Atenção

Renegociamos a Dívida de sua Empresa (Esfera Administrativa)

Temos a SOLUÇÃO para sua Empresa (Alongamento de Prazos, Ajuste de Taxas de Juros, Parcelas Mensais Ajustadas a Capacidade de Pagamento da Empresa, Revisão de Contas Bancárias, Extratos, Pagamentos, Contratos e Taxas de Juros Praticadas).

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Jesus Cristo para Você

Jesus Cristo, em química, converteu a água em vinho; (João 2-1,11)

Jesus Cristo, em biologia, nasceu sem a concepção normal; (Mateus 1-18,25)

Jesus Cristo, em física, desmentiu a lei da gravidade, quando andou sobre as águas e subiu aos céus; (Marcos 6-49,51)

Jesus Cristo, em economia, refutou a lei da matemática ao alimentar 5000 pessoas com somente cinco pães e dois peixes;

Jesus Cristo, em medicina, curou os enfermos e os cegos sem administrar nenhuma dose de medicamento. (Mateus 9-19,22 e João 9-1,15)

A história de Jesus Cristo é contada antes DELE possuir um corpo físico e depois que ELE perdeu seu corpo físico, Ele é o AMOR que deve ser seguido;

Jesus Cristo, foi chamado de Maravilhoso, Conselheiro, o Príncipe da Paz, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores; (Isaías 9-6)

Se acreditares poderei fazer coisas superiores as quais eu fiz, assim falou Jesus Cristo.

Imagine o quanto Jesus Cristo se conhecia e o quanto o mesmo conhecia de nossa natureza, pois, o mesmo não tinha medicamentos, mas era chamado de médico dos médicos;

Não existe nenhum mal superior ao AMOR de Jesus Cristo, ele continua existindo e nos ajudando, conhecereis a verdade e mesma vai te libertar, você não se resume apenas a este corpo físico que ganhaste.

Jesus Cristo ainda é luz para nossas vidas;

Jesus Cristo não tinha servos, e no entanto todos o chamavam de Senhor;

Jesus Cristo não tinha nenhum grau de estudo, e no entanto, todos o chamavam de Mestre;

P.S.: Cultive sua inteligência (conhecimento) entre as quatro paredes do sagrado lar doméstico, cultive este amor em segredo, assim como nosso Pai celestial faz, pois, serás contado entre os bons.

P.S.: A mão que enviar esta mensagem, não trabalhará em vão.

P.S.: Esta mensagem tem o poder de ajudar as pessoas. Seja AMOR, assim como Jesus Cristo continua sendo, compartilhe AMOR!

Papa Bento XVI para Você

Papa Bento XVI
Papa Bento XVI respondeu no seu livro “Dogma e Anúncio”, que:
A partir de Jesus Cristo creio vislumbrar o que é Deus e o que é o homem. Papa Bento XVI - Dogma e Anúncio
Deus Pai não é só o abismo infinito e altura infinita, mas também distância infinita e proximidade infinita. Papa Bento XVI - Dogma e Anúncio
Podemos nos confiar a Ele e falar com Ele, pois Ele nos ouve, vê e ama. “Embora não seja tempo, contudo, tem tempo: também para mim”. Deus se revela em Jesus Cristo quando Este o chama de Pai, e por este mesmo dizer, se une intimamente a nós. Papa Bento XVI - Dogma e Anúncio
Por um lado, o ser humano não é capaz de suportar o homem inteiramente bom, justo, amante da verdade, que não faz mal a ninguém. Quem é assim é crucificado pelo próprio homem. “Assim sou eu também – diz o Santo Padre – esta é a verdade assustadora que vem a mim de Jesus Cristo crucificado”. Por outro lado, o homem possui uma natureza capaz de ser expressão de Deus. Além disso, por esta mesma natureza, Deus pode unir-se ao homem.
Tais afirmações têm como fundamento a experiência pessoal do Papa Bento XVI para Você, de como Jesus Cristo entrou em sua vida, não com um grande personagem do passado, mas com: Alguém que vive e age hoje, que se pode encontrar hoje, pois, Jesus Cristo supera infinitamente a Igreja disse o Papa Bento XVI.

Papa Bento XVI afirmou que Jesus Cristo exige muito mais do que a Igreja ousa exigir e, ao radicalismo das Suas palavras, só corresponde propriamente o radicalismo de decisões como as que realizaram o patriarca do deserto Santo Antão ou São Francisco de Assis ao aceitarem o Evangelho em sentido completamente literal.

Além do mais, Papa Bento XVI acrescenta que o Jesus Cristo dos Evangelhos é o Jesus real, a quem podemos confiar com tranquilidade. A tradição dos Evangelhos nos dá informações sobre quem Jesus foi e é e, nela, Cristo se faz ouvir e ver sempre de novo. Desta forma, o Senhor continua a se manifestar a quem crê, sobretudo na oração, entre as quatro paredes do sagrado lar doméstico.

Portanto, somente na experiência com a pessoa de Jesus Cristo é possível compreender a radicalidade do chamado do Senhor aos homens. A parábola do jovem rico nos oferece um exemplo de quem não respondeu à voz do Pai e foi embora triste (cf. Mt 19, 22), pois não foi capaz de renunciar àquilo que era quase nada diante da grandeza e da riqueza dos bens celestes.

Para nós fica a pergunta que Cristo fez a Seus discípulos: “E vós”, retomou Jesus, “quem dizeis que eu sou?” (Mt 16, 15). Essa pergunta é fundamental no seguimento a Jesus Cristo, pois a resposta que dermos determinará todo o nosso itinerário de seguimento ao Senhor, que continua a chamar a cada um de nós à vivência radical de Seus ensinamentos; pois conforme chamou aquele jovem o Senhor hoje diz a nós: “vem e segue-me” (Mt 19, 21).

