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Agências HSBC agora com fachada do Bradesco: Saiba o que muda para os clientes

Agências HSBC agora com fachada do Bradesco: Saiba o que muda para os clientes
Agências do HSBC Bank Brasil agora com fachada do Banco Bradesco, sou cliente do HSBC e agora? É fato que os clientes do banco HSBC vão migrar definitivamente para o Bradesco, por este motivo o HSBC enviará nos próximos dias correspondência aos 5 milhões de seus clientes com informações para acesso via internet banking, celular, caixas eletrônicos e cartão de débito.

Esta mudança de logo marcas irá ocorrer nas 851 agências, 4.400 caixas eletrônicos e 4.250 postos de atendimento de empresas parceiras do HSBC.

O HSBC Bank Brasil é a maior aquisição da história do Banco Bradesco. Custou R$ 16 bilhões e agregou cerca de R$ 175 bilhões em ativos ao banco, com a aquisição o Bradesco está de aproximando do seu principal concorrente, o Banco Itaú.

O Banco Bradesco, desde 1943 já fez 48 aquisições, sedo elas, bancos, financeiras e seguradoras. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), concedeu para o mesmo o direito de aquisição do HSBC Bank Brasil, porém, ficou impedido, de adquirir qualquer instituição financeira que atue no Brasil, pelo no prazo de 30 meses.

Clientes e serviços

Segundo o Banco Bradesco, os clientes HSBC poderão permanecer nas mesmas agências onde hoje têm relacionamento. Os clientes ainda podem manter os mesmos pacotes de serviços, com as mesmas franquias e preços. Ocorre que os pacotes e taxas hoje existentes no HSBC, não serão mais vendidos e não estarão disponíveis para os novos clientes da instituição.

Os clientes do HSBC Bank Brasil serão informados de todas as novidades através de correspondências e também quando a alteração do novo cartão que será confeccionado.

Justiça homologa plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos

Justiça homologa plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos
Justiça homologa plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos, a homologação do plano de recuperação judicial da Camera Agroalimentos aconteceu na 3ª Vara Cível do Fórum de Santa Rosa. Foi em julho que a maioria dos credores aprovaram as diretrizes que envolvem a recuperação judicial da empresa, que está passando por crise financeira. 

O plano de recuperação judicial estabelece a venda de até 30% dos ativos da empresa. A partir de agora a empresa também pode iniciar as negociações com investidores interessados em participações no empreendimento.

Foi em recente entrevista na RPI, que o diretor da empresa, Roberto Kist, informou que a empresa planeja retomar a produção de biodiesel na unidade existente em Ijuí, localizada nas margens da ERS 342, rodovia entre Ijuí e Cruz Alta. Caso tudo ocorrer conforme o planejado, Roberto acredita que a Camera Agroalimentos retornará a produzir biodiesel já no próximo ano.

Execução fiscal no DF é prioridade do governo para retomada do crescimento

 
A Execução fiscal no DF é prioridade do governo para retomada do crescimento, por este motivo o governo do Distrito Federal ajuizou Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC 46) para que as execuções de natureza fiscal não sejam suspensas devido o deferimento de recuperação judicial das empresas. O governo deseja que seja reconhecida a validade de dispositivos da legislação ordinária e do Código Tributário Nacional.

Na Ação Declaratória de Constitucionalidade, o governo do Distrito Federal defende a constitucionalidade dos artigos 6º (parágrafo 7º) e 57 da Lei 11.101/2005 e 191-A do CTN. O artigo 6º diz que as execuções de natureza fiscal não são suspensas pelo deferimento de recuperação judicial, ressalvada a concessão de parcelamento nos termos do CTN e da legislação ordinária específica.

Também no mesmo sentido de obrigar a negociação dos débitos fiscais, o segundo dispositivo diz que após a juntada aos autos do plano aprovado pela assembleia geral de credores ou decorrido o prazo previsto no artigo 55 da lei, sem objeção dos credores, o devedor apresentará certidões negativas de débitos tributários nos termos dos artigos 151, 205 e 206 da Lei 5.172/1966.

