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Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”

Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..

Se não quiser adoecer – “Tome decisão”

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer – “Busque soluções”

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer – “Aceite-se”

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer – “Confie”

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer – “Não viva SEMPRE triste!”

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.

“O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.

Dr. Dráuzio Varella

BB, Caixa, Itaú, Bradesco e Santander criam gestora de inteligência de crédito


Para quem ainda não sabe a gestora de inteligência de crédito (GIC) foi criada para desenvolver um banco de dados para agregar, conciliar e tratar informações cadastrais e creditícias de todos os consumidores brasileiros, tanto de pessoas físicas como de jurídicas. 

Com esta iniciativa, o Banco do Brasil (BB), o Bradesco, o Santander Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Itaú Unibanco esperam uma maior troca de informações, ampliando a eficiência na gestão e liberação do crédito.

Segundo "especialistas" a gestora de inteligência de crédito e o consequente aperfeiçoamento da análise e gestão do crédito vão contribuir para a queda de spreads, da inadimplência e do superendividamento dos consumidores.

As razões que levaram os bancos a criação da gestora de inteligência de crédito, é a expertise no setor bancário e na gestão de informações oriundas do sistema financeiro, que permite melhor conhecimento de seus clientes.

A gestora de inteligência de crédito é estruturada como sociedade anônima, com controle compartilhado entre as partes, sendo que cada uma detém 20% do capital social da mesma. O conselho de administração da gestora é composto por integrantes indicados pelas partes e os executivos terão dedicação exclusiva ao negócio.

Banco Pan S.A.

O Banco Pan S.A. é uma instituição financeira brasileira que atua com foco nos seguintes produtos: financiamento de veículos, crédito pessoal, crédito consignado e cartões de crédito. Sua sede fica localizada em São Paulo e foi criado pelo empresário e apresentador de programas de televisão Silvio Santos. Hoje, o Banco Pan S.A. é de propriedade da Caixa Econômica Federal e do grupo BTG Pactual. É Sociedade Anônima, e tem atuação em todos os estados brasileiros.

Qual o número do Banco Pan?

CódigoBanco
623Banco Panamericano S.A.
Telefones

Fale com o Pan
SAC0800 776 8000
Deficientes auditivos e de fala0800 776 2200
Ouvidoria0800 776 9595

História

A história do Banco Pan iniciou-se em 1963, com o Real Sul S/A, adquirido pelo grupo Silvio Santos no ano de 1969. Nos anos de 1990, o atual banco pan se chamava Banco PanAmericano, e levou esse nome até o ano de 2013. Desde 2010 a Caixa Econômica Federal também tinha uma boa parte das ações da instituição financeira.

Em 2010, o Banco PanAmericano sofreu um rombo milionário, e o acionista majoritário na época, Silvio Santos, anunciou um empréstimo de 2,5 milhões de reais junto ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para cobrir as fraudes encontradas no Banco PanAmericano

Em 2011, o Banco PanAmericano foi vendido pelo Silvio Santos para o Grupo BTG Pactual, entretanto, Silvio não recebeu nada pela venda, pois o grupo que assumiu o Banco assumiu também suas dívidas. 

No ano de 2013 foi lançada uma nova marca, indicando uma nova jornada: surge então o Banco Pan, propriedade dividida entre o BTG Pactual, com 51% das ações, e a Caixa Econômica Federal, com 49%.

PDG Realty e PDG Companhia Securitizadora apresentam novo plano de recuperação judicial

A PDG Realty e a PDG Companhia Securitizadora apresentaram um novo plano de recuperação judicial nesta sexta feira dia 17/11/2017. Segundo a PDG Realty e a PDG Companhia Securitizadora, que não deram mais informações sobre as mudanças, a elaboração do plano de recuperação judicial reflete ajustes que resultaram das negociações mantidas entre o Grupo PDG e seus credores ao longo das últimas semanas.

O processo de recuperação judicial das empresas envolve as demais 510 sociedades integrantes do seu grupo econômico PDG.

A PDG Realty através de seu diretor Vladimir Ranevsky, afirmou no início do mês que acredita na aprovação do plano de recuperação judicial que será apresentado na assembleia geral dos credores. A primeira convocação está marcada para dia 22/11, e a segunda, para o dia 30/11.