Revisão de Dívidas Empresariais x Bancárias

Revisão de Dívidas
A Renegociação de Dívidas Bancárias pode Salvar sua Empresa, realize uma revisão das dívidas empresariais x bancárias.

Você já descobriu que o volume que se paga mensalmente aos bancos, além de principal e também os juros abusivos pode ser o causador da situação de “falta de capacidade de pagamento” que sua empresa está vivendo no momento?

Quando as vendas caem ou se mantém com descontos, à margem de lucro tende a cair, por mais que você busque reduzir seus custos fixos, ainda assim acaba ocasionando um desequilíbrio entre margem de contribuição e custo fixo, o que resulta em prejuízo e o prejuízo nada mais é do que a geração de caixa negativo.

Por este motivo, você vai ter que estar buscando recursos nos bancos, porém, no momento atual (dezembro de 2017) onde os bancos retiraram no último ano, mais de 1 trilhão de reais da Economia, sua empresa não tem mais os limites que tempos atrás estavam disponíveis, com isso, sua empresa fica sem recursos financeiros para poder cobrir os prejuízos que vem ocorrendo de uma maneira geral mensalmente.

Assim sendo, o caixa de sua empresa vive estrangulado. Uma alternativa interessante é a Revisão de Dívidas Bancárias, pois, nós realizamos esse trabalho durante anos para empresas, temos profissionais altamente qualificados, com grande vivência (banco/empresa), trabalhando exclusivamente com a Renegociação de Dívidas Bancárias.

Temos certeza que conseguiremos para sua empresa resultados que jamais serão obtidos numa negociação direta entre empresário x banco, até porque, não há como se tornar um especialista em uma única vez estas negociações.

A Revisão de dívidas bancárias requer experiência, e nossa equipe tem essa expertise, nossas negociações de dívidas bancárias são bem realizadas, focando a empresa como a maior beneficiada.

Trabalhamos buscando a carência no processo administrativo de renegociação, geralmente é o primeiro desejo do empresário, para que possa “fazer um caixa”, alongamos o prazo de pagamento, reduzimos as taxas de juros, eliminamos garantias desde que as mesmas não sejam garantias reais, com isso, a empresa passa viver um cenário totalmente diferente, cenário saudável onde vai poder focar exclusivamente no crescimento e trazer resultados ainda melhores.

Fale conosco, podemos resolver o problema do alto endividamento bancário de sua empresa.


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Pernambuco, Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Moreno, Grande Recife, Caruaru, Gravatá, Paudalho, Ipojuca, Cabo de Santo Agostinho, Itamaracá, Paulista, São José, Palhoça, João Pessoa, Alagoas, Sergipe, Brasilia, São Paulo, Sorocaba, Campinas, Ribeirão Preto, Osasco, Guarulhos, Jundiaí, Itu, Bauru, Marília, São Jose dos Campos, Taubaté, Santos, Itapetininga, Bragança Paulista, Pindamonhangaba, Itapecerica da Serra, Cotia, Indaiatuba, Araçatuba, Rio Claro, Araraquara, São Carlos, Hortolândia, Itapevi, Itapeva, Americana, Presidente Prudente, Jacareí, Sumaré, Taboão da Serra, Barueri, Limeira, Suzano, Franca, Piracicaba, Mogi as Cruzes, Grande ABC, São Jose do Rio Preto, entre outras cidades do Brasil.

Recife, Curitiba, Rio de Janeiro, Maceió, João Pessoa, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Belo Horizonte, Goiânia, Vitória, Salvador, Fortaleza, Recife, Aracaju, João Pessoa, Natal, Belém, Manaus, Rio Branco, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, entre outras cidades do país.

Negociações de Dívidas Bancárias: Saiba mais!

Negociações de Dívidas Bancárias, a medida que a situação da economia do nosso país se consolida de maneira negativa, além da população ser afetada fortemente com o desemprego, as empresas também são sacrificadas.

O baixo crescimento da economia, alta no desemprego, falta de credibilidade nas instituições, são alguns dos fatores que afetam diretamente os empresários, que muitas vezes vem carregando as dificuldades a muito tempo, pois, se os mesmos pagam 100% de juros ao mês aos bancos, eles precisam, no mínimo, cobrar 101% de seus clientes, o que dificilmente acontece.

Vendo que a solução está distante, e sentindo-se pressionado pelos credores, para se manter vivo, acaba sendo levado a “renegociar” as dividas bancarias com os bancos credores, e aí começa um pesadelo que trará a empresa, no máximo, 03 meses de tranquilidade.

Por que?

Os bancos são os sócios que mais ganham de sua empresa, os mesmos tem mais informações do negócio (situação financeira) do que você mesmo; sabe que a empresa vem obtendo recursos em outros bancos e quanto, entre outras informações.

Ai lhe oferecem a possibilidade de diminuir o valor dos pagamentos que sua empresa realiza mensalmente, amortizando empréstimos passados; o empresário é orientado no sentido que as parcelas menores vão trazer um alivio ao Caixa da empresa, muitas vezes é induzido a aceitar essa proposta.

Nesse momento, em caso de aceite pelo empresário, qualquer dúvida do passado deverá ser esquecida, uma vez que um novo contrato será confeccionado e substituíra os contratos anteriores, além de que, as taxas do contrato que está sendo assinado, com certeza trarão taxas de juros maiores que as anteriores, justificada pelo cenário da economia, porém, o argumento do gerente será que “mesmo assim as parcelas ficarão menores que as atuais”, e esse problema acaba se resolvendo momentaneamente, para depois de alguns meses voltar à tona e trazer sérios problemas a capacidade de pagamento da empresa.