Ainda no mesmo sentido o artigo 191-A do Código aponta que a concessão de recuperação judicial depende de apresentação da prova de quitação de todos os tributos, observado o disposto nos artigos 151, 205 e 206.

Para a gestão do governo, os créditos de natureza tributária não se submetem aos efeitos da recuperação judicial, não podendo haver suspensão das execuções fiscais em curso, ressalvada a hipótese de parcelamento especial.

Além disso, o governo afirma que atualmente a jurisprudência vem restringindo os direitos do Fisco de providenciar o regular processamento dos executivos fiscais em face de devedores em recuperação judicial, por reconhecer inconstitucionalidade dos dispositivos apontados.

É por meio destes argumentos que o governo do DF pede a concessão de medida cautelar para suspender os processos que tratam do tema e, no mérito, a procedência da ação para que se reconheça a constitucionalidade dos artigos 6º (parágrafo 7º) e 57 da Lei 11.101/2005 e 191-A do CTN. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

Idoso consegue arrecadar US$ 384 mil na internet: Mais de R$ 1 milhão

Idoso consegue arrecadar US$ 384 mil na internet: Mais de R$ 1 milhão
Um mexicano de 89 anos que precisou voltar ao trabalho depois da morte de sua filha comoveu milhares de pessoas de vários países.

Esta é a história de Fidencio Sánchez, de 89 anos, mexicano que mora em Chicago, era aposentado há apenas dois meses quando sua filha, que sustentava a família, faleceu em julho. Fedencio, sem condições de sobreviver, precisou voltar ao trabalho vendendo picolés pelas ruas do bairro, mesma atividade que praticou por mais 23 anos.

O caso comoveu o americano Joel Cervantes Macias, proprietário de um restaurante mexicano no estado vizinho de Wisconsin. Joel encontrou o senhor circulando com o carrinho de picolés pela rua, o fotografou e postou a imagem no Facebook com a legenda: “respeito total por esse homem”.

Joel criou uma campanha de arrecadação de fundos no site GoFundMe, com o objetivo de arrecadar US$ 3 mil dólares. A ação foi ao ar na última sexta (9/9) e a meta foi alcançada em menos de uma hora, O total levantado ultrapassa a marca de US$ 380 mil, mais de R$ 1 000 000.

Fidencio, ex-trabalhador rural, disse que a quantia lhe permitirá descansar um pouco mais na aposentadoria. Antes da campanha de arrecadação, o mesmo precisava acordar cedo e só voltava pra casa às oito da noite. No início, a esposa o ajudava, mas precisou parar por motivos de saúde.

Banco Bradesco e Banco do Brasil se unem para concorrer com Nubank

Banco Bradesco e Banco do Brasil se unem para concorrer com Nubank
O Banco Bradesco e o Banco do Brasil se uniram para criar o Banco CBSS, uma instituição focada na população de baixa renda. 

Recentemente sem muita publicidade a instituição colocou no ar uma plataforma digital para venda e gestão de cartão de crédito, nomeada de Digio, a plataforma tenta ser algo semelhante a proposta do Nubank, uma empresa brasileira que oferece cartão de crédito sem anuidade e com gestão em um aplicativo.

Por meio de um aplicativo no celular, o cliente enviará seus dados e após uma analise do seu cadastro o cartão de bandeira visa poderá chegar em seu endereço em até 12 dias. No aplicativo o cliente poderá aumentar ou diminuir o limite do cartão no app e até informar um roubo ou perda do mesmo.

Também é imperioso ressaltar, que além do modelo tradicional de avaliação de crédito das operadoras de cartão de crédito e bancos, o processo de liberação de crédito inclui uma análise do perfil do cliente nas redes sociais.

A curto prazo, o banco também oferecerá cartões pré-pagos, empréstimos pessoais e seguros. O Banco CBSS e a Livelo já estão avaliando a criação de um programa de fidelidade para os clientes dos cartões do banco.

