confiável, saiba que a Conta Super atende de modo satisfatório estes requisitos. 

*Qual você acha o melhor cartão de crédito internacional pré-pago? Oque você acha do cartão da Conta Super? Deixe aqui seu comentário opinativo!

*Se você gostou e achou este artigo útil compartilhe nas redes socais, clique nos Botões abaixo.

Aprenda controlar suas dívidas nos momentos de crise

Uma pesquisa recentemente realizada pela SCPC Brasil mostrou que só na Região Sul existem mais 8 milhões de pessoas e empresas inadimplentes, ou seja, estes têm dívidas em atraso e estão com o crédito negativado. Em média, a pesquisa demostrou que os inadimplentes têm 2,3 dívidas em atraso.

Introdução

Em tempos de crise, os dados são ainda mais alarmantes. Em outro estudo da SCPC Brasil, de cada dez consumidores que estão ou ficaram com o nome sujo nos últimos 12 meses, um deles (11,2%) foi por ter “emprestado” o nome para outra pessoa fazer compras ou tomar empréstimos.

Quando se fala em dívidas, os maiores credores sempre são os bancos, são eles os responsáveis por 44,9% do total das dívidas na pesquisa, em segundo lugar o comércio, com 23,74%, e em terceiro vem a comunicação, com 18,10%. Entretanto não se pode deixar de falar que um número considerável de pessoas já enfrenta sérios problemas com contas básicas, como aluguel, água e energia elétrica.

A inadimplência não é um problema que está acontecendo apenas com pessoas e empresas de um determinado estado ou município, é um problema generalizado que precisa ser enfrentado em todo o Brasil. Reflexo do crédito fácil e sem orientação, agora chegou a hora de anotar todos os ganhos e despesas, criar uma planilha, comprar uma agenda ou bloco ou até mesmo baixar algum aplicativo de celular para anotar tudo aquilo que se ganha e tudo aquilo que se gasta, porque os números têm que fechar. 

Controlando as dívidas

Se você ganha R$ 5 mil reais mensais, você vai precisar saber quanto vai sobrar ao final do mês. Caso não esteja sobrando, você vai precisar saber o que precisa ser cortado.

No momento das compras;

Neste momento o mais importante, é saber definir os gastos fixos mensais. Quais são os valores dos proventos e quais são as despesas mensais? Se a conta da energia está alta, você deve buscar soluções para controlar os gastos, para diminuir a conta você pode desligar aparelhos da tomada ao sair de casa, trocar lampadas antigas por mais novas, etc.

Se a conta da água está muito alta, busque reduzir o consumo dos banhos ou da higiene pessoal, isso realmente funciona. Uma dica muito valiosa é prestar atenção nas compras do dia a dia. Uma solução para economizar nestas despesas é criar uma lista antes de sair para o supermercado e mais importante ainda é não fugir desta lista, além disso, você deve sempre sair de casa alimentado e não sair comprando tudo que ver escrito promoção.

Lições para toda a vida;

Nunca gaste mais do que você ganha, calcule seu salário e seus gastos sem fugir da realidade, gaste seu dinheiro apenas com aquilo que você realmente precisa.

Procure não cair na ilusão do crédito fácil, você facilmente será escravizado(a) por algum período caso caia nesta ilusão. Se ter cheque especial, não utilize, reserve o mesmo para uma emergência, se necessário for. Dessa forma você irá conseguir equilibrar sua vida financeira. Procure se conhecer melhor e saber de seus limites.

O pesadelo do Cartão de Crédito;

Caso seja mal utilizado, o cartão de crédito pode se tornar um pesadelo para a economia familiar. O mesmo pode ser prático e magnifico quando bem administrado, sem anuidade ou com anuidade não importa, desde que você ganhe alguma vantagem. Quando se trata de cartão de crédito o melhor é sempre mante-lo em dia. Caso você atrasar alguma fatura, o mesmo vai virar uma bola de neve infinita, imagine ter que pagar juros de 400% ao ano. 

Pagar o mínimo do cartão de crédito é uma das piores decisões que um consumidor pode tomar.

