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BB, Caixa, Itaú, Bradesco e Santander criam gestora de inteligência de crédito


Para quem ainda não sabe a gestora de inteligência de crédito (GIC) foi criada para desenvolver um banco de dados para agregar, conciliar e tratar informações cadastrais e creditícias de todos os consumidores brasileiros, tanto de pessoas físicas como de jurídicas. 

Com esta iniciativa, o Banco do Brasil (BB), o Bradesco, o Santander Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Itaú Unibanco esperam uma maior troca de informações, ampliando a eficiência na gestão e liberação do crédito.

Segundo "especialistas" a gestora de inteligência de crédito e o consequente aperfeiçoamento da análise e gestão do crédito vão contribuir para a queda de spreads, da inadimplência e do superendividamento dos consumidores.

As razões que levaram os bancos a criação da gestora de inteligência de crédito, é a expertise no setor bancário e na gestão de informações oriundas do sistema financeiro, que permite melhor conhecimento de seus clientes.

A gestora de inteligência de crédito é estruturada como sociedade anônima, com controle compartilhado entre as partes, sendo que cada uma detém 20% do capital social da mesma. O conselho de administração da gestora é composto por integrantes indicados pelas partes e os executivos terão dedicação exclusiva ao negócio.

Financiamento de Veículos volta Crescer no Brasil

Financiamento de Veículos
O Banco Bradesco e Banco do Brasil voltaram a registrar aumento no financiamento de veículos. Após o gosto amargo deixado pela inadimplência nos financiamentos sem entrada, o Banco Bradesco e Banco do Brasil começam a aumentar a oferta de crédito para compra de veículos em meio à retomada do setor, os mais afetados pela crise. Enquanto o Bradesco e Banco do Brasil voltaram a registram aumento no financiamento de veículos, o Banco Itaú está próximo de inverter a trajetória de queda.

Esta virada ocorre devido a retomada das vendas de veículos novos, associada ao desempenho do mercado de usados, que aliviou as perdas do setor durante a crise. Contribui ainda a melhora de condições macroeconômicas, como a redução do desemprego.

Chegando a R$ 20 bilhões de saldo, a carteira de crédito para veículos do Bradesco apresentou alta de 2% em setembro ante junho. 

Já o Banco Itaú, o ponto de inversão ainda não ocorreu, entretanto já está mais próximo. Atualmente, o crédito a veículos representa apenas 7,8% da carteira do Itaú, com pouco mais de R$ 16 bilhões. O banco Itaú espera que sua carteira de crédito para veículos volte a crescer.

A carteira de veículos do terceiro trimestre do Banco do Brasil, embora tenha caído 14,9% em relação a igual período de 2016, teve expansão de 4,6% na comparação com o segundo trimestre deste ano.

O ranking dos grandes bancos, com relação ao financiamiento de veículos, mudou completamente no Brasil. A liderança do setor, antes nas mãos do Banco Itaú, passou para o Santander Brasil, que encerrou setembro com mais de R$ 34 bilhões emprestados nesta linha, volume 5,4% maior em relação a junho e 16% em um ano. 

A retomada do crescimento nos financiamentos de veículos tem sido mais conservadora. A média praticada hoje no mercado, conforme o superintendente do Santander, é de exigência de 30% do valor de carro de entrada e prazo máximo de 36 meses. No passado, era de 15% e 48 vezes, respectivamente.

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Dívidas com Banco do Brasil S.A.

Banco do Brasil S.A.
Atraso no pagamento de Dívidas com Banco do Brasil S.A. e inúmeros sintomas de dificuldades financeiras aparecem muito antes de uma crise financeira se instalar.

Prosiga é formada por um time de especialistas apaixonados em solucionar problemas financeiros, tendo como foco principal a gestão de dívidas em atraso, proporcionando desenvolvimento social e melhoria na qualidade de vida de todas as partes envolvidas.

Para as pessoas físicas, empresas, associações e sindicatos que possuam dívidas com Banco do Brasil S.A. em atraso, a Prosiga oferece o serviço de Gestão de Crise Financeira, este serviço visa minimizar, reduzir, ou se possível, eliminar os impactos causados por esta adversidade, possibilitando que nossos clientes tenham o menor prejuízo financeiro e reputacional possível.

Nós temos consciência de que nossos clientes desejam pagar suas dívidas bancárias o mais rápido possível, por este motivo, nossos especialistas em renegociação de dívidas bancárias vão trabalhar incansavelmente no sentido de conquistarem acordos que fiquem dentro da capacidade de pagamento de nossos clientes, e só vão parar de trabalhar, quando conquistarem o êxito nas negociações.