Inovação

Os bancos e financeiras estão no meio de uma corrida pela inovação. Desafiados por empresas brasileiras recém criadas que usam estruturas enxutas para vender serviços financeiros, eles estão investindo em soluções similares e até mesmo adquirindo empresas inovadoras.

Exemplo disso foi o Banco Santander, que comprou a ContaSuper, empresa que oferece uma conta digital.

Contratos bancários e cláusulas abusivas: Saiba mais

Contratos bancários e cláusulas abusivas: Saiba mais
Muito temos falado aqui sobre os contratos bancários e suas cláusulas abusivas, ocorre que há alguns dias atrás foi veiculada uma noticia sobre a aplicação de uma multa milhonária em desfavor da Cetelem, instituição financeira, por diversas e reiteradas cláusulas abusivas oriundas de seus contratos bancários.

Banco deve pagar multa milionária por cláusulas abusivas em contrato com os clientes

A 2ª turma do STJ manteve a cobrança de uma multa de R$ 3 mi, estipulada por decisão do TJ/MG, ao banco Cetelem, por cláusulas abusivas em contratos com os clientes da instituição financeira.

A multa administrativa foi aplicada pelo Procon estadual após o banco se negar a assinar TAC. O órgão entendeu que ocorreram cobranças indevidas que variavam de R$ 0,15 a R$ 2,00, como tarifa de administração, taxa de emissão de boleto bancário, tarifa de débito em conta-corrente, envio de produtos e serviços sem solicitação do consumidor, entre outros.

Fonte: Migalhas
As cláusulas abusivas em contratos de alienação fiduciária não é mais novidade, sem modéstia nenhuma, a maioria esmagadora dos processos hoje parados nas Cortes Superiores envolvem bancos e financeiras.

O que devemos nos perguntar é: Até quando os estados e municípios vão movimentar a máquina pública gratuitamente em benefício dos bancos e financeiras? Desde quando que os bancos e financeiras estão utilizando estas cláusulas abusivas como fator de mercado, se utilizando desta estratégia para escravizar o povo brasileiro e garantir altos índices de lucro?

Não podemos ser passivos com estas práticas, não devemos pagar por aquilo que não devemos, precisamos ter acesso irrestrito à nossos direitos, quando esta realidade se manifesta. 

Quando se sentirem lesados, questionem seu contratos, notifiquem as instituições financeiras sobre o que vocês não concordam nos mesmos, não aceitem pagar por aquilo que vocês não devem e que não está no contrato, sempre existirão meios para se chegar a um bom acordo. 

Endividamento das famílias paranaenses só aumenta, diz pesquisa

Endividamento das famílias paranaenses só aumenta, diz pesquisa
A pesquisa sobre o endividamento das famílias paranaenses foi divulgada pela Fecomércio-PRDesde maio, o endividamento cresce gradativamente no estado.

Segundo a pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, o endividamento das famílias paranaenses teve um aumento de 1,7%, de 87,4% das famílias endividadas em julho, para 89,1%, no mês de agosto. Os números foram divulgados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio-PR).

Ainda segundo a Fecomércio-PR, este é o quarto aumento consecutivo no índice de endividamento que, desde maio, vem aumentando. Ocorre que, apesar do aumento do grau de endividamento das famílias do estado do paraná, elas estão menos inadimplentes. 

Para a Fecomércio, o aumento do endividamento e a queda da inadimplência, sinalizam uma pequena retomada do consumo no estado.

Vilões

O grande vilão do endividamento das famílias paranaenses, é o cartão de crédito, foi menos utilizado na comparação com o mês anterior, entretanto, segundo o levantamento, o uso do mesmo caiu de 67% para 65,5%.

Ainda, outros dois principais motivos de endividamento, de acordo com a Fecomércio-PR, o financiamento de veículos e o financiamento imobiliário representam 14,5% e 10,1% do endividamento das famílias.