Os juros do cartão de crédito recentemente bateu recorde, com 449,1% ao ano.

Não "empreste" seu nome para ninguém;

Se alguém lhe pedir o nome "emprestado" saiba dizer não, se a pessoa não conseguiu administrar o crédito no nome dela, quem garante que ela vai conseguir administrar o seu nome? Ainda secundo a pesquisa realizada pela SCPC Brasil, de cada dez consumidores que estão ou ficaram com o nome negativado nos últimos 12 meses, um deles (11,2%) foi por ter “emprestado” o nome para outra pessoa.

Com dívidas e sem emprego;

Caso você esteja com dívidas e sem emprego, por mais que você queira quitá-las com algum dinheiro extra, como por exemplo o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (liberado após demissão), esta decisão pode lhe custar muito caro. Caso você utilize este dinheiro e ainda continue desempregado(a) você correr o risco de ficar sem receitas para cobrir gastos futuros. O melhor a se fazer nestas situações é criar estratégias para tentar multiplicar este dinheiro. Recomendamos que tente multiplicar a receita através de várias estratégias de negociações, não arisque toda a receita em apenas uma única estratégia de negociação. 

Crie uma poupança para emergências;

Esta poupança forçada vai ser um divisor de águas caso você seja vítima do desemprego, esta poupança forçada poderá garantir o pagamento das despesas, entretanto você pode utiliza-la para estratégias de negociações objetivando multiplicar as receitas.

Busque sempre lhe conhecer melhor e saber da sua realidade;

É extrema importância que você tenha total domínio sobre os seus números nesta crise que assola o Brasil. Caso tenha perdido o emprego, valorize o que você possui guardado e some com o que será ganho com a rescisão. Também faça um levantamento sobre todos os gastos mensais, lembre-se, todos. Nada deve deixar de ser anotado.

Elimine todas as ferramentas de crédito;

Caso você esteja enfrentando problemas com dívidas de cartões de crédito, cheque especial, factoring, enfim todos devem ser prioritariamente esquecidos, até em casos de emergência.

Realize uma limpeza financeira;

Chegou a hora de aprender a priorizar, verifique o que realmente é necessário para a sua vida. Todos os gastos devem ser repensados, repense sobre a TV a cabo, celulares, baladas, restaurantes, etc.

Renegocie todas as suas dívidas;

Busque todos os credores e seja o mais franco possível, demostre interesse em não se tornar inadimplente, argumente sobre sua real capacidade de pagamento e troque dívidas caras por dívidas de melhores condições e valores. Esta atitude pode fazer muita diferença para você e para seus credores. É muito importante que você priorize as dívidas com juros mais altos e com imóveis dados como garantia.

Crie estratégias para multiplicar sua renda;

Por menor que seja suas receitas e por mais que você não tenha conhecimento em outras áreas de atuação, busque criar estratégias para multiplicar suas receitas.

Conclusão

Caso você esteja desempregado, não se preocupe, é neste momento que sua consciência será mais criativa. Utilize sua rede de contatos, informe que você está disponível para novas oportunidades. Se você ainda não aprendeu, vai aprender, você precisa estar preparado para as oportunidades, pois ela pode estar na frente de seus olhos e você não consegue enxergar. Seja você mesmo, levante a cabeça, se você chegou até este site é porque você já é um vencedor. 

A Prosiga presta serviços especializados na área e dispõe de CONSULTA ONLINE GRATUITA para seus clientes. Nestes casos não perca tempo, se você ou sua empresa precisam de ajuda, entre em contato conosco, nós teremos o maior prazer em achar uma solução para este contratempo!

* Este artigo foi redigido meramente para fins de informação e debate, não devendo ser considerado uma opinião legal para qualquer operação ou negócio específico.

Recuperação judicial do Grupo Schahin foi paralisada por desembargador do TJSP

Grupo Shahin
Esta paralisação se deu graças a um grupo formado por bancos que conseguiram interromper o andamento da recuperação judicial do Grupo Schahin, que teve inicio em março. Esta medida foi necessária para que seja analisado possíveis irregularidades na assembleia de credores realizada para o plano de recuperação.