Nos últimos meses essa realidade foi a maior causa de empresários estar buscando apoio para solucionar o endividamento de suas respectivas empresas; situações que poderiam ser melhor conduzidas inicialmente, acabaram sendo “solucionadas” pela própria gestão (solução caseira) e com isso o “estrago” é grande.

Podemos realizar a melhor negociação junto aos bancos que sua empresa pode obter; temos profissionais especializados, com amplo conhecimento, grande capacidade de negociar e trazer a melhor alternativa à sua empresa, alongando prazos, reduzindo parcelas, diminuindo ou eliminando garantias e discutindo administrativamente cobranças indevidas realizadas durante os anos nas contas da empresa e nos contratos bancários.

Antes de tomar qualquer decisão como essa, entre em contato.

Negociamos os honorários a assinatura dos contratos com os bancos (Honorários vinculados ao Sucesso).


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Não permita que sua empresa feche as portas

Não permita que sua empresa feche as portas
A crise a qual estamos inseridos, se não for a maior já vivida pelo país é uma das maiores e com expectativa de retomada lenta, entretanto, não podemos ficar inertes e aguardar a melhora na economia, precisamos buscar alternativas para solucionar nossos problemas e de nossas empresas.

Queda nas vendas, custo fixo alto, aumento do custo do dinheiro anteriormente utilizado, aumento da inadimplência, falta de fluxo de caixa, entre outros, esses são nossos desafios diários; simplesmente “desistir” e falar que não dá mais para continuar operando, nem sempre é a melhor saída.

Trabalhamos com nossos parceiros em diversas frentes, buscando otimizar resultados e o dia-a-dia das empresas, porem quando a situação atual engloba diversos itens que citamos acima, uma alternativa muito interessante é a Renegociação da Dívida Bancária; porém é preciso ter muito cuidado com essa alternativa.

Vamos esclarecer.

A renegociação de dívidas bancárias em atraso, até 2 anos atrás, não era uma alternativa apresentada pelos bancos, porem, diante da situação que expõe o banco ao não recebimento dos “empréstimos”, esta possibilidade passou a ser uma “alternativa”, só que na grande maioria das vezes atende exclusivamente aos interesses dos bancos.

Quando a Renegociação das Dívidas Bancárias é realizada por profissionais (especialistas) o cenário muda por completo, a renegociação tem por objetivo atender ao cliente, que reconhece a dívida e quer pagar, diante disso inicia-se todo um trabalho de planejamento específico para cada cliente, focando: alongar os prazos, por consequência reduzir ao máximo os valores das parcelas, com taxas de juros praticadas no mercado (taxas de juros que são possíveis de serem absorvidas pela empresa) e também a possibilidade de eliminar as garantias (exceto garantias reais), para que a empresa possa trabalhar com “capacidade de pagamento”. 

Esse cenário não é obtido em qualquer renegociação, até porque a renegociação numa empresa acontece poucas vezes em sua existência, porem para a Prosiga, esse é seu dia-a-dia, o que lhe cria “músculos” para brigar pelo cliente.

Todo o relato acima da renegociação realizada por nossa equipe, antes de ser colocada em pratica, é feita uma análise da capacidade de pagamento da empresa, para então ser formalizada a proposta aos bancos credores.

Tudo isso na esfera administrativa, que significa: mais rápido e com menor custo.

Consulte-nos!!!

Temos a melhor alternativa de solução para o Passivo Bancário de sua Empresa.

Renegociamos a Dívida de sua Empresa!!!

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Recife, Curitiba, Rio de Janeiro, Maceió, João Pessoa, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Belo Horizonte, Goiânia, Vitória, Salvador, Fortaleza, Recife, Aracaju, João Pessoa, Natal, Belém, Manaus, Rio Branco, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, entre outras cidades do país.

Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”

Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..

Se não quiser adoecer – “Tome decisão”

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer – “Busque soluções”

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer – “Aceite-se”

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer – “Confie”

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer – “Não viva SEMPRE triste!”

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.

“O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.

Dr. Dráuzio Varella

BB, Caixa, Itaú, Bradesco e Santander criam gestora de inteligência de crédito


Para quem ainda não sabe a gestora de inteligência de crédito (GIC) foi criada para desenvolver um banco de dados para agregar, conciliar e tratar informações cadastrais e creditícias de todos os consumidores brasileiros, tanto de pessoas físicas como de jurídicas. 

Com esta iniciativa, o Banco do Brasil (BB), o Bradesco, o Santander Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Itaú Unibanco esperam uma maior troca de informações, ampliando a eficiência na gestão e liberação do crédito.

Segundo "especialistas" a gestora de inteligência de crédito e o consequente aperfeiçoamento da análise e gestão do crédito vão contribuir para a queda de spreads, da inadimplência e do superendividamento dos consumidores.

As razões que levaram os bancos a criação da gestora de inteligência de crédito, é a expertise no setor bancário e na gestão de informações oriundas do sistema financeiro, que permite melhor conhecimento de seus clientes.

A gestora de inteligência de crédito é estruturada como sociedade anônima, com controle compartilhado entre as partes, sendo que cada uma detém 20% do capital social da mesma. O conselho de administração da gestora é composto por integrantes indicados pelas partes e os executivos terão dedicação exclusiva ao negócio.

Banco Pan S.A.

O Banco Pan S.A. é uma instituição financeira brasileira que atua com foco nos seguintes produtos: financiamento de veículos, crédito pessoal, crédito consignado e cartões de crédito. Sua sede fica localizada em São Paulo e foi criado pelo empresário e apresentador de programas de televisão Silvio Santos. Hoje, o Banco Pan S.A. é de propriedade da Caixa Econômica Federal e do grupo BTG Pactual. É Sociedade Anônima, e tem atuação em todos os estados brasileiros.

Qual o número do Banco Pan?