Endividamento nacional

Vale ressaltar que o endividamento nacional também cresceu: de 57,7% para 58%. Segundo a pesquisa, 24,4% das famílias brasileiras estão com as dívidas atrasadas e 9,4% não têm condições de honrar os compromissos.

Banco Bradesco é condenado a pagar R$ 30 mil por quebra de sigilo bancário

A 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho julgou que o Banco Bradesco extrapolou os limites impostos pela norma legal ao quebrar sigilo de um de seus gerentes e chamá-lo para prestar explicações.

Os bancos não têm o direito de quebrar o sigilo bancário de seus empregados e clientes para investigar suas vidas financeiras. Em caso de movimentações financeiras suspeitas, o dever da instituição é simplesmente informar o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre as mesmas. 


Para o Juiz da Justiça do Trabalho, o banco Bradesco expôs a dignidade e a honra de seu empregado, pois o fato chegava ao conhecimento dos outros funcionários da agência. O Banco Bradesco foi condenado a pagar R$ 30 mil reais ao gerente.

Segundo o relator do caso, Marcelo Lamego Pertence, o artigo 11, incisos I e II, da Lei 9.613/98 (Lei de Lavagem de Dinheiro) dispõe que as instituições financeiras deverão informar as movimentações financeiras que apresentem "sérios indícios" do crime de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores. A Circular 3.461/2009 do Banco Central do Brasil, que fixa as regras para a prevenção e o combate às práticas de lavagem, determina que as instituições bancárias comuniquem ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) as operações superiores a R$ 10 mil feitas por seus clientes.

Por fim, o desembargador concluiu que o banco extrapolou os limites impostos pela norma legal, "cometendo ato ilícito, violando a intimidade do empregado, causando-lhe, com essa conduta, dano moral, passível de reparação, na forma do disposto nos artigos 186 e 927 do Código Civil".

Ainda ressaltou: "Além de praticar uma conduta antijurídica, ao cobrar explicações acerca de movimentações extraordinárias, o banco não adotou nenhuma medida para evitar que tal situação constrangedora fosse conhecida por outros trabalhadores da agência", ressaltou. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

RR-78700-51.2006.5.17.0011

Devolução de bem financiado não é garantia de quitação da dívida: Saiba mais

Devolução de bem financiado não é garantia de quitação da dívida
Caso você tenha algum bem financiado (carro, casa, caminhão, motocicleta, máquinas, etc.) e ficou desempregado(a) ou ainda perdeu sua renda ou de sua empresa, e não tem conseguido pagar as parcelas do financiamento, possivelmente, em breve você receberá ligação das empresas de cobrança, escritórios de advocacia, bancos e financeiras, no sentido de devolver o bem financiado

Ocorre que esta situação é mais comum do que se possa imaginar, bastam alguns minutos dedicados à esta pesquisa na internet, e você encontrará inúmeras reclamações de consumidores e empresas que se sentiram lesados, pelo simples fato de terem imaginado que devolvendo o bem financiado ou realizando a entrega amigável do bem, quitariam suas dívidas perante seus credores (bancos e financeiras). 

Introdução

Este trabalho é direcionado para pessoas e empresas, que por algum motivo de força maior não estão conseguindo pagar as parcelas do financiamento em dia e que pensam em devolver o bem financiado ou realizar a entrega amigável deste. Nosso objetivo é apresentar em linhas gerais que a devolução do bem financiado ou entrega amigável do mesmo, não é garantia de quitação da dívida.

Definição de devolução de bem financiado 

Podemos definir a devolução do bem financiado, como sendo o ato em que o devedor entrega amigavelmente (sem a intervenção da justiça), o bem fornecido em garantia pelo pagamento de um financiamento para o credor (bancos, financeiras, etc.) antes ou após o credor propor qualquer ação judicial.

Devolução de bem financiado não é garantia de quitação da dívida

A "proposta" de devolução do bem financiado, ofertada pelas empresas de cobrança, escritórios de advocacia, bancos ou financeiras, acontece devido vários motivos, dentre eles, buscamos apresentar os mais comuns, por ordem de estratégias. 