O Grupo Schahin atua em diversos setores da economia, entre eles estão os de engenharia, telecomunicações e petróleo. O Grupo Schahin ficou popularmente conhecido no Brasil devido estar sendo investigado na operação “lava jato”. Treze instituições informaram que o plano de recuperação judicial foi homologado mesmo após ter sido rejeitado por quase 75% dos seus credores que detém o direito a voto em assembleia geral.

Entre o grupo que conseguiu a medida de paralisação da recuperação judicial estão os Bancos Itaú, Bradesco, HSBC e Santander os mesmos afirmam que até o Ministério Público assinou documento contra a proposta, por entender que o plano de recuperação judicial não apresenta soluções viáveis e ignora dívidas tributárias que correspondente ao montante de R$ 4 bilhões.

O desembargador decidiu proibir que as empresas do grupo Schahin utilizem de qualquer dinheiro depositado judicialmente e que vendam quaisquer ativos e ainda fixou prazo de 15 dias para as empresas e a administradora judicial se manifestem sobre as alegações do grupo de bancos.

A Fazenda Nacional também apontou problemas no plano de recuperação judicial, como também a falta de documentos comprovando regularidade fiscal perante o Fisco. Nesse caso, o desembargador negou aplicar efeito suspensivo ao recurso.

Em nota, o Grupo Schahin declarou ter ficado surpreendido com a decisão adotada em favor de um grupo minoritário de credores. Segundo o Grupo a decisão ameaça o pagamento de dívidas trabalhistas com cerca de 4 mil empregados e ex-empregados. O plano de recuperação judicial já fora homologado e se encontrava em execução desde o dia 21 de março.

Segundo o Grupo Schahin, os votos dos bancos foram considerados abusivos pelo juízo de origem, porque os bancos e instituições financeiras desejavam receber 80% dos recursos, enquanto o grupo teria direito a apenas 30%. O grupo de bancos e financeiras prejudicaram todos os demais credores do Grupo Schahin ao pedir a falência do grupo.

Clique aqui para ler a decisão.

STJ: O prazo para exclusão da negativação no SPC e SERASA, inicia-se, no dia seguinte em que o débito não foi pago

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por maioria dos votos, decidiu, em julgamento de recurso especial (RESP), que, vencido e não pago o débito, inicia-se, no dia seguinte, a contagem do prazo de cinco anos para a permanência do nome dos devedores em cadastros de proteção ao crédito, como SPC e SERASA, independente da data em que o credor efetivou a inscrição do consumidor nos cadastros.

Segundo o relator do recurso, Excelentíssimo ministro João Otávio de Noronha, o termo inicial da contagem do prazo deveria ser o da data do registro, entretanto esse entendimento foi vencido pela divergência iniciada pelo Excelentíssimo ministro Paulo de Tarso Sanseverino.

Princípios

Segundo o Excelentíssimo ministro Paulo de Tarso Sanseverino, considerar a data do registro nos cadastros de proteção ao crédito, como parâmetro inicial, seria possibilitar a permanência perpétua dessas inscrições negativas, uma vez que bastaria que essas informações fossem fornecidas a um novo banco de dados para que a contagem do prazo fosse novamente iniciada.

Ainda segundo Sanseverino, esse entendimento é o que melhor resguarda os princípios de proteção ao consumidor. “Parece-me que a interpretação que mais se coaduna com o espírito do Código, e, sobretudo, com os fundamentos para a tutela temporal do devedor, aí incluído o direito ao esquecimento, é aquela que considera como termo a quo do quinquênio a data do fato gerador da informação arquivada".

Esta notícia refere-se ao Recurso Especial (Resp) 1316117 

Endividamento atinge 1,962 milhão de famílias paulistanas em abril

Endividamento
Segundo a pesquisa da FecomercioSP, 54,4% das famílias de menor renda estão endividas e 22,5% inadimplentes.

