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Ações Preferenciais do Banco BESC S.A. - Recuperação de Créditos

Ações Preferenciais do Banco BESC S.A.
Ações Preferenciais do Banco BESC S.A. - Recuperação de Créditos, estamos falando do Banco do Estado de Santa Catarina – que foi incorporado pelo Banco do Brasil em 2008, A recuperação de créditos exige muito conhecimento e investigação das informações disponíveis para a satisfação do crédito, visto que, anualmente, os grupos empresariais têm gastado milhões de reais com assessorias especializadas em blindagens e ocultação de patrimônio.

O sucesso da recuperação de dívidas depende da identificação e mapeamento histórico de todas as transações efetuadas pelas empresas e/ou Grupos Econômicos, levantamento de documentos probatórios que darão suporte às teses jurídicas e negociais.

A PROSIGA BRASIL é especializada nesse tipo de análise e intervenção. Para atender a essa demanda, criamos uma metodologia única, que, comprovadamente, apresenta os melhores resultados práticos na recuperação de ativos do mercado. Uma due diligence com foco na recuperação de créditos que possui uma estrutura inovadora e de contrainteligência para identificar padrões e possíveis oportunidades. Seu objetivo é apontar alternativas para uma efetiva recuperação de créditos.

Intervenção em Ativos

Análise societária
Análise de processos empresariais
Fraudes
Conexões e fatos relevantes
Investigação in loco
Pesquisa de documentos públicos
Investigação Internacional (Offshores)
Pareceres em Geral

Recuperação de Créditos

Precificação de carteiras
Qualificação de possíveis créditos bancários
Gestão de Ativos
Elaboração de estratégias
Pesquisa de documentos públicos
Negociação e cobrança
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Portanto, você advogado(a) que estiver com causas defendendo devedores junto a estas instituições, observe ao sugerir estes serviços aos seus clientes, para ter cuidado ao negociarem junto à Bancos e Financeiras.

Dispomos de profissionais que oferecem serviços de qualidade, devidamente focados em proporcionar resultados em qualquer negociação envolvendo bancos e financeiras no Brasil, profissionais credenciados com 100% de confiabilidade.

Temos interesse de recuperar ativos e intermediar as negociações do passivo de sua empresa, trabalhamos focados no êxito. 

Fornecemos suporte total aos clientes, nossa experiência prática e profissionalismo, surpreende qualquer empresa.

Banco Safra terá de apresentar lista de clientes lesados por cobrança indevida de tarifas

 Banco Safra terá de apresentar lista de clientes lesados por cobrança indevida de tarifas
O Banco Safra terá de apresentar lista de clientes lesados por cobrança indevida de tarifas, foi exatamente esta a decisão  da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que por unanimidade, manteve o acórdão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que determinou o Banco Safra apresentar a relação de consumidores lesados por cobrança indevida de tarifas em operações de financiamento, a fim de evitar que a norma que autoriza a eliminação periódica de dados bancários por instituições financeiras prejudique o andamento de futuras ações coletivas.

No recurso de defesa ao acórdão, o Banco Safra havia sustentado que a execução da sentença de demanda coletiva deve ser promovida pelos próprios titulares, assim como defendeu que atos do Ministério Público com esse objetivo somente poderiam ser praticados após um ano sem manifestação dos indivíduos interessados. Além disso, alegou que o fornecimento da listagem de consumidores lesados violaria o sigilo bancário dos clientes.

Ocorre, como apontado pelo ministro relator do caso, Villas Bôas Cueva, o fornecimento dos dados, por si só, não configura ato de liquidação ou de execução de sentença. Ainda segundo o ministro:
“a listagem requerida pelo Ministério Público não terá outro propósito senão o de garantir que, ultrapassado o prazo de um ano de que trata o artigo 100 do Código de Defesa do Consumidor, não fique materialmente impossibilitada a produção de prova do dano coletivo para fins de reparação fluida em virtude do descarte periódico de documentos pelas instituições financeiras”.
A terceira turma entendeu que, para efeito de simples identificação dos consumidores, não se aplica a exigência do prazo de um ano sem manifestação dos indivíduos interessados.

No entanto, concluiu o ministro relator:
“para que não haja implicações quanto ao dever imputado às instituições financeiras de guardar sigilo em suas operações ativas e passivas e serviços prestados (artigo 1º da Lei Complementar 105/2001), fica vedada a divulgação nominal desses dados, devendo sua utilização servir eminentemente aos fins institucionais do Parquet, ressalvada eventual quebra de sigilo nas hipóteses legalmente admitidas”.