1 - A empresa de cobrança, escritório de advocacia, banco ou financeira, já entrou com o processo de busca e apreensão e teve o seu pedido negado pelo Juiz competente. 

2 - A empresa de cobrança, escritório de advocacia, banco ou financeira, já entrou com um processo de busca e apreensão, teve seu pedido aceito pelo Juiz competente, entretanto, o oficial de justiça não está conseguindo localizar o devedor. 

3 - A empresa de cobrança, escritório de advocacia, banco ou financeira, já identificou que o devedor não tem o conhecimento necessário sobre o contrato e que o mesmo não tem condições financeiras de pagar as parcelas vencidas e vincendas. 

Percebam que a famosa proposta de entrega amigável do bem financiado ou devolução do bem financiado, tão popularmente conhecida pelos profissionais do direito e pelos devedores, não é tão amigável assim, visto que, elas nunca são ofertadas no início das cobranças por parte das empresas de cobrança, escritórios de advocacia, bancos ou financeiras, mas sim, após a distribuição dos processos na justiça.

Além da grande enganação por parte das empresas de cobrança, escritórios de advocacia, bancos e financeiras, referente as sugestões de entrega amigável do bem financiado ou devolução amigável do mesmo, destaca-se que são inúmeras as mentiras, constrangimentos e ameaças por parte dos funcionários destas empresas na cobrança dos financiamentos em atraso, entre elas destacamos as mais comuns: 

1 - Caso você não pague, nós vamos arrombar o portão da sua casa para retomar o bem;

2 - Se você não devolver amigavelmente o bem, vamos mandar a polícia prender você;

3 - Se você não quer devolver o bem amigavelmente, porque fez o financiamento; 

4 - Se você devolver amigavelmente o bem, você não precisará pagar mais nada para o banco ou financeira.

A devolução do bem financiado ou a entrega amigável do mesmo, sugestionada por empresas de cobrança, escritórios de advocacia, bancos e financeiras, deve-se ser cuidadosamente analisada pelo devedor, pois estes oportunistas visam somente o lucro, pois lucram com você e lucram com o banco. Um negócio da china! 

Conclusão

1 - Depois de todo o exposto, somente recomendamos a entrega do bem financiado ou a entrega amigável do mesmo, nos casos em que o devedor não esteja sofrendo processos na justiça por parte do credor, pois sempre existirão meios de se quitar o contrato de financiamento, pagando um valor justo, através de negociações sustentáveis e de bons acordos.

2 - A devolução do bem financiado não é garantia de quitação da dívida, caso por algum motivo de demência você deseje devolver o bem financiado, certifique-se de que existe um documento informando que no caso de devolução do bem o banco ou financeira não poderá cobrar nada a mais de você ou de sua empresa, referente ao contrato de financiamento. 

3 - Caso os escritórios de cobrança, escritórios de advocacia, bancos e financeiras, desejassem resolver o problema amigavelmente, eles não entrariam com processos judiciais. Então, se você ou sua empresa são devedores de contratos de financiamentos em atraso e estão sofrendo processos na justiça por conta disto, informe as empresas de cobrança e os advogados que ligam inúmeras vezes por dia, que eles já estão discutindo o problema na justiça e que parem de perturbar. 

4 - Caso os escritórios de cobrança, escritórios de advocacia, bancos e financeiras, estejam com processos na justiça contra você ou sua empresa e você esteja se sentindo constrangido ou ameaçado, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência na delegacia

Através dos inúmeros casos que já tivemos conhecimento, podemos constatar que a proposta de devolução do bem financiado ou entrega amigável do mesmo, na maioria esmagadora das vezes foi uma tremenda mentira, pois o que se constatou, foi tão somente a amortização de uma parte do saldo devedor do contrato, e os consumidores, além de perder o bem, ainda continuaram com a dívida. 

 
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