Mesmo com a pequena queda de 0,5 ponto porcentual da proporção de famílias paulistanas endividadas na comparação com março, 51,1% delas estavam com algum tipo de dívida em abril. Já em relação ao mesmo período do ano passado, quando a proporção era 48,9%, houve aumento de 2,2 pontos porcentuais. Em termos absolutos, o número de famílias endividadas passou de 1,979 milhão em março para 1,962 milhão em abril. Na comparação com o mesmo mês de 2015, houve alta de 207 mil famílias com dívidas.

Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).


Segundo a assessoria econômica da Entidade, apesar do esforço das famílias paulistanas para ajustar o orçamento em decorrência da crise, a inflação elevada e o aumento do desemprego contribuíram para a elevação anual do endividamento entre as famílias de menor renda, que historicamente já são as mais endividadas.

A proporção de endividados entre as famílias com renda inferior a dez salários mínimos atingiu 54,4%, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a março e de 3,6 p.p. na comparação com abril de 2015. Nas famílias que recebem mais de dez salários, a parcela de endividados foi de 41,7%, queda de 2,5 p.p. ante março e de 1,8 p.p. em relação ao valor de abril do ano passado.

A pesquisa revelou ainda que 34,9% das famílias estão com sua renda comprometida com dívidas por mais de um ano (ante 41,2% em abril de 2015); 24,4% possuem débitos com prazos de até três meses (18,7% em abril de 2015); 19,5%, entre seis meses e um ano (18,5% em abril de 2015); e 18,6% das famílias estão com dívidas de três a seis meses (17,5% em abril de 2015). Segundo a Federação, há uma tendência de encurtamento do prazo das dívidas, com aumento do endividamento em prazo mais curto e queda do endividamento de prazo mais longo, associado normalmente à aquisição de bens duráveis e imóveis.

Inadimplência

Em abril, 18,3% das famílias paulistanas afirmaram estar com as contas em atraso, queda de 0,1 p.p. em relação ao mês anterior. No comparativo com o mesmo mês do ano passado, o indicador apresentou alta de 5,3 p.p. Em números absolutos, o total de famílias com contas atrasadas atingiu 701 mil.

Entre as famílias com contas em atraso, 46% delas afirmaram ter débitos vencidos há mais de 90 dias; 26,2% têm contas atrasadas entre 30 e 90 dias; e 26% do total de famílias estavam com dívidas atrasadas por até 30 dias.

Assim como o endividamento, a inadimplência também é maior nas famílias com menor renda. Entre as que ganham até dez salários mínimos, 22,5% estão com contas atrasadas - alta de 7,2 p.p. na comparação com os 15,3% registrados em abril de 2015. Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, as famílias com menor renda sentem mais os efeitos da crise econômica. Para essa faixa da população, que já vive com o orçamento mais apertado e precisa do crédito para alavancar seu padrão de consumo, qualquer imprevisto pode desequilibrar suas finanças e levar à inadimplência.Já entre as famílias que ganham mais de dez salários mínimos, 8,2% delas afirmaram ter dívidas atrasadas em abril - elevação de 1,3 p.p. na comparação com o mesmo mês de 2015.

Além disso, em abril, 6,4% das famílias disseram que não teriam condições de pagar total ou parcialmente suas contas no mês seguinte. Esse porcentual era de 4,4% no mesmo período de 2015. Em números absolutos, existem 246 mil famílias que estão nessa situação.

Tipos de dívida

O cartão de crédito continua o vilão do endividamento e é o principal meio de financiamento das famílias, utilizado por 73,6% dos devedores em abril. Na sequência estão financiamento de carro (16%), carnês (14,2%), crédito pessoal (11,7%), financiamento imobiliário (12%) e cheque especial (10,2%). Na comparação com março, houve aumento de 2,7 p.p. na proporção de famílias endividadas no cartão e, na análise anual, foi registrada alta de 8,3 p.p. Houve também, em um ano, crescimento de 3,8% para 10,2% da proporção de endividados no cheque especial.

A FecomercioSP reforça que, com a alta dos preços e a queda da renda, as famílias recorrem cada vez mais a linhas de crédito emergenciais na tentativa de ganhar um fôlego no orçamento. Entretanto, são exatamente as modalidades que apresentam as maiores taxas de juros, o que pode levar à desorganização das finanças pessoais e aumentar o risco de inadimplência.