CódigoBanco
623Banco Panamericano S.A.
Telefones

Fale com o Pan
SAC0800 776 8000
Deficientes auditivos e de fala0800 776 2200
Ouvidoria0800 776 9595

História

A história do Banco Pan iniciou-se em 1963, com o Real Sul S/A, adquirido pelo grupo Silvio Santos no ano de 1969. Nos anos de 1990, o atual banco pan se chamava Banco PanAmericano, e levou esse nome até o ano de 2013. Desde 2010 a Caixa Econômica Federal também tinha uma boa parte das ações da instituição financeira.

Em 2010, o Banco PanAmericano sofreu um rombo milionário, e o acionista majoritário na época, Silvio Santos, anunciou um empréstimo de 2,5 milhões de reais junto ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para cobrir as fraudes encontradas no Banco PanAmericano

Em 2011, o Banco PanAmericano foi vendido pelo Silvio Santos para o Grupo BTG Pactual, entretanto, Silvio não recebeu nada pela venda, pois o grupo que assumiu o Banco assumiu também suas dívidas. 

No ano de 2013 foi lançada uma nova marca, indicando uma nova jornada: surge então o Banco Pan, propriedade dividida entre o BTG Pactual, com 51% das ações, e a Caixa Econômica Federal, com 49%.

PDG Realty e PDG Companhia Securitizadora apresentam novo plano de recuperação judicial

A PDG Realty e a PDG Companhia Securitizadora apresentaram um novo plano de recuperação judicial nesta sexta feira dia 17/11/2017. Segundo a PDG Realty e a PDG Companhia Securitizadora, que não deram mais informações sobre as mudanças, a elaboração do plano de recuperação judicial reflete ajustes que resultaram das negociações mantidas entre o Grupo PDG e seus credores ao longo das últimas semanas.

O processo de recuperação judicial das empresas envolve as demais 510 sociedades integrantes do seu grupo econômico PDG.

A PDG Realty através de seu diretor Vladimir Ranevsky, afirmou no início do mês que acredita na aprovação do plano de recuperação judicial que será apresentado na assembleia geral dos credores. A primeira convocação está marcada para dia 22/11, e a segunda, para o dia 30/11.

Financiamento de Veículos volta Crescer no Brasil

Financiamento de Veículos
O Banco Bradesco e Banco do Brasil voltaram a registrar aumento no financiamento de veículos. Após o gosto amargo deixado pela inadimplência nos financiamentos sem entrada, o Banco Bradesco e Banco do Brasil começam a aumentar a oferta de crédito para compra de veículos em meio à retomada do setor, os mais afetados pela crise. Enquanto o Bradesco e Banco do Brasil voltaram a registram aumento no financiamento de veículos, o Banco Itaú está próximo de inverter a trajetória de queda.

Esta virada ocorre devido a retomada das vendas de veículos novos, associada ao desempenho do mercado de usados, que aliviou as perdas do setor durante a crise. Contribui ainda a melhora de condições macroeconômicas, como a redução do desemprego.

Chegando a R$ 20 bilhões de saldo, a carteira de crédito para veículos do Bradesco apresentou alta de 2% em setembro ante junho. 

Já o Banco Itaú, o ponto de inversão ainda não ocorreu, entretanto já está mais próximo. Atualmente, o crédito a veículos representa apenas 7,8% da carteira do Itaú, com pouco mais de R$ 16 bilhões. O banco Itaú espera que sua carteira de crédito para veículos volte a crescer.

A carteira de veículos do terceiro trimestre do Banco do Brasil, embora tenha caído 14,9% em relação a igual período de 2016, teve expansão de 4,6% na comparação com o segundo trimestre deste ano.

O ranking dos grandes bancos, com relação ao financiamiento de veículos, mudou completamente no Brasil. A liderança do setor, antes nas mãos do Banco Itaú, passou para o Santander Brasil, que encerrou setembro com mais de R$ 34 bilhões emprestados nesta linha, volume 5,4% maior em relação a junho e 16% em um ano. 

A retomada do crescimento nos financiamentos de veículos tem sido mais conservadora. A média praticada hoje no mercado, conforme o superintendente do Santander, é de exigência de 30% do valor de carro de entrada e prazo máximo de 36 meses. No passado, era de 15% e 48 vezes, respectivamente.

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

10 razões para transformar uma Ltda em S/A

10 razões para transformar uma Ltda em S/A
As sociedades limitadas deveriam ser a forma padrão para o desenvolvimento de atividades empresariais de pequeno e médio porte. Deveriam. Uma série de desencontros legais e jurisprudenciais fazem com que a alternativa da constituição de uma sociedade anônima deva ser considerada com atenção. Vamos aos dez fatores que devem ser objeto de reflexão pelos empresários e por seus advogados:


1. O mito da simplicidade

Está em todos os manuais: as sociedades anônimas têm uma burocracia muito maior do que imposta às sociedades limitadas. Se focarmos apenas nos aspectos societários, trata-se da pura verdade. As sociedades anônimas devem manter a escrituração de uma grande quantidade de livros empresariais, e suas demonstrações financeiras não são o que se possa chamar de peças contábeis simples. Mas a burocracia para o desenvolvimento de uma atividade empresarial não se limita aos aspectos societários. Quando consideramos a miríade de formulários, procedimentos e normas que qualquer agente econômico deve enfrentar para cumprir suas obrigações tributárias, trabalhistas, previdenciárias e administrativas, percebemos que a elevação de burocracia derivada da necessidade de atendimento às normas constantes da LSA não é um problema assim tão grave. Vivemos no país da burocracia. Uma sociedade anônima está alguns centímetros mais afundada neste lamaçal. Mas ninguém está com o pescoço livre.

