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Bancos vão liberar financiamentos para compra de veículos após crise derrubar as vendas

Não é novidade que o número de veículos financiados neste ano caiu quase 15% devido a crise que assola nosso país, ocorre que as instituições financeiras estão adotando diferentes estratégias para sugerir que consumidores voltem a comprar veículos.

Grandes bancos e instituições financeiras estão reforçando as ações neste fim de ano em busca de alívio nas carteiras de financiamentos de veículos. Com esta crise que derrubou as vendas do setor e a própria decisão das financeiras de restringir as concessões de créditos, o número de veículos financiados caiu 14,4% de janeiro a outubro, se comparado a igual período de 2015. 

As informações da Unidade de Financiamentos da Cetip contabilizam 3,8 milhões de veículos financiados neste ano, novos e usados, incluindo motocicletas.

A Caixa econômica Federal realizará de segunda a sábado da próxima semana, mais uma edição do Salão Auto, colocando gerentes e operadores em diversas concessionárias de veículos de todo o País.

Segundo a Caixa, poderão ser financiados até 90% do valor do automóvel ou moto em até 60 parcelas. A primeira delas terá carência de quatro meses para ser adimplida. O evento conta com a parceria de diversas montadoras e revendedoras de veículos.

Os juros oferecidos pela Caixa será a partir de 1,24% ao mês já no Bradesco, por exemplo, os juros será a partir de 1,65% ao mês.

O Banco Santander por sua vez terá como principal estratégia, desburocratizar os financiamentos de veículos. O banco desenvolveu um inédito aplicativo que reduz de 108 para 25 as informações a serem prestadas pelo cliente para solicitar o financiamento. Com isso, o tempo de espera total para a liberação do financiamento, se aprovado na primeira etapa da consulta, baixa de cerca de meia hora para cinco minutos.

Procon: Juros do cheque especial aumenta pela 9ª vez seguida em outubro

Procon: Juros do cheque especial aumenta pela 9ª vez seguida em outubro
A taxa média dos jurus do cheque especial de 13,56% ao mês em setembro aumentou para 13,72% em outubro e a taxa do empréstimo pessoal também aumentou de 6,8% para 7,05% no mesmo período.

Segundo a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Procon-SP a taxa média dos juros do cheque especial aumentou pela nona vez consecutiva em outubro.
Vale lembrar que os juros nestes patamares elevadíssimos podem, dificultar ou até impossibilitar a quitação da dívida.
Em um ano, o consumidor que obter uma dívida de R$ 1 mil no cheque especial a uma taxa de 13,72% ao mês estará devendo R$ 4.677, sem considerar multas e taxas por atraso.

Sobre os Bancos

Entre os bancos pesquisados, a Caixa Econômica Federal foi o banco que mais aumentou a taxa de juros do cheque especial, de 13,05% para 13,55% - um aumento de 3,83%.

O Bradesco subiu a taxa de 13,15% para 13,55%, já o Itaú Unibanco, de 12,95% para 13,14% (aumento de 1,47%).

Banco Santander muda regras do cartão de crédito e insatisfação dos consumidores foi imediata

Banco Santander muda regras do cartão de crédito e insatisfação dos consumidores foi imediata
Recentemente o banco Santander mudou a forma de cobrar a anuidade de seu cartão de crédito Santander Free e insatisfação dos consumidores foi imediata na internet. 

Foi em 2006 que o banco Santander lançou o cartão de crédito Santander Free, no início o cliente precisava apenas usar o cartão todo mês para ficar livre da taxa, independentemente do valor da compra, entretanto, desde junho, a instituição estabeleceu um gasto mínimo de R$ 100 reais para manter a gratuidade da anuidade.

Agora, só vai ficar livre da anuidade o consumidor que gastar pelo menos, R$ 100 reais por mês em compras. Os consumidores que não gastarem os R$ 100 reais por mês terão que desembolsar uma taxa mensal de R$ 24,50 (R$ 294 no ano). 