Queda nos preços do açúcar e do petróleo minam recuperação judicial de usinas endividadas

Queda nos preços do açúcar e do petróleo minam recuperação judicial de usinas endividadas
Uma queda acentuada nos preços do açúcar e do petróleo nos últimos seis meses está diminuindo as esperanças de recuperação financeira para várias usinas brasileiras e pode dificultar negociações de aquisições de empresas no setor, segundo especialistas da indústria.

Os preços do açúcar bruto em Nova York estão pairando ao redor dos 13 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 40 por cento ante o quarto trimestre de 2016, em um nível que analistas e usineiros dizem ser próximo aos custos de produção no centro-sul do Brasil.

Ao mesmo tempo, a atual queda nos preços do petróleo levou a Petrobras a reduzir os preços da gasolina repetidamente no mercado interno, fazendo com que usinas também reduzam os valores do etanol, uma vez que os dois competem na bomba pela preferência do consumidor.

A pressão de valores menores para açúcar e etanol pode acabar com a incipiente recuperação financeira de muitas usinas brasileiras iniciada durante o déficit global de açúcar entre 2015 e 2016. Ela também pode desacelerar as negociações entre usineiros e potenciais investidores e levar a mais fechamentos de empresas endividadas no setor sucroalcooleiro.

"A queda no preço de fato afeta fortemente a nossa liquidez, isso é inegável", disse Tony Rivera, diretor da Renuka do Brasil, companhia controlada pela indiana Shree Renuka Sugars.

A Renuka tem quatro usinas no Brasil e é uma das dezenas de empresas que pediram recuperação judicial. A companhia planeja vender duas de suas usinas para pagar dívidas e aumentar o capital de giro, mesmo em uma escala menor. Mas Rivera diz que os preços do açúcar e do etanol também impactam esse plano.

"De um lado você afugenta quem ainda não está muito convencido em investir no negócio. E, de outro, você traz o lance para um valor geralmente mais baixo do que o desejado", disse ele à Reuters.

ESTRAGOS

A combinação de preços fracos do açúcar e do etanol no Brasil entre 2010 e 2014 causou estragos no setor sucroalcooeiro, levando ao fechamento de dezenas de usinas e levando muitas outras a buscar recuperação judicial, um processo que está em andamento.

Na época, o governo manteve os preços da gasolina artificialmente baixos para lutar contra a inflação, consequentemente reduzindo as margens nas vendas de etanol, enquanto um excesso global de açúcar, que durou por anos, depreciou o valor do produto no mercado internacional.

A Unica, associação do setor, estima que 80 usinas pararam de funcionar no Brasil desde aquele período.

Os fechamentos enxugaram a capacidade de processamento de cana no centro-sul do país, limitando o crescimento da indústria. De acordo com a Unica, a produção de açúcar de 35,6 milhões de toneladas na última temporada ficou apenas um pouco acima do volume visto na safra 2010/11, de 33,5 milhões de toneladas.

Algumas das empresas mais duramente atingidas foram adquiridas por players com estruturas de capital mais sólidas.

A Glencore Plc, por exemplo, adquiriu a usina Guararapes para acrescentar uma segunda instalação no Estado de São Paulo em novembro, em um leilão judicial.

A Raízen, joint venture entre Cosan e Royal Dutch Shell Plc, anunciou acordo para comprar duas usinas da Tonon Bioenergia no mês passado, em um leilão similar.

A Renuka tentará vender sua usina de Brejo Alegre (SP) também em um leilão em 4 de setembro. Rivera disse que há empresas que estão analisando dados disponíveis para interessados na compra, mas não quis identificá-las.

Dario Gaeta, presidente executivo da TietêAgroindustrial, empresa que administra duas usinas do endividado grupo Ruette adquiridas em 2015 pela Black River Asset Management, acredita que atualmente há dezenas de usinas à venda, mas poucos compradores interessados.

DÍVIDAS, BUSCA POR CRÉDITO

O banco Itaú BBA estima que 15 por cento das usinas de açúcar e etanol brasileiras estão lutando com dívidas excessivas. A Archer Consulting, de São Paulo, estima a dívida total do setor em 86 bilhões de reais ao final da última safra.

"Quem chegou agora em março de 2017 numa situação saudável, permanecerá saudável. Mas para quem chegou numa situação com grandes desafios que não sejam operacionais, o preço atual com certeza não ajudará", afirmou o diretor de Agronegócios do Itaú BBA, Pedro Barreto.

A agência de classificação de riscos Fitch Ratings questionou as chances de recuperação das usinas problemáticas, como as que estão em recuperação judicial.