Financiamento de Veículos volta Crescer no Brasil

Financiamento de Veículos
O Banco Bradesco e Banco do Brasil voltaram a registrar aumento no financiamento de veículos. Após o gosto amargo deixado pela inadimplência nos financiamentos sem entrada, o Banco Bradesco e Banco do Brasil começam a aumentar a oferta de crédito para compra de veículos em meio à retomada do setor, os mais afetados pela crise. Enquanto o Bradesco e Banco do Brasil voltaram a registram aumento no financiamento de veículos, o Banco Itaú está próximo de inverter a trajetória de queda.

Esta virada ocorre devido a retomada das vendas de veículos novos, associada ao desempenho do mercado de usados, que aliviou as perdas do setor durante a crise. Contribui ainda a melhora de condições macroeconômicas, como a redução do desemprego.

Chegando a R$ 20 bilhões de saldo, a carteira de crédito para veículos do Bradesco apresentou alta de 2% em setembro ante junho. 

Já o Banco Itaú, o ponto de inversão ainda não ocorreu, entretanto já está mais próximo. Atualmente, o crédito a veículos representa apenas 7,8% da carteira do Itaú, com pouco mais de R$ 16 bilhões. O banco Itaú espera que sua carteira de crédito para veículos volte a crescer.

A carteira de veículos do terceiro trimestre do Banco do Brasil, embora tenha caído 14,9% em relação a igual período de 2016, teve expansão de 4,6% na comparação com o segundo trimestre deste ano.

O ranking dos grandes bancos, com relação ao financiamiento de veículos, mudou completamente no Brasil. A liderança do setor, antes nas mãos do Banco Itaú, passou para o Santander Brasil, que encerrou setembro com mais de R$ 34 bilhões emprestados nesta linha, volume 5,4% maior em relação a junho e 16% em um ano. 

A retomada do crescimento nos financiamentos de veículos tem sido mais conservadora. A média praticada hoje no mercado, conforme o superintendente do Santander, é de exigência de 30% do valor de carro de entrada e prazo máximo de 36 meses. No passado, era de 15% e 48 vezes, respectivamente.

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

10 razões para transformar uma Ltda em S/A

10 razões para transformar uma Ltda em S/A
As sociedades limitadas deveriam ser a forma padrão para o desenvolvimento de atividades empresariais de pequeno e médio porte. Deveriam. Uma série de desencontros legais e jurisprudenciais fazem com que a alternativa da constituição de uma sociedade anônima deva ser considerada com atenção. Vamos aos dez fatores que devem ser objeto de reflexão pelos empresários e por seus advogados:


1. O mito da simplicidade

Está em todos os manuais: as sociedades anônimas têm uma burocracia muito maior do que imposta às sociedades limitadas. Se focarmos apenas nos aspectos societários, trata-se da pura verdade. As sociedades anônimas devem manter a escrituração de uma grande quantidade de livros empresariais, e suas demonstrações financeiras não são o que se possa chamar de peças contábeis simples. Mas a burocracia para o desenvolvimento de uma atividade empresarial não se limita aos aspectos societários. Quando consideramos a miríade de formulários, procedimentos e normas que qualquer agente econômico deve enfrentar para cumprir suas obrigações tributárias, trabalhistas, previdenciárias e administrativas, percebemos que a elevação de burocracia derivada da necessidade de atendimento às normas constantes da LSA não é um problema assim tão grave. Vivemos no país da burocracia. Uma sociedade anônima está alguns centímetros mais afundada neste lamaçal. Mas ninguém está com o pescoço livre.

2. A (i)limitação da responsabilidade dos sócios

Sabemos que a limitação da responsabilidade dos sócios de uma sociedade limitada é uma doce ilusão. A norma presente no art. 1.052 do Código Civil tem sido solenemente ignorada na defesa de algumas interpretações exageradas do princípio da dignidade da pessoa humana. A desconsideração da personalidade jurídica tornou-se a regra, e não a exceção. Já nas sociedades anônimas, a desconsideração tem sido aplicada com maior moderação, especialmente em relação aos acionistas. Ainda que os administradores (inclusive os integrantes do conselho de administração) venham sofrendo com decisões trabalhistas, em regra geral (e de forma incompreensível) o tratamento dispensado aos acionistas tem sido bem mais ameno do que o injustamente dirigido aos sócios de uma limitada.