Esta surpresa por parte do banco Santander repercutiu na internet e a insatisfação dos consumidores foi imediata nas redes sociais:

Esta mudança configura prática abusiva por parte do banco santander, que descumpriu com o contrato estabelecido entre os clientes do cartão de crédito.

Por sua vez o banco Santander informou que as mudanças "estão em conformidade com o disposto em contrato, tendo havido uma prévia, ampla e adequada divulgação dessas informações aos clientes". 

Caixa Econômica Federal foi condenada por cobrança indevida em cartão de crédito

A Caixa Econômica Federal (CEF) foi condenada ao pagamento de uma multa
A Caixa Econômica Federal (CEF) foi condenada ao pagamento de uma multa no valor de R$ 27 mil ao Procon de Umuarama (PR) por realizar lançamentos indevidos na fatura do cartão de crédito de um consumidor. Na última semana, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou recurso do banco que pedia a anulação da penalidade.

A denúncia do consumidor que levou à aplicação da multa foi oferecida por um morador da cidade do oeste paranaense. Além da queixa à Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), o correntista ingressou com processo cível contra o banco solicitando danos morais. A questão foi encerrada com a homologação de um acordo realizado pelas partes.

Após o acordo entre as partes através da conciliação, a Caixa ajuizou ação na Justiça solicitando a anulação da multa aplicada pelo Procon. De acordo com a instituição, a sanção administrativa tem a mesma pretensão da indenização paga à parte autora no processo judicial, de forma que não é justo responder duas vezes pelo mesmo fato.

A ação, em primeira instância foi julgada improcedente, entretanto, a instituição recorreu. Ocorre que, por unanimidade, a 4ª Turma do TRF4 decidiu manter a sentença ao levar em conta a independência das instâncias civil e administrativa.

Segundo relator do processo, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior, “a administração pública pode aplicar penalidades aos infratores independentemente de processo judicial, sobretudo porque os atos administrativos que retratam poder de polícia são auto-executáveis, e a responsabilidade administrativa não é prejudicada pelas responsabilidades penal e civil”. Com informações da assessoria de imprensa do TRF4.

4 Dicas para o uso consciente do Cartão de Crédito

Todos já sabemos que os cartões de crédito estão presentes na vida da maioria das pessoas no mundo inteiro, entretanto, este item do dia a dia pode se tornar uma armadilha caso não seja usado com sabedoria. É preciso ter um bom planejamento financeiro para que as taxas de juros não te peguem desprevenido. Aprenda com estas 5 Dicas para o uso consciente do Cartão de Crédito:

EVITE GASTOS DESNECESSÁRIOS

Todos que possuem cartão de crédito devem sempre avaliar bem se há realmente a necessidade de efetuar uma compra. O vilão dessa história, sem modéstia nenhuma é o impulso que ganha pleno espaço para se manifestar graças à ilusão de que o objeto dá poder de gastar ilimitadamente. Nesse sentido, ter um limite muito alto não é bom. O ideal é que o valor esteja de acordo com a sua realidade financeira.

PROCURE PAGAR O VALOR INTEGRAL DA FATURA

Jamais parcele as dívidas ou pague o mínimo, pois, é uma porta de entrada perigosa para os juros, aqui no Brasil os mesmo giram em torno dos (447% por ano). Por este motivo, procure sempre quitar as faturas mensais.

ESCOLHA O VENCIMENTO DA FATURA PARA PRÓXIMO À DATA DE RECEBIMENTO DE SEUS PROVENTOS

Essa estratégia é simples, porém bastante eficiente. A ideia é evitar atrasos e garantir que você tenha o dinheiro necessário para pagar a pendência. Consequentemente, evitam-se também as possíveis multas no fim do mês. Além do mais, dessa forma fica mais difícil para você esquecer de pagar a fatura.

ANOTE TODOS OS SEUS DÉBITOS

Nunca deixe de anotar os débitos dos cartões de crédito, pois, quando a fatura chegar você terá como conferir se está tudo correto. Vez ou outra o documento pode chegar com algum erro, claro sempre favorecendo os bancos e financeiras, o qual poderia passar despercebido e te prejudicar, caso você não tivesse feito as devidas anotações antes.