"Os resultados positivos dependem amplamente de um ambiente de operações bem-sucedido, preços mais altos do açúcar e do etanol e livre acesso a financiamentos, dada a natureza de capital intensivo do negócio", disse a agência em nota.

Mercados internacionais de bônus não oferecem muitas alternativas para as usinas brasileiras e o financiamento no mercado de capital doméstico não é uma opção realista para a maior parte das empresas do setor, acrescentou a Fitch.

Barreto vê as negociações para fusões e aquisições se esfriando na atual situação, uma vez que a distância entre o que os vendedores querem pelos ativos e o que os compradores estão dispostos a pagar tende a aumentar se os preços do açúcar caem.

Com informações de: Terra, acesso em 13/07/2017

Municípios de AL têm mais de R$ 1 bilhão a receber em precatórios


Advogados que representam prefeituras dizem que apenas 5 já estão aptas a receber valores. Outras 36 municípios ainda precisam resolver divergência de informação. Mais de 40 municípios de Alagoas têm direito receber R$ 1 bilhão em precatórios do antigo Fundo Manutenção e Desenvolvimento de Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Entretanto, segundo o grupo de advogados que representa as pefeituras, apenas 5 estão aptas a receber o valor correspondente já nesta quarta-feira (12).

Ao todo, são 41 municípios na espera pela verba (veja a lista completa ao final do texto), mas 36 estão com os valores bloqueados até que resolvam divergências de informações. As prefeituras com pendências integram uma ação coletiva na Justiça.

O Ministério Público de Alagoas (MP-AL) recomendou que os promotores destes municípios façam uma fiscalização minuciosa dos valores repassados às prefeituras. A recomendação também vale para os gestores que administram as prefeituras beneficiadas.

Somando o valor que cada prefeitura deve receber, o montante chega a R$ 1.033.240.976,80. De acordo com o procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça, o MP vai fiscalizar a utilização da verba para que seja utilizada na área da Educação.
“O Ministério Público quer transparência e legalidade para que os recursos realmente sejam empregados da forma correta. Não queremos correr o risco de, mais tarde, comprovarmos ilicitudes. É preciso que os gestores tenham consciência que o desvio de dinheiro público nessa área significa um grande prejuízo para as futuras gerações, uma vez que é a educação a principal responsável pela formação dos cidadãos”, afirmou o procurador-geral de Justiça.
Na recomendação, o MP também orienta aos promotores de Justiça que se inteirem sobre as contratações de escritórios jurídicos ou de advogados, feitas pelos municípios para ajuizamento e execução das ações judiciais relacionadas a precatórios.

O MP não divulgou o valor que cada município deve receber, apenas os que têm as maiores quantias em precatório: Rio Largo (R$ 86.837.277,53); São Miguel dos Campos (R$ 75.486.501,84); e União dos Palmares (R$ 67.836.811,50).

Veja abaixo os 41 municípios que estão para receber precatório do antigo Fundef:

Água Branca,
Atalaia
Barra de Santo Antônio
Barra de São Miguel
Batalha
Boca da Mata
Cacimbinhas
Campo Grande
Canapi
Carneiros
Chã Preta
Coité do Nóia
Colonia Leopoldina
Coruripe
Delmiro Gouveia
Feira Grande
Ibateguara
Igaci
Igreja Nova
Joaquim Gomes
Limoeiro de Anadia
Maragogi
Marechal Deodoro
Messias
Olho D’Agua das Flores
Pariconha
Paripueira
Passo de Camaragibe
Paulo Jacinto
Piaçabuçu
Pindoba
Porto de Pedras
Rio Largo
Santana do Ipanema
São Brás
São José da Laje
São Luís do Quitunde
São Miguel dos Campos
Satuba
União dos Palmares
Viçosa.

Com informações de: G1 de Alagoas, acesso em 13/07/2017

Brasileiros consideram dispensável ter carro

Maioria dos Brasileiros utiliza serviços de veículos compartilhados. A indústria automotiva, em especial a brasileira, tem um grande desafio para garantir sua sustentabilidade diante das mudanças de comportamento dos consumidores estimuladas pelas novas tecnologias. É o que revela a pesquisa Global Automotive Consumer Study: Future of Automotive Technologies, elaborado pela Deloitte em 17 países. O estudo mostra, por exemplo, que, dentre os brasileiros que utilizam serviços de veículos compartilhados para se locomover, 55% questionam a necessidade de ter seus próprios carros. Essa tendência é ainda mais evidente quando considerada apenas a opinião dos mais jovens, que pertencem às chamadas gerações Y e Z: 62% deles consideram dispensável possuir um veículo no futuro.