Caso você e/ou sua empresa possuam dívidas com Banco do Brasil S.A. em atraso, desejam ter o mínimo de problemas neste momento e sair com os menores danos possíveis, clique aqui, preencha o formulário e aguarde nosso contato.

Gestora de Inteligência de Crédito S.A.

A Gestora de Inteligência de Crédito S.A. é uma gestora de informações cadastrais criada a partir da união de 5 bancos Brasileiros - Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú-Unibanco e Santander, com o objetivo de estabelecer uma empresa diferente no mercado de informações de crédito, ferramenta que beneficia os bancos e demais instituições que demandam informações de crédito (Ex. segmentos de Varejo e Telecom). 

O Banco do Brasil, o Bradesco, a Caixa Econômica Federal, o Itaú-Unibanco e o Santander aproveitando a oportunidade proporcionada pela lei do Cadastro Positivo, criaram uma empresa para atuar de maneira inovadora no mercado dos tradicionais “Bureaus de Crédito”, com produtos baseados em big data e técnicas de inteligência artificial que possibilita que os bancos e financeiras tenham maior conhecimento e controle dos dados de pessoas e empresas. 

Com a disseminação do uso e da importância do histórico positivo de crédito, os bancos acreditam que ajudarão também a desenvolver a educação financeira da população brasileira, entretanto, sabemos que os mesmos querem manter o seu histórico de crédito como um verdadeiro ativo financeiro, criando um círculo virtuoso para a economia dos mesmos.

Banco Itaú Unibanco foi a empresa que mais lucrou na Bolsa de Valores em 2016

Itaú Unibanco e Bradesco são as empresas que obtiveram os maiores lucros no ano de 2016 na bolsa de valores. No respectivo ano, o Banco Itaú registrou um lucro de R$ 21,6 bilhões, já o Banco Bradesco lucrou R$ 15,1 bilhões. As informações são da consultoria Economatica, que foram divulgadas nesta quinta-feira (30).

De acordo com a pesquisa, o setor bancário liderou os ganhos no ano de 2016, mesmo com queda em relação a 2015. Somando o resultado de 23 instituições do setor o lucro ultrapassou os R$ 48, bilhões no ano de 2016, uma queda de 13,4% em relação ao ano anterior, que lucrou (R$ 56 bilhões).

Lista das 10 empresas que mais lucraram em 2016, segundo a Economatica: 

Itaú Unibanco: R$ 21,6 bilhões 
Bradesco: R$ 15,1 bilhões 
Vale: R$ 13,3 bilhões 
Ambev: R$ 12,5 bilhões 
Banco do Brasil: R$ 8 bilhões 
Santander: R$ 5,5 bilhões 
CTEEP: R$ 4,9 bilhões 
Telefônica Brasil: R$ 4,1 bilhões 
BBSeguridade: R$ 4 bilhões 
Cielo: R$ 4 bilhões 

Banco Bradesco e Banco do Brasil se unem para concorrer com Nubank

Banco Bradesco e Banco do Brasil se unem para concorrer com Nubank
O Banco Bradesco e o Banco do Brasil se uniram para criar o Banco CBSS, uma instituição focada na população de baixa renda. 

Recentemente sem muita publicidade a instituição colocou no ar uma plataforma digital para venda e gestão de cartão de crédito, nomeada de Digio, a plataforma tenta ser algo semelhante a proposta do Nubank, uma empresa brasileira que oferece cartão de crédito sem anuidade e com gestão em um aplicativo.

Por meio de um aplicativo no celular, o cliente enviará seus dados e após uma analise do seu cadastro o cartão de bandeira visa poderá chegar em seu endereço em até 12 dias. No aplicativo o cliente poderá aumentar ou diminuir o limite do cartão no app e até informar um roubo ou perda do mesmo.

Também é imperioso ressaltar, que além do modelo tradicional de avaliação de crédito das operadoras de cartão de crédito e bancos, o processo de liberação de crédito inclui uma análise do perfil do cliente nas redes sociais.

A curto prazo, o banco também oferecerá cartões pré-pagos, empréstimos pessoais e seguros. O Banco CBSS e a Livelo já estão avaliando a criação de um programa de fidelidade para os clientes dos cartões do banco.

Inovação

Os bancos e financeiras estão no meio de uma corrida pela inovação. Desafiados por empresas brasileiras recém criadas que usam estruturas enxutas para vender serviços financeiros, eles estão investindo em soluções similares e até mesmo adquirindo empresas inovadoras.

Exemplo disso foi o Banco Santander, que comprou a ContaSuper, empresa que oferece uma conta digital.