Busca e Apreensão de Veículos: Entenda como Funciona

Busca e Apreensão de Veículos: Entenda como Funciona

Aprenda como funciona a busca e apreensão de veículos realizada por bancos, financeiras, escritórios de advocacia e empresas de cobrança. Saiba o que é a busca e apreensão de veículos, a sua problemática por parte do devedor, a previsão contratual da mesma e muito mais.

Definição de Busca e Apreensão de Veículos:

A busca e apreensão de veículos pode ser definida como a decisão, que um determinado juiz autoriza buscar e apreender o veículo anteriormente dado em garantia pelo pagamento de um financiamento ou empréstimo, cuja obrigação do devedor está em atraso.

Problemática do devedor referente a busca e apreensão de veículos:

A aplicação de honorários de advocacia, taxas, multas e juros por atraso ainda na faze extrajudicial da cobrança da dívida, inviabiliza o pagamento do financiamento por parte dos devedores. Além destas cobranças, também inviabiliza o pagamento do financiamento a estratégia de cobrança utilizada pelos bancos e financeiras em só aceitar o pagamento total do contrato após o vencimento de 2 (duas) parcelas das prestações do financiamento em atraso.

Previsão contratual da busca e apreensão de veículos:

Normalmente a busca e apreensão do veículo já esta prevista nos contratos de financiamentos, aqueles com cláusulas de alienação fiduciária, aonde o contratante buscou adquirir bens móveis como: Carros, motos, caminhões, lanchas, navios, helicópteros, etc.

Quando a busca e apreensão do veículo se inicia:

O início da busca e apreensão do veículo acontece devido ao suposto atraso no pagamento das obrigações por parte do devedor.

O banco ou a financeira entra em contato com o cliente objetivando a cobrança das parcelas em atraso, incluindo honorários de advocacia, taxas, multas e juros por atraso no pagamento das prestações do financiamento, inviabilizando o pagamento por parte do devedor que até então não conseguiu pagar o valor original das prestações, objetivando a busca e apreensão do veículo para futura venda do mesmo em leilões extrajudiciais.

É imperioso destacar que não existe data especifica para bancos e financeiras engrenarem na justiça com o pedido de busca e apreensão do veículo.

Da ilegalidade da maioria das buscas e apreensões de veículos:

Ocorre a ilegalidade devido a maioria esmagadora dos casos, os juros de mora serem cobrados conforme os bancos e financeiras desejarem, sem previsão contratual. Neste sentido os juros de mora não podem ser superiores a 1% ao mês e multa de 2% conforme entendimento do STJ e o Código de Defesa do Consumidor.

Ainda na busca e apreensão de veículos, na maioria dos casos, o devedor com pagamentos do financiamento em atraso não recebem nenhuma notificação sobre a apreensão do veículo, que em alguns casos podem gerar até o dano moral para aquele que teve seu veículo apreendido.

O que se tem notado é que os escritórios de cobrança estão praticando a cobrança de juros de mora superiores a 28% ao mês, além de correção monetária, multa e honorários advocatícios, o que também é totalmente ilegal pelo fato de estes escritórios não terem ajuizado ação de busca e apreensão nenhuma e sim estarem fazendo apenas uma cobrança Extrajudicial.

Estes escritórios, com aval dos bancos e financeiras, fazem com que o valor de uma única parcela se torne impagável, pois para os escritórios de advocacia, bancos e financeiras o mais importante é pegar o veículo em busca e apreensão, visto que o negócio deles é o dinheiro e se o devedor não tem dinheiro, qualquer valor adquirido pela venda do veículo em leilão vai gerar dinheiro.

Alerta sobre busca e apreensão de veículos

Você não está participando de nenhum BIG BROTHER da vida, mas sem perceber está sendo vigiado. Antes dos escritórios de cobrança entrarem com a ação de busca e apreensão, eles contratam olheiros ou detetives, motoqueiros para vigiar você e saber aonde esta o veículo, pois quando ganharem a liminar da ação de busca e apreensão, eles acompanham o Oficial de justiça e dão o bote certeiro para retomar o veículo, sem lhe proporcionar a mínima chance de defesa.