2. A (i)limitação da responsabilidade dos sócios

Sabemos que a limitação da responsabilidade dos sócios de uma sociedade limitada é uma doce ilusão. A norma presente no art. 1.052 do Código Civil tem sido solenemente ignorada na defesa de algumas interpretações exageradas do princípio da dignidade da pessoa humana. A desconsideração da personalidade jurídica tornou-se a regra, e não a exceção. Já nas sociedades anônimas, a desconsideração tem sido aplicada com maior moderação, especialmente em relação aos acionistas. Ainda que os administradores (inclusive os integrantes do conselho de administração) venham sofrendo com decisões trabalhistas, em regra geral (e de forma incompreensível) o tratamento dispensado aos acionistas tem sido bem mais ameno do que o injustamente dirigido aos sócios de uma limitada.

3. A tecnicidade das leis de regência.

Se fôssemos elencar todas as normas do Código Civil que merecem crítica, tomaríamos todo este caderno do jornal. O Código nasceu velho; um projeto de 30 anos, tirado do pó das gavetas para uma realidade econômica muito diferente da que existia na época da redação do projeto. Nele estão regras absurdas sobre o procedimento deliberativo nas limitadas, bem como outras que negam o contratualismo das limitadas, ou que não consideram problemas econômicos concretos (como as relativas ao capital social). Já na Lei das Sociedades Anônimas, encontramos um ambiente normativo técnico e atualizado. Estável e em quase tudo correto.

4. A maior liquidez das ações

Esta não precisa de muita explicação. É muito mais fácil encontrar comprador para ações de uma companhia do que para quotas de uma limitada. Além disso, riscos menores e procedimentos mais simples reduzem os riscos do comprador, o que tende a elevar os preços de negociação.

5. A possibilidade de utilização de um conselho de administração

O conselho de administração é um órgão que não pode ser instituído em sociedades limitadas. Nelas, a função deliberativa está concentrada na assembléia (ou reunião) de sócios. No conselho de administração, um pequeno grupo de acionistas se reúne periodicamente para, principalmente, deliberar sobre a orientação geral dos negócios da companhia. Trata-se de uma gestão prospectiva (e não meramente reativa, como quase sempre acontece com os diretores e demais administradores). A instituição de um conselho de administração efetivo eleva o padrão de governança da sociedade, o que sempre é bem visto pelo mercado.

6. Efetiva proteção aos minoritários

Os acionistas minoritários têm garantia de participação na gestão da sociedade; têm apoio do conselho fiscal no controle dos atos dos administradores; têm suporte em severas regras de responsabilidade sobre os administradores; enfim, têm à sua disposição uma lei pensada para lhes fornecer um ambiente de segurança, que estimula os investimentos em ações.

7. Simplicidade do processo deliberativo

Esta beira ao absurdo. Se considerarmos as regras de convocação, quorum de instalação, quorum de deliberação e estrutura de funcionamento do órgão deliberativo, concluiremos que a tomada de deliberações sociais é mais complexa em sociedades limitadas do que em sociedades anônimas (até mesmo nas abertas). A exceção está com as microempresas e empresas de pequeno porte, cuja vida foi em parte facilitada com a Lei Complementar 123/06.

8. Obrigatoriedade de distribuição de dividendos

Nas sociedades limitadas, os controladores podem determinar a retenção da totalidade dos lucros, para a formação de reservas. Já nas companhias, o art. 202 da lei de regência prevê a obrigatoriedade de distribuição de dividendos mínimos.

9. Saída voluntária imotivada

Nas sociedades limitadas constituídas por prazo indeterminado (que são a quase totalidade dos casos), os sócios podem se retirar da sociedade a qualquer momento, independentemente de indicação de causa ou de concordância dos demais sócios. E, ao sair, têm o direito ao recebimento de seus haveres (com todo o litígio em potencial envolvido na sua apuração). Nas sociedades anônimas, a saída voluntária imotivada não é possível. Salvos em raras hipóteses, o acionista descontente deve buscar um comprador para suas ações, sem onerar a sociedade com a descapitalização derivada do pagamento de haveres. Tais normas conferem maior estabilidade às sociedades anônimas.

10. Melhor imagem de mercado

Por todas estas questões, as sociedades anônimas gozam de uma melhor imagem frente a credores e outros agentes econômicos do que as sociedades limitadas. Elas representam uma estrutura societária mais evoluída e estável, o que lhes confere maior facilidade na obtenção de crédito e na realização de outros negócios, como os contratos de colaboração.
O curioso é que muitos dos fundamentos aqui invocados não se repetem em outros países, onde lei e jurisprudência conferem segurança jurídica aos operadores da atividade empresarial. No Brasil, o risco é uma constante. Não pode ser evitado. Mas, com muito trabalho e uma boa dose de criatividade, pode ser diminuído.

Fábio Tokars é mestre e doutor em Direito. É professor de Direito Empresarial na PUCPR, no curso de mestrado do Unicuritiba, na Escola da Magistratura do Paraná e na Escola da Magistratura do Trabalho do Estado do Paraná. fabio.tokars@pucpr.br

Fonte: Paraná Online, acesso em 10/07/2015 as 11:27

Banco Safra terá de apresentar lista de clientes lesados por cobrança indevida de tarifas

 Banco Safra terá de apresentar lista de clientes lesados por cobrança indevida de tarifas
O Banco Safra terá de apresentar lista de clientes lesados por cobrança indevida de tarifas, foi exatamente esta a decisão  da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que por unanimidade, manteve o acórdão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que determinou o Banco Safra apresentar a relação de consumidores lesados por cobrança indevida de tarifas em operações de financiamento, a fim de evitar que a norma que autoriza a eliminação periódica de dados bancários por instituições financeiras prejudique o andamento de futuras ações coletivas.

No recurso de defesa ao acórdão, o Banco Safra havia sustentado que a execução da sentença de demanda coletiva deve ser promovida pelos próprios titulares, assim como defendeu que atos do Ministério Público com esse objetivo somente poderiam ser praticados após um ano sem manifestação dos indivíduos interessados. Além disso, alegou que o fornecimento da listagem de consumidores lesados violaria o sigilo bancário dos clientes.