3. A tecnicidade das leis de regência.

Se fôssemos elencar todas as normas do Código Civil que merecem crítica, tomaríamos todo este caderno do jornal. O Código nasceu velho; um projeto de 30 anos, tirado do pó das gavetas para uma realidade econômica muito diferente da que existia na época da redação do projeto. Nele estão regras absurdas sobre o procedimento deliberativo nas limitadas, bem como outras que negam o contratualismo das limitadas, ou que não consideram problemas econômicos concretos (como as relativas ao capital social). Já na Lei das Sociedades Anônimas, encontramos um ambiente normativo técnico e atualizado. Estável e em quase tudo correto.

4. A maior liquidez das ações

Esta não precisa de muita explicação. É muito mais fácil encontrar comprador para ações de uma companhia do que para quotas de uma limitada. Além disso, riscos menores e procedimentos mais simples reduzem os riscos do comprador, o que tende a elevar os preços de negociação.

5. A possibilidade de utilização de um conselho de administração

O conselho de administração é um órgão que não pode ser instituído em sociedades limitadas. Nelas, a função deliberativa está concentrada na assembléia (ou reunião) de sócios. No conselho de administração, um pequeno grupo de acionistas se reúne periodicamente para, principalmente, deliberar sobre a orientação geral dos negócios da companhia. Trata-se de uma gestão prospectiva (e não meramente reativa, como quase sempre acontece com os diretores e demais administradores). A instituição de um conselho de administração efetivo eleva o padrão de governança da sociedade, o que sempre é bem visto pelo mercado.

6. Efetiva proteção aos minoritários

Os acionistas minoritários têm garantia de participação na gestão da sociedade; têm apoio do conselho fiscal no controle dos atos dos administradores; têm suporte em severas regras de responsabilidade sobre os administradores; enfim, têm à sua disposição uma lei pensada para lhes fornecer um ambiente de segurança, que estimula os investimentos em ações.

7. Simplicidade do processo deliberativo

Esta beira ao absurdo. Se considerarmos as regras de convocação, quorum de instalação, quorum de deliberação e estrutura de funcionamento do órgão deliberativo, concluiremos que a tomada de deliberações sociais é mais complexa em sociedades limitadas do que em sociedades anônimas (até mesmo nas abertas). A exceção está com as microempresas e empresas de pequeno porte, cuja vida foi em parte facilitada com a Lei Complementar 123/06.

8. Obrigatoriedade de distribuição de dividendos

Nas sociedades limitadas, os controladores podem determinar a retenção da totalidade dos lucros, para a formação de reservas. Já nas companhias, o art. 202 da lei de regência prevê a obrigatoriedade de distribuição de dividendos mínimos.

9. Saída voluntária imotivada

Nas sociedades limitadas constituídas por prazo indeterminado (que são a quase totalidade dos casos), os sócios podem se retirar da sociedade a qualquer momento, independentemente de indicação de causa ou de concordância dos demais sócios. E, ao sair, têm o direito ao recebimento de seus haveres (com todo o litígio em potencial envolvido na sua apuração). Nas sociedades anônimas, a saída voluntária imotivada não é possível. Salvos em raras hipóteses, o acionista descontente deve buscar um comprador para suas ações, sem onerar a sociedade com a descapitalização derivada do pagamento de haveres. Tais normas conferem maior estabilidade às sociedades anônimas.

10. Melhor imagem de mercado

Por todas estas questões, as sociedades anônimas gozam de uma melhor imagem frente a credores e outros agentes econômicos do que as sociedades limitadas. Elas representam uma estrutura societária mais evoluída e estável, o que lhes confere maior facilidade na obtenção de crédito e na realização de outros negócios, como os contratos de colaboração.
O curioso é que muitos dos fundamentos aqui invocados não se repetem em outros países, onde lei e jurisprudência conferem segurança jurídica aos operadores da atividade empresarial. No Brasil, o risco é uma constante. Não pode ser evitado. Mas, com muito trabalho e uma boa dose de criatividade, pode ser diminuído.

Fábio Tokars é mestre e doutor em Direito. É professor de Direito Empresarial na PUCPR, no curso de mestrado do Unicuritiba, na Escola da Magistratura do Paraná e na Escola da Magistratura do Trabalho do Estado do Paraná. fabio.tokars@pucpr.br

Fonte: Paraná Online, acesso em 10/07/2015 as 11:27

 
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