Estes olheiros ou detetives particulares estacionam sua moto ou carro, na sua rua ou próximo a sua residência e ficam de plantão observando os horários que você entra e sai da sua residência com o se veículo. No decorrer do dia enviam estes relatórios ao escritório de cobrança.

O mais interessante é que clientes que passaram por essa situação, relataram para nós, que até mesmo funcionários da administração pública acompanham esses olheiros ou detetives, induzindo o devedor do financiamento a entregar o veículo extrajudicialmente.

Aconselhamos que em casos de dúvidas a respeito do oficial de justiça, não deixe de chamar a polícia, visto que também existem casos em que estes detetives e olheiros estão se passando por oficiais de justiça e retomando os veículos.

Também é imperioso ressaltar que somente um oficial de justiça de posse da liminar do mandado de busca e apreensão do veículo tem esse poder, e ninguém mais. Nestes casos, sempre exija a apresentação de credenciais do oficial de justiça.

Da reversão extrajudicial da busca e apreensão do veículo:

Existem, inúmeras possibilidades de reversão da busca e apreensão do veículo no âmbito extrajudicial.

O conhecido ditado popular reza que mais vale um péssimo acordo do que uma excelente demanda. Esse ditado popular até certo ponto é verdadeiro. Mover uma ação judicial custa muito dinheiro, por isso, a possibilidade de realizar um acordo nunca é descartado.

Quando se fala em veículo apreendido em busca e apreensão, existem duas possibilidades de acordo a serem considerados.

O mais comum é o acordo para atualização da dívida. Nesta modalidade de negociação, o devedor deverá concordar em pagar o valor das parcelas em atraso, além de honorários advocatícios e demais taxas, enquanto o banco ou financeira, por sua vez, se comprometerá a devolver o veículo aprendido.

Outra possibilidade de negociação é o acordo de quitação do contrato, a negociação se dará no sentido que as partes ajustarem e definirem um valor a ser pago pelo devedor para obtenção da quitação do contrato mediante a devolução do veículo apreendido em busca e apreensão, livre de ônus.

Conclusão:

Em vista do exposto, há opções para amenizar os prejuízos caso haja a total impossibilidade de continuar pagando as prestações mensais, uma alternativa é a venda do veículo, ainda que seja por preço vil, neste caso, vale levar em conta o que será gasto, caso a busca e apreensão do veículo se concretize.

Também é imperioso destacar que a grande maioria dos contratos bancários possuem alguma irregularidade. Portanto, são boas as chances de se recuperar o veículo apreendido por uma das opções apresentadas.

Analisar documentos e extratos, realizar notificações, traçar uma estratégia de negociação de dívida, gerenciar o dia a dia de uma negociação, analisar resultados e identificar novas oportunidades de negócio, é trabalho para profissional!

A negociação de dívida moderna não admite amadorismos e improvisos. Por isso, busque por qualificação.

Agências HSBC agora com fachada do Bradesco: Saiba o que muda para os clientes

Agências HSBC agora com fachada do Bradesco: Saiba o que muda para os clientes
Agências do HSBC Bank Brasil agora com fachada do Banco Bradesco, sou cliente do HSBC e agora? É fato que os clientes do banco HSBC vão migrar definitivamente para o Bradesco, por este motivo o HSBC enviará nos próximos dias correspondência aos 5 milhões de seus clientes com informações para acesso via internet banking, celular, caixas eletrônicos e cartão de débito.

Esta mudança de logo marcas irá ocorrer nas 851 agências, 4.400 caixas eletrônicos e 4.250 postos de atendimento de empresas parceiras do HSBC.

O HSBC Bank Brasil é a maior aquisição da história do Banco Bradesco. Custou R$ 16 bilhões e agregou cerca de R$ 175 bilhões em ativos ao banco, com a aquisição o Bradesco está de aproximando do seu principal concorrente, o Banco Itaú.