Metodologia

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) é apurada mensalmente pela FecomercioSP desde fevereiro de 2004. A partir de 2010, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) comprou a pesquisa da FecomercioSP, que passou a analisar os dados nacionalmente. A Federação continua divulgando os dados de São Paulo, alinhados com a data de divulgação da PEIC nacional pela CNC. Na capital, são entrevistados aproximadamente 2,2 mil consumidores.

O objetivo da PEIC é diagnosticar os níveis de endividamento e de inadimplência do consumidor. Com base nas informações coletadas, são apurados importantes indicadores: nível de endividamento, porcentual de inadimplentes, intenção de pagamento de dívidas em atraso e nível de comprometimento da renda. Tais indicadores são observados considerando duas faixas de renda.

A pesquisa permite o acompanhamento do nível de comprometimento do comprador com as dívidas e sua percepção em relação à capacidade de pagamento, fatores fundamentais para o processo de decisão dos empresários do comércio e demais agentes econômicos.

Fonte: Segs

Uso de farol baixo durante o dia passa a ser obrigatório em rodovias

Nesta quarta-feira (24) o presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), sancionou a lei de Nº 13.290/2016, que torna obrigatório o uso do farol baixo durante o dia nas rodovias e também em túneis que possuem iluminação.

A nova norma regula a infração como média, com multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira de habilitação (CNH).

Antes, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) já recomendava o uso do farol baixo nos veículos durante o dia, no entanto a orientação é praticamente ignorada pela maioria dos condutores.

Esta obrigatoriedade do uso de farol baixo no período diurno já é aplicada para o tráfego em túneis.

Entrega amigável de veículo financiado: Saiba mais!

Entrega amigável de veículos
Basta uma breve consulta no Google para encontrar as inúmeras reclamações sobre pessoas e empresas que realizaram a entrega amigável do veículo Financiado para bancos e financeiras e ainda continuam com grandes problemas.

Introdução

Este trabalho é voltado para todos aqueles que deram veículos em garantia pelo pagamento de dívidas e que no momento estão inadimplentes com suas obrigações anteriormente assumidas com bancos e financeiras. O objetivo deste trabalho é apresentar em linhas gerais que a entrega amigável de veículos não deve ser aceita pelos mesmos.

Definição de entrega amigável de veículos 

Podemos definir a entrega amigável de veículos como o ato em que o devedor inadimplente com suas obrigações financeiras entrega o veículo anteriormente dado em garantia pela promessa de pagamento de um financiamento para o banco ou a financeira, antes ou depois de o banco entrar com a ação de busca e apreensão do veículo.

Mentiras, constrangimentos e ameaças praticadas por bancos e financeiras na cobrança de dívidas

Destaca-se que são inúmeras as mentiras, constrangimentos e ameaças por parte dos funcionários dos bancos, das financeiras ou das empresas de cobrança na cobrança de dívidas, entre elas destacamos as mais comuns. 

1 - Se você não pagar as parcelas do veículo ou não entregar o mesmo amigavelmente, você será preso. 
2 - Se você não pagar as prestações atrasadas vão arrombar o portão da sua casa e tomar o veículo.
3 - Se você entregar amigavelmente o veículo você não deverá mais nada ao banco ou financeira. "mentira"
4 - Se você não tinha condições de pagar o financiamento, porque foi comprar o veículo. 
5 - Se você entregar de forma amigável o veículo, você terá seu nome limpo no spc e serasa e não deverá mais nada ao banco. "mentira, basta ler seu contrato" 
6 - Se você não pagar hoje nós vamos entrar com a busca e apreensão do veículo.
7 - Se você não pagar hoje todo o valor atrasado, quando você passar pela policia vai perder o veículo.