Banco do Brasil irá renegociar dívidas com empresas

Banco do Brasil irá renegociar dívidas com empresas
Banco do Brasil: banco quer contribuir para que empregos sejam mantidos - e inadimplência evitada
O Banco do Brasil irá renegociar as dívidas de empresas que estejam passando por dificuldades. O objetivo é manter as companhias funcionando, afirmou o presidente do banco, Alexandre Abreu.

Esse é o caso, por exemplo, da Sete Brasil, parceira da Petrobras na exploração do pré-sal, que está renegociando com bancos credores, brasileiros e internacionais.

“Para empresas que tenham dificuldades, mas que não estejam em recuperação judicial, vamos buscar algum tipo de alongamento (do prazo da dívida) ou outra solução”, afirmou Abreu.

Para ele, é importante “manter a empresa funcionando para que empregos também sejam mantidos”. O pior cenário é o aumento do desemprego, segundo o executivo, pois ele aumenta o nível de inadimplência de pessoa física.
Sete Brasil

No caso da Sete Brasil, fabricante de sondas para exploração do pré-sal, o presidente afirmou que a empresa não deu um calote, mas que os bancos credores estão renegociando uma “nova estrutura” para a empresa. 

A companhia estava passando por dificuldades por ter sido citada na Operação Lava Jato e porque a Petrobras, sua maior parceira, havia diminuído o pedido de construção de sondas de 28 para 19.

A Sete Brasil estava buscando um socorro com bancos estrangeiros, além do refinanciamento da dívida no Brasil junto aos bancos credores.

Resultados

O banco anunciou lucro líquido ajustado de 3,04 bilhões de reais no período, expansão de 1,3% em 12 meses. O lucro líquido, considerando eventos extraordinários, somou 3,008 bilhões de reais, de abril a junho, com alta de 6,3% ante igual intervalo de 2014.

Apesar da situação da economia, a taxa de inadimplência do banco teve uma ligeira queda de 2,05% no primeiro trimestre para 2,04%. A média do mercado subiu de 2,80% para 2,90% no período.

O esforço para renegociar a dívida também vale para pessoas físicas e micro e pequenas empresas. O banco está entrando em contato com seus clientes no primeiro dia de inadimplência para resolver a situação o mais rápido possível. Também está investindo em seu canal online para refinanciamento.

O banco também irá apostar no financiamento ao agronegócio e a empresas que desejam exportar.

Com a desvalorização do câmbio, a exportação ficou viável para algumas companhias. Abreu afirmou que 500 empresas, que só vendiam para o mercado nacional, já procuraram essa linha de crédito.

O volume de recursos destinados ao agronegócio atingiu 168,3 bilhões de reais no semestre. Isso representa um aumento de 7,1% sobre igual período do ano passado. 

Fonte: Exame acesso as 13:00 em 14/08/2015

Banco do Brasil tem de indenizar por cancelar cheque especial sem aviso

O Banco do Brasil foi condenado a pagar R$ 3 mil de indenização por danos morais a um cliente que teve o seu cheque especial cancelado sem prévio aviso. A decisão foi do juiz do 1º Juizado Especial Cível de Brasília e cabe recurso. 

De acordo com o relatório, o autor teve cheque devolvido por insuficiência de fundos quando deveria ter limite em decorrência do cheque especial. Ele alegou que o banco cancelou o cheque especial sem avisar, causando a devolução do cheque e o constrangimento perante sua dentista para quem havia passado o cheque.

Não houve conciliação entre as partes e o Banco do Brasil apresentou contestação escrita. Ele argumentou que o cancelamento do limite do cheque especial do autor decorreu de análise de seu cadastro e que não está obrigado a conceder crédito aos clientes que não preencham todos os requisitos necessários. 

Na sentença, o juiz explicou que à relação jurídica entre as partes se aplica o Código de Defesa do Consumidor. Para o magistrado, o banco tem o direito de rescindir seus contratos de crédito quando os clientes não cumprem os requisitos cadastrais.
"Todavia, a rescisão não pode se dar de forma inopinada, de surpresa ao correntista", afirmou o juiz.
O magistrado entendeu que a surpresa gerada ao autor caracterizou uma falha evidente na prestação do serviço. De acordo com o CDC, caberia ao banco provar que informou o autor sobre o cancelamento do limite, mas o réu se limitou a afirmar que agiu em decorrência da irregularidade cadastral do autor. 

O Banco do Brasil foi condenado a pagar R$ 3 mil de indenização por danos morais e devolver R$ 0,35 da tarifa pela devolução do cheque. O juiz deu o prazo de 15 dias a contar da intimação da sentença, sob pena de multa de 10% sobre o valor.

Fonte: TJDF  Nº do processo: 2009.01.1.047265-9 

 

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