Ocorre, como apontado pelo ministro relator do caso, Villas Bôas Cueva, o fornecimento dos dados, por si só, não configura ato de liquidação ou de execução de sentença. Ainda segundo o ministro:
“a listagem requerida pelo Ministério Público não terá outro propósito senão o de garantir que, ultrapassado o prazo de um ano de que trata o artigo 100 do Código de Defesa do Consumidor, não fique materialmente impossibilitada a produção de prova do dano coletivo para fins de reparação fluida em virtude do descarte periódico de documentos pelas instituições financeiras”.
A terceira turma entendeu que, para efeito de simples identificação dos consumidores, não se aplica a exigência do prazo de um ano sem manifestação dos indivíduos interessados.

No entanto, concluiu o ministro relator:
“para que não haja implicações quanto ao dever imputado às instituições financeiras de guardar sigilo em suas operações ativas e passivas e serviços prestados (artigo 1º da Lei Complementar 105/2001), fica vedada a divulgação nominal desses dados, devendo sua utilização servir eminentemente aos fins institucionais do Parquet, ressalvada eventual quebra de sigilo nas hipóteses legalmente admitidas”.

Duplicata digital pode ampliar em R$ 480 bi crédito para empresas

Duplicata digital
Duplicata digital pode ampliar em R$ 480 bi crédito para empresas. De mansinho, o governo conseguiu levar adiante mais um ponto da agenda de redução dos spreads bancários e ampliação do crédito, com a aprovação da Medida Provisória nº 775 pelo Congresso e a regulamentação do registro centralizado de ativos financeiros. As mudanças abrem espaço para a criação da chamada duplicata digital, uma das bandeiras na agenda microeconômica do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e que tem como principal chamariz a redução potencial do risco de crédito, ao inibir fraudes.

O uso de duplicata digital e outros recebíveis como garantia para empréstimos tem o potencial de ampliar em R$ 480 bilhões o saldo de crédito para as empresas brasileiras. Os cálculos são da Central de Recebíveis (Cerc), empresa formada por executivos do mercado financeiro para atuar no registro dessas operações. O total de recebíveis disponíveis para uso em garantia é estimado em pelo menos R$ 1,9 trilhão.

Em linhas gerais, a medida aprovada no Congresso e sancionada nesta semana pelo presidente Michel Temer permite aos bancos fazer o registro de restrições (gravames) sobre ativos financeiros em centrais autorizadas a operar pelo Banco Central e Comissão de Valores Mobiliários (CVM). “É uma medida simples, mas com um potencial grande de beneficiar a fluidez e a segurança do mercado de crédito”, disse ao Valor Otávio Damaso, diretor de regulação do Banco Central.

Antes da MP, o registro de ativos dados em garantia de operações de crédito, como os certificados de depósito bancário (CDB) e as duplicatas, precisava ser feito em cartório, o que em muitos casos inviabilizava a transação. A medida abre espaço para que essas garantias sejam “bloqueadas” eletronicamente, segundo Damaso. Outro passo importante para a criação das centrais que vão controlar o fluxo de duplicatas foi dado nesta semana, com a regulamentação pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) da forma como as instituições financeiras farão o registro dos ativos financeiros.

A antecipação de recebíveis de vendas feitas a prazo é uma das formas mais comuns de as empresas se financiarem, principalmente as de pequeno e médio porte. Para os bancos, trata-se em tese de um crédito de baixo risco, com prazos curtos e inadimplência reduzida. O saldo de crédito com lastro em recebíveis, incluindo as linhas bancárias e de fundos e empresas de factoring, é da ordem de R$ 400 bilhões, de acordo com a Cerc.

O grande problema da operação é a incidência de fraudes, entre elas o uso de notas frias e o desconto da mesma duplicata em diferentes instituições financeiras. A expectativa é que o registro eletrônico em centrais ligadas aos sistemas de bancos e investidores ajude a coibir as irregularidades e aumente a segurança para quem concede o crédito.

A tendência é que a maior segurança leve bancos e fundos que investem em recebíveis a emprestar mais, segundo Marcelo Maziero, presidente do conselho de administração da Cerc. “O acesso ao crédito hoje é uma das principais carências das empresas, principalmente as de menor porte”, afirma. A Cerc entrou com pedido no BC para atuar como entidade de registro de recebíveis de crédito.
Além de estimular os bancos, a nova regulação pode atrair mais fundos e empresas de tecnologia financeira (fintech) a atuar no mercado de desconto de recebíveis, segundo Carlos Ratto, diretor da B3. A bolsa já oferece o serviço de registro para valores mobiliários, como debêntures, e derivativos dados em garantia em operações de crédito. O saldo dessas garantias hoje é da ordem de R$ 10 bilhões. A B3 também pretende expandir as atividades de registro para os demais ativos financeiros após a regulamentação do BC, diz Ratto.

A nova regulação para o registro de garantias vai na direção certa, mas não é condição única para a redução dos spreads de crédito. “Ainda existem pontos na legislação a evoluir”, afirma o diretor da B3. Ele cita, por exemplo, o fato de a cédula de crédito bancário (CCB), um dos principais títulos de crédito a empresas, ainda ser um instrumento cartular, ou seja, que precisa ser emitido em papel.

Um passo nesta direção já foi dado com outra mudança promovida pela MP 775, que foi incluída durante a tramitação no Congresso e possibilitou a emissão de Certificado de Depósito Bancário (CDB) apenas de forma eletrônica – prática já adotada pelo mercado.