“A pesquisa apurou que a maioria dos brasileiros (64%) afirma nunca, ou quase nunca, utilizar serviços de compartilhamento de veículos. Isso é compreensível, já que o Brasil é muito grande e esses serviços só estão disponíveis nos grandes centros urbanos. Mas é interessante perceber que 43% dos jovens que participaram do estudo utilizam esse serviço pelo menos uma vez por semana”, conta Reynaldo Saad, sócio-líder da área de bens de consumo e produtos industriais da Deloitte Brasil. “Nossos jovens estão cada vez mais inclinados a abrir mão de ter a propriedade de um carro, preferindo vivenciar esse movimento do compartilhamento, o que é um indicativo muito importante da tendência futura de consumo. Cabe à indústria automotiva acompanhar muito de perto essa nova realidade”, alerta o executivo da Deloitte.

Outro item relevante apurado pelo estudo, e que também deve estar no radar dos gestores da indústria automotiva, é o recuo na disposição do brasileiro de investir em recursos tecnológicos embarcados nos veículos. De acordo com o levantamento de 2014, os consumidores que participaram daquela edição afirmaram que poderiam gastar até R$ 5.951 em média para contar com determinados equipamentos tecnológicos em seus veículos. Essa pretensão de gasto caiu para a média de R$ 1.995 no estudo de 2016.

O Global Automotive Consumer Study: Future of Automotive Technologies foi realizado em 2016 pela Deloitte, em 17 países, entre eles o Brasil. Questionários online foram aplicados a mais de 20 mil consumidores, dentre os quais 1.260 eram brasileiros. A primeira edição da pesquisa foi realizada em 2009 e a mais recente, em 2014. O levantamento é focado em listar hábitos, costumes e expectativas dos consumidores em relação a preferências tecnológicas incorporadas pela indústria automotiva a seus produtos e aborda também as escolhas e tendências sobre mobilidade indicadas pelos participantes do estudo.

Com informações de: Amanhã, acesso em 12/05/2017 as 16:48

RS tem o maior salário médio da região Sul

Santa Catarina e Paraná também se destacam em levantamento do IBGE,O levantamento do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2015, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coloca os três Estados do Sul em destaque entre as principais economias do país, tanto em número de empresas, quanto em salário médio. O Rio Grande do Sul tem o terceiro maior salário médio do país, enquanto Paraná vem na quarta posição e Santa Catarina na quinta. Rio de Janeiro e São Paulo encabeçam a lista. Em número de empresas, Rio Grande do Sul e Paraná repetem a terceira e quarta posições, enquanto Santa Catarina fica em sexto. São Paulo e Minas Gerais são os Estados com o maior número de companhias, com Rio de Janeiro na quinta posição, à de frente dos catarinenses (confira os dados na tabela abaixo).

Por região, o Sul tem a vice-liderança em participação no número de unidades locais (22%) e em salários e outras remunerações (16,2%). Porém, em pessoal ocupado total e assalariado, a região ficou em terceiro (com 17,9% e 17,3%, respectivamente), perdendo para o Nordeste, que registrou, respectivamente, 18,1% e 18,7%. O Sudeste concentrava 51,1% (2,9 milhões) das unidades locais do país, assim como 50,2% das pessoas ocupadas (26,9 milhões), 49,8% das pessoas assalariadas (23,2 milhões) e R$ 840,3 bilhões (53,9%) em salários e outras remunerações. Esta é a primeira vez na série que o Sudeste fica com participação abaixo de 50% no total de pessoal ocupado assalariado. No total nacional, em 2015, as 5,1 milhões de empresas e outras organizações ativas no país possuíam 5,6 milhões de unidades locais, que ocupavam 53,5 milhões de pessoas. Dessas, 46,6 milhões eram assalariadas, que receberam um total de R$ 1,6 trilhão em salários e outras remunerações.
UF: RJ  - Salário médio (R$): 2.924,34 - Número de empresas: 415.981 (7,4%)  
UF: SP  - Salário médio (R$): 2.833,60 - Número de empresas: 1.736.337 (31%)  
UF: RS  - Salário médio (R$): 2.375,21 - Número de empresas: 471.192 (8,4%) 
UF: PR  - Salário médio (R$): 2.326,31 - Número de empresas: 454.051 (8,1%) 
UF: SC  - Salário médio (R$): 2.239,64 - Número de empresas: 309.133 (5,5%) 
UF: MG - Salário médio (R$): 2.118,67 - Número de empresas: 600.979 (10,7%) 
Com informações de: Amanhã, acesso em 12/07/2017 as 16:36

 
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