Também é imperioso destacar que outra mentira muito comum é a da Busca e apreensão de Veículos, pois as pessoas que realizam as cobranças insistem em falar para os consumidores inadimplentes que se os mesmos deixarem de pagar duas parcelas o veículo será apreendido imediatamente. Entretanto o que ocorre, é que após constatado o atraso de duas ou mais parcelas e esgotado todas as tentativas de cobrança os bancos ou financeiras podem utilizar-se de ação de busca e apreensão para satisfazer o débito do contrato.

Ate o exposto, caso você esteja se sentindo ameaçado, por empresas de cobrança, bancos e financeiras, procure uma delegacia de polícia mais próxima e registre um boletim de ocorrência, pois estas são apenas algumas das inúmeras outras frases utilizadas por bancos, financeiras e empresas de cobrança no momento da cobrança de dívidas.

Proposta da entrega amigável de veículos financiados

A proposta de entrega amigável de veículos financiados ocorre devido os bancos e financeiras constatarem através das empresas de cobrança e escritórios de advocacia, que o devedor inadimplente não tem dinheiro para pagar o que está sendo cobrado e que a cobrança da dívida não está sendo eficaz. Neste momento o devedor inadimplente recebe a proposta de entrega amigável do veículo.

Da entrega amigável de veículos financiados

Devido inúmeros casos de reclamações que podem ser encontrados facilmente na internet e devido os anos de experiência ajudando pessoas e empresas com problemas de financiamentos em atraso, recomendamos que todos aqueles que estão inadimplentes com suas obrigações junto a bancos e financeiras, não aceitem entregar amigavelmente seus veículos financiados.

Na entrega amigável de veículos as empresas de cobrança, os escritórios de advocacia, os bancos e financeiras não agem com transparência no sentido de esclarecer os devedores  inadimplentes sobre detalhes desta possibilidade de acordo. 



Ainda na entrega amigável de veículos, são raras as oportunidades que os mesmos deixam para o devedor um "Termo de Entrega Amigável".

Caso real de entrega amigável de veículos

Um cliente que vamos chamar de João comprou um veículo por meio de um financiamento, entretanto meses após o financiamento ficou desempregado.

João financiou junto ao Banco “Banco te Ferrei S.A.” o valor de 30 mil reais para adquirir um veículo no valor de 80 mil reais, o valor financiado seria devolvido em 60 "suaves" prestações de 735 reais. Ocorre que João só conseguiu pagar 7 prestações do financiamento. Foi neste momento que João ligou para o referido Banco e prontamente a atendente informou a João que o mesmo poderia realizar a entrega  amigável do veiculo financiado, mediante a "entrega quitativa", João prontamente fez as contas e percebeu que iria perder dinheiro, visto que seu carro valia 80 mil e o mesmo só financiou 30 mil, entretanto mesmo assim como não queria dever nada a ninguém resolveu entregar amigavelmente o veículo porque pensou que tudo estaria quitado.

No momento da entrega do veículo, João, por falta de transparência por parte do banco e pela sua inexperiência, acabou assinando um documento chamado de “Termo de Entrega Amigável”. No termo que João assinou, consta que seu veículo seria vendido em leilão e caso o valor adquirido pela venda do veículo não fosse suficiente para a quitação de sua divida, João deveria pagar o restante. 

Resultado, após 2 anos o Banco entra em contato com João informando que a venda do veículo no leilão não quitou a totalidade de sua dívida.

Conclusão

Por todo o exposto, podemos perceber que existem inúmeras alternativas possíveis de acordo para aqueles que no momento estão impossibilitados de pagar suas obrigações financeiras, visto que no atraso das obrigações os bancos e financeiras cobram valores que não estão nos contratos anteriormente assinados e que a maioria dos contratos  de financiamentos possuem erros.

Sempre existirão meios de se quitar o veículo, pagando um valor justo, através de negociações sustentáveis e bons acordos.

entrega amigável de veículo financiado com a promessa de quitação da dívida é uma MENTIRA, pois dificilmente a entrega do veículo irá quitar a dívida, na maioria das vezes, a entrega amigável do veículo somente irá amortizar uma parte do saldo devedor, e o consumidor, além de perder o veículo ainda continuará com uma dívida que não irá parar de aumentar. 

 

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