De caráter mais técnico, a medida sancionada nesta semana passou longe da polêmica provocada por outras medidas que foram ao Congresso na mesma época, como a nova taxa de juros do BNDES (TLP) e os acordos de leniência de instituições financeiras. Ainda assim, trata-se de uma das principais apostas do governo dentro da agenda para estimular e reduzir o custo do crédito no país.

O pacote de mudanças microeconômicas em estudo no governo inclui também a regulamentação dos distratos em contratos de compra e venda de imóveis e ajustes na Lei de Falências. A expectativa é que essas medidas provoquem um efeito semelhante ao das iniciativas aprovadas no início do governo Lula, que permitiram a forte expansão dos financiamentos imobiliários e no consignado.

5 passos simples para limpar seu nome

5 passos simples para limpar seu nome
Saiba 5 passos simples para limpar o nome! O que se deve ter em mente neste momento é paciência e planejamento para limpar o nome, saiba que este problema tem solução.

Descontrole nas contas e negativação do nome na Serasa/SPC é algo que pode acontecer. O importante é ser inteligente e bater de frente com o problema! E isso significa negociar a dívida o quanto antes, pois, com o nome negativado você terá problemas para conseguir empréstimos e/ou até mesmo fazer compras parceladas no cartão de crédito. Isso ocorre porque as instituições entendem que você não terá capacidade de pagar pelo crédito que deseja adquirir.

Para solucionar este tipo de problema, a Prosiga selecionou 5 valiosas dicas para te ajudar a limpar o nome de uma maneira simples. Confira!

O que você precisa saber antes de pagar as dívidas

1 - Para quem você deve, 2 - Informações de quem você deve. 3 - Valor inicial da dívida, 4 - Valor atual da dívida, 5 - Contrato que originou a dívida, 6 - Data de prescrição da dívida, 7 - Ajuda para planejar o pagamento da dívida. 

Leve em consideração todas estas informações, pois isso vai simplificar muito quando você desejar limpar o seu nome.

5 passos simples para limpar seu nome

1. Descubra qual loja ou instituição negativou seu nome no SPC/SERASA

O SPC e a Serasa e os cartórios de protesto devem obrigatoriamente fornecer essa informação gratuitamente.

2. Negocie sua dívida diretamente com o banco ou empresa que você deve

Não existe milagres – o nome só irá limpar com a dívida paga e/ou prescrita. Negocie uma redução no valor, solicitando descontos de taxas como juros e multas.

3. Jamais deixe de guardar o comprovante do pagamento

Confira se o valor do pagamento corresponde com o que fora pactuado anteriormente, não aceite surpresas.

4. Limpe seu nome nos bancos e nos cartórios

Caso você tenha sido negativado por cheque devolvido ou título protestado. Nestes casos, os bancos e/ou os cartórios poderão cobrar taxas.

5. Certifique-se que seu nome saiu do SPC e da Serasa

Os bancos, empresas e cartórios são obrigados a limpar seu nome da lista de maus pagadores em até 5 dias após o pagamento da dívida.

Cobrança e Recuperação de Ativos: Entenda como funciona

Cobrança e Recuperação de Ativos: Entenda como funciona
Muito tem se falado sobre cobrança e recuperação de ativos na internet, ocorre que, campanhas envolvendo bancos e financeiras tendem a ter um nível de negociação e complexidade desafiador dentro de qualquer empresa de cobrança, afinal, este assunto "dinheiro" é delicado para os consumidores e de extrema importância para as empresas contratantes.

Entre as várias ações que qualquer empresa de cobrança pode fazer nessa área, duas se destacam por sua importância e recorrência, assim, neste texto, vamos apresentar como funciona a cobrança e a recuperação de créditos, além de demostrar como ambas podem ser feitas pela mesma empresa:

Como funciona a cobrança e recuperação de créditos:

Atividade de cobrança: ação tomada pela empresa em consequência de um valor devido pelo consumidor. Em linhas gerais, ela é usada para cobrar ou renegociar uma dívida específica – o que faz com que seja uma negociação mais complexa.

Esta atividade de cobrança exige uma capacitação maior dos negociadores, que devem conscientizar os devedores de uma oportunidade de regularização.

As intervenções dos negociadores devem ser feitas com base em um ciclo de cobrança, que contribui para a empresa de cobrança definir qual será a linguagem utilizada durante as abordagens, além, de não esquecer que uma intervenção de cobrança pode ter motivação judicial.

Recuperação de créditos: ação distinta da cobrança, pois, o foco dela não é, acabar com uma dívida. Essas estratégias são voltadas aos consumidores que já possuem dívidas e que foram inseridos em cadastros negativos de empresas como o SCPC e SERASA. Por este motivo, essas pessoas perderam o direito de obter crediário junto a outras instituições financeiras.

Diante desta situação, entra o trabalho de recuperação de crédito: Nestes casos, o objetivo maior é ajudar o consumidor inadimplente em sanar suas dívidas e regularizar sua situação financeira junto aos seus credores, objetivando poder retomar seu acesso a linhas de crédito.

É imperioso destacar que, nestas situações, é preciso usar uma abordagem mais estratégica, já que a empresa responsável pela abordagem tem a função de restabelecer o acesso do consumidor ao crédito.

Nesses casos específicos, o trabalho dos negociadores tende a ser maior e pode até envolver mais de uma instituição. Ao final das negociações, um indicador positivo para averiguar o sucesso desse tipo de operação é o número de pessoas com crédito restabelecido após o contato.

Vale ressaltar que os dois casos contam com ações que podem ser executadas pela mesma empresa, já que a diferença está na abordagem feita pelos negociadores, alem disso, a legislação tributária e financeira é a mesma e pode ser usada nas atividades de cobrança e nas de recuperação de crédito.