O Banco Bradesco, desde 1943 já fez 48 aquisições, sedo elas, bancos, financeiras e seguradoras. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), concedeu para o mesmo o direito de aquisição do HSBC Bank Brasil, porém, ficou impedido, de adquirir qualquer instituição financeira que atue no Brasil, pelo no prazo de 30 meses.

Clientes e serviços

Segundo o Banco Bradesco, os clientes HSBC poderão permanecer nas mesmas agências onde hoje têm relacionamento. Os clientes ainda podem manter os mesmos pacotes de serviços, com as mesmas franquias e preços. Ocorre que os pacotes e taxas hoje existentes no HSBC, não serão mais vendidos e não estarão disponíveis para os novos clientes da instituição.

Os clientes do HSBC Bank Brasil serão informados de todas as novidades através de correspondências e também quando a alteração do novo cartão que será confeccionado.

Justiça homologa plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos

Justiça homologa plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos
Justiça homologa plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos, a homologação do plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos aconteceu na 3ª Vara Cível do Fórum de Santa Rosa. Foi em julho que a maioria dos credores aprovaram as diretrizes que envolvem a recuperação judicial da empresa, que está passando por crise financeira. 

O plano de recuperação judicial estabelece a venda de até 30% dos ativos da empresa. A partir de agora a empresa também pode iniciar as negociações com investidores interessados em participações no empreendimento.

Foi em recente entrevista na RPI, que o diretor da empresa, Roberto Kist, informou que a empresa planeja retomar a produção de biodiesel na unidade existente em Ijuí, localizada nas margens da ERS 342, rodovia entre Ijuí e Cruz Alta. Caso tudo ocorrer conforme o planejado, Roberto acredita que a Camera Agroalimentos retornará a produzir biodiesel já no próximo ano.

Execução fiscal no DF é prioridade do governo para retomada do crescimento

 
A Execução fiscal no DF é prioridade do governo para retomada do crescimento, por este motivo o governo do Distrito Federal ajuizou Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC 46) para que as execuções de natureza fiscal não sejam suspensas devido o deferimento de recuperação judicial das empresas. O governo deseja que seja reconhecida a validade de dispositivos da legislação ordinária e do Código Tributário Nacional.

Na Ação Declaratória de Constitucionalidade, o governo do Distrito Federal defende a constitucionalidade dos artigos 6º (parágrafo 7º) e 57 da Lei 11.101/2005 e 191-A do CTN. O artigo 6º diz que as execuções de natureza fiscal não são suspensas pelo deferimento de recuperação judicial, ressalvada a concessão de parcelamento nos termos do CTN e da legislação ordinária específica.

Também no mesmo sentido de obrigar a negociação dos débitos fiscais, o segundo dispositivo diz que após a juntada aos autos do plano aprovado pela assembleia geral de credores ou decorrido o prazo previsto no artigo 55 da lei, sem objeção dos credores, o devedor apresentará certidões negativas de débitos tributários nos termos dos artigos 151, 205 e 206 da Lei 5.172/1966.

Ainda no mesmo sentido o artigo 191-A do Código aponta que a concessão de recuperação judicial depende de apresentação da prova de quitação de todos os tributos, observado o disposto nos artigos 151, 205 e 206.

Para a gestão do governo, os créditos de natureza tributária não se submetem aos efeitos da recuperação judicial, não podendo haver suspensão das execuções fiscais em curso, ressalvada a hipótese de parcelamento especial.

Além disso, o governo afirma que atualmente a jurisprudência vem restringindo os direitos do Fisco de providenciar o regular processamento dos executivos fiscais em face de devedores em recuperação judicial, por reconhecer inconstitucionalidade dos dispositivos apontados.

É por meio destes argumentos que o governo do DF pede a concessão de medida cautelar para suspender os processos que tratam do tema e, no mérito, a procedência da ação para que se reconheça a constitucionalidade dos artigos 6º (parágrafo 7º) e 57 da Lei 11.101/2005 e 191-A do CTN. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

 
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