Banco Santander é multado em US$ 26 milhões nos EUA

O Banco Santander vai pagar 26 milhões de dólares para encerrar processos judiciais, por envolvimento em práticas maliciosas na concessão de crédito para financiamento de automóveis e emissão de obrigações nos Estados norte-americanos do Massachusetts e Delaware.

O Banco Santander, concedeu crédito sem restrições para aquisição de automóveis a consumidores suscetíveis de não o pagar, com elevadas taxas de juros.

"O Santander SABIA (em maiúsculas no original) que estava a conceder maus empréstimos aos consumidores. Empréstimos que sabia que não nos podiam pagar", acusou a procuradora-geral do Massachusetts, Maura Healey, na rede social Twitter.
"Depois de consolidar [juntar] os créditos ruinosos, o Santander securitizou-os e vendeu-os com lucro", acrescentou.

A securitização consiste na operação que a instituição realiza a emissão de obrigações ('securities') garantidas pelo rendimento de outras fontes.

Healey e o procurador-geral do Delaware, Matt Denn, descreveram que este esquema é semelhante ao que contribuiu para a crise financeira de 2008 nos EUA.

Neste caso especifico, o Banco Santander vai pagar 22 milhões de dólares no Massachusetts, 3,9 milhões no Delaware, com a maior parte destas verbas a irem para consumidores.

Blindagem Patrimonial: Solução indispensável e eficaz

A Blindagem Patrimonial é uma solução indispensável e eficaz para evitar execuções de dívidas ilegais e abusivas por parte de bancos e financeiras, principalmente na atual crise econômica que assola o Brasil, que vem ocasionando diversos fechamentos de empresas, alto nível de desemprego, baixíssimo grau de demanda no consumo, entre outras consequências negativas.

Paralelamente, a união cada vez mais busca aumentar sua arrecadação, elaborando normas tributárias e interpretando-as de forma a aumentar a arrecadação tributária. É imperioso destacar que em alguns casos acaba elaborando e interpretando normas conforme melhor os beneficiem.

Com cada vez menos dinheiro em caixa, as empresas acabam tendo que recorrer a empréstimos bancários, que, em muitos casos, possuem juros excessivamente abusivos, além de taxas consideradas ilegais pelo Código de Defesa do Consumidor. Por estes e inúmeros outros motivos, torna-se praticamente inviável a empresa se manter em funcionamento e acaba por fechar as portas.

Entretanto, surge como auxílio aos empresários, a blindagem patrimonial que é a aplicação de normas legais visando a proteção de direitos e bens patrimoniais.

O que se deve ter em mente, é que a blindagem patrimonial não é nenhum meio de fraude, nem tem a finalidade de prejudicar possíveis credores, entretanto, é sim um conjunto de atitudes estratégicas que visa proteger o empresário de possíveis cobranças abusivas e ilegais, em respeito ao princípio da dignidade da pessoa humana que busca garantir o direito de propriedade.

Especialistas em Renegociação de Dívidas Bancárias

Renegociação de Dívidas Bancárias
A Prosiga é formada por um time de especialistas em renegociação de dívidas bancárias em atraso, tendo como foco principal a gestão de dívidas em atraso, de forma econômica, eficaz e segura, sem a necessidade de ações judiciais.

Para as pessoas físicas, empresas, associações e sindicatos que possuam dívidas bancárias em atraso, a Prosiga oferece o serviço de Gestão de Crise Financeira, este serviço visa minimizar, reduzir, ou se possível, eliminar os impactos causados por esta adversidade, possibilitando que nossos clientes tenham o menor prejuízo financeiro e reputacional possível.

Nosso trabalho encontra erros em seus contratos bancários e reduz o valor de saldo devedor, pois, nossos especialistas em renegociação de dívidas bancárias em atraso tem consciência de que você e/ou sua empresa deseja pagar suas dívidas o mais rápido possível.

Vamos trabalhar incansavelmente no sentido de conquistarmos acordos adequados com cada respectiva capacidade de pagamento, e só vamos parar de trabalhar, quando conquistarmos o êxito nas negociações.

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A decisão de renegociar dívidas bancárias em atraso é algo extremamente urgente e nunca deve ser adiada, visto que a demora desta decisão pode significar prejuízos muito superiores ao valor original da dívida.

Analisar documentos e extratos, saber qual é a real capacidade de pagamento do(a) endividado(a), realizar notificações, atender ligações, gerenciar o dia a dia de uma negociação, analisar resultados e identificar possíveis oportunidades de acordo, é trabalho para os Especialistas em Renegociação de Dívidas Bancárias da Prosiga.

Nossos Especialistas em Renegociação de Dívidas Bancárias podem ajudar você ou sua empresa a negociar dívidas em atraso com todos os credores, seja com bancos, financeiras, cooperativas de crédito e/ou fornecedores.

Caso você e/ou sua empresa possuam dívidas bancárias em atraso, desejam ter o mínimo de problemas neste momento e sair com os menores danos possíveis, clique aqui, preencha o formulário e aguarde nosso contato.

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Dívidas com Banco Losango S.A.

Banco Losango S.A.
Atraso no pagamento de Dívidas com Banco Losango S.A. e inúmeros sintomas de dificuldades financeiras aparecem muito antes de uma crise financeira se instalar.

Prosiga é formada por um time de especialistas apaixonados em solucionar problemas financeiros, tendo como foco principal a gestão de dívidas em atraso, proporcionando desenvolvimento social e melhoria na qualidade de vida de todas as partes envolvidas.

Para as pessoas físicas, empresas, associações e sindicatos que possuam dívidas com Banco Losango S.A. em atraso, a Prosiga oferece o serviço de Gestão de Crise Financeira, este serviço visa minimizar, reduzir, ou se possível, eliminar os impactos causados por esta adversidade, possibilitando que nossos clientes tenham o menor prejuízo financeiro e reputacional possível.

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Dívidas com Banco da Amazônia